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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Um dia de excursão aos castelos do Vale do Loire na França

Bom dia, pessoal!!!! Sei que o local que ganhou a votação da enquete “VIAGEM: quais desses lugares você gostaria que ganhassem um post em breve?” não foi o Vale do Loire e seus castelos, e sim Cancun, a linda cidade mexicana com famosas praias banhadas pelo mar azul clarinho da riviera maia…

Então o que será que essa postagem está fazendo aqui hoje?

Bom, ela faz parte de mais uma surpresinha que andei preparando nas férias do blog e postarei aqui na quarta-feira. Por causa da novidade, resolvi promover a SEMANA DA FRANÇA no Casos & Coisas da Bonfa

Sendo assim, todas as publicações dessa semana tem a ver com o lindo país cuja língua admiro muito e aprendi de forma auto-didática durante dois anos. Se sei falar francês? Muito pouco e tudo errado, rsrsrsrs! Mas consigo me fazer entender e leio bem.

Essa viagem foi realizada em 2008, logo após nosso passeio pelos países escandinavos e, já que havia uma escala obrigatória em Paris, pensamos em aproveitar a oportunidade para visitar os famosos castelos do Vale do Rio Loire, que ficam em pequenas e chamosas cidades no interior da França.

Contratamos uma excursão que saía da capital bem cedinho (porque lembro que o sol nem havia aparecido), conhecemos 3 castelos e só retornamos à noite. Ficamos cansados, mas com gostinho de “quero mais”, ou melhor, com gostinho de “temos que voltar algum dia e explorar TOOOOODO o interior da França e esses lugares fenomenais!!!!”.

Nossa primeira parada foi o Château de Chambord, o maior e mais famoso entre os castelos da região, que tem estilo renascentista. Dependendo do dia da semana e da época do ano, o roteiro muda e os castelos abertos à visitação não são os mesmos. Por esse motivo, é bom fazer uma consulta prévia.

Pessoal, como fizemos essa viagem há 3 anos, não lembro de muitos detalhes e recorri ao seguinte site em busca de informações históricas e estruturais/arquitetônicas:

http://www.viagensimagens.com/

Portanto, decidi escrever esse post assim: o que estiver em negrito na cor rosa é texto retirado do site (com a devida autorização dos simpáticos Douglas e Regina) e o que estiver em preto são minhas considerações, OK?

Para erguer Chambord foram necessários 1800 homens, trabalhando durante vários anos. O terreno do palácio, incluindo os bosques à sua volta, cobrem uma área de 5.500 hectares, e o prédio mede aproximadamente 160 metros de comprimento por 120 metros de largura. Ao todo são 440 aposentos, 14 grandes escadarias, 70 escadas menores, e 365 lareiras. Como se não fosse suficiente, Chambord ainda teve seu projeto elaborado em parte por Leonardo da Vinci. A foto superior mostra a fachada principal de Chambord.

O local já era um ponto freqüentado pelos nobres devido à boa caça existente nas florestas daquela região. Foi quando o rei François I teve a idéia de construir um palácio suntuoso, à altura de sua grandiosidade e reinado. As obras começaram em 1519, e vinte anos após, a maior parte já estava concluída.

Quando eu vejo as fotos onde apareço em frente às fachadas é que tenho a noção de como essas construções são gigantescas!!!! Vocês imaginam o que era morar em um lugar assim?Eu não faço ideia! A quantidade de cômodos, peças e serviçais para manter essa estrutura funcionando era absurda!!!!

Na sacada onde tirei a foto acima, as damas podiam caçar, usando falcões treinados para buscar as presas, enquanto seus maridos iam à caça nos arredores do castelo.

As fotos das camas são interessantes porque, anos depois dessa viagem, ao conhecer outros castelos, descobri por meio de um guia especializado que muitos nobres da época dormiam sentados!!!! É por isso que algumas camas eram tão pequenininhas.

Em seguida, partimos para o Chatêau de Chenonceau. O castelo é fantástico ao nível do solo, mas é mais bonito ainda visto do céu. Só dá pra ter essa perspectiva sobrevoando o local de helicóptero ou de balão e deve valer muito à pena!!!!

Durante o reinado de François I, a propriedade foi comprada por Catharine Briçonnet, que determinou que fosse tudo demolido, com exceção da torre. Foi então construído um novo castelo sobre as fundações da antiga mansão. Mas os custos foram altos, e como a família não podia pagar seus débitos, a propriedade acabou sendo vendida para o rei. Em 1547, no reinado de Henrique II, este deu a propriedade de presente para sua amante, Diane de Poitiers, que tratou de contratar um arquiteto para aumentar sua nova casa, mandando inclusive construir uma ponte sobre arcos, ligando a mansão à outra margem do rio. Foi ela também quem projetou os jardins, vinhedos e uma série de outras melhorias.

Em 1559, com a morte do rei Henrique II, Catarina de Medici, sua mulher, botou a amante para fora de Chenonceau, mas gostou do que ela tinha feito, e resolveu dar continuidade às obras. Mandou então construir um novo aposento, exatamente em cima da ponte construída por sua rival. Este imenso salão sobre o rio, com dois andares e 90 metros de comprimento, passou a ser conhecido como Grande Galeria, e iria se tornar a marca registrada do castelo.

Que barraco, hein? Mas pelo menos Catarina e Diane tinham o mesmo bom gosto, rsrsrsrs!!!!

Catarina de Medici aumentou ainda mais os jardins e parques do palácio, fazendo da propriedade um ponto concorrido por suas festas famosas para a sociedade da época. Quando a rainha Mary Stuart visitou a França, em 1560, Catarina de Medici lhe preparou em Chenonceau uma recepção com 1000 pessoas que durou vários dias, contando com apresentações teatrais, pintores para registrar o evento, poetas e muita música.

Gente, os jardins são realmente belíssimos e mudam bastante conforme as estações do ano. Ainda bem que fomos no início do outono, quando ainda era possível  ver algumas flores.

Talvez a única coisa frustrante sobre este local é que, para apreciar plenamente a beleza de seus jardins um visitante teria que estar a bordo de um helicóptero ou coisa parecida. Os franceses sempre foram excelentes mestres de jardinagem, mas o conjunto da obra, infelizmente, não pode ser adequadamente apreciado do nível do chão.

Loire

A foto acima foi retirada do seguinte site: http://www.labelleinfrance.com/2011/04/the-loire-chateaux/ e mostra a vista aérea do castelo. Lindo demais, né????? Um passeio de helicóptero ou balão por essas bandas deve ser uma experiência inesquecível e perfeita para uma lua-de-mel super romântica!!!!!

Após a morte de Catarina e o assassinato de seu filho Henrique III, o Castelo se tornou propriedade de sua mulher Louise De Savoie. As festas então acabaram, o castelo passou a viver numa permanentemente atmosfera de luto, entrando a seguir num período de decadência e abandono. Depois de muitos proprietários, foi apenas no século 18, até ser comprado por Mme. Dupin, que Chenonceau voltou a florescer, quando tornou a receber hóspedes célebres, como Voltaire e Rousseau.

Aí está o Marcelo no mini-labirinto de Chenonceau. Não dá pra se perder de verdade, mas é divertido brincar aqui…

Agora vamos falar sobre as cidades que abrigam esses castelos? Ah, gente… essa é aparte que mais gosto!!!!! Paris é linda, é monumental e é considerada a cidade mais romântica do mundo, mas… não tem o charme do interior do país!!!! Sei que minha opinião é polêmica, mas tendo nascido e crescido no Rio de Janeiro, uma grande metrópole assim como a capital francesa, eu sempre me senti fascinada por cidades pequenas e tranquilas. São esses recantos aconchegantes e pitorescos que mais me encantam quando viajo. Lixo na rua? Nem pensar!!!! Confiram nas fotos a seguir.

Vejam quantas flores existem nos canteiros da calçada da pizzaria LE PINOCCHIO, que fica do lado oposto ao Château de Cheverny!!!!!

Entrada do Château de Cheverny

 

Elegante e simétrico, o Château de Cheverny é pequeno se comparado com outros castelos da região, mas sua decoração interior é extremamente luxuosa.

Adorei passear pelos jardins do castelo e avistar árvores com folhas em tons de laranja queimado bem vivas no início do outono!!!!

Ah, finalmente era permitido fotografar quase todo o interior de um castelo e aproveitei para registrar os cômodos que mais me agradaram…

Sempre me encanto com a minunciosidade das pinturas em tetos e paredes: observem a riqueza de cores e detalhes!!!!!

Amei esse quarto de brincar e os cavalinhos que adoraria ter tido quando era criança, rsrsrsrs!

Os aposentos foram redecorados muitas vezes e o castelo mantém a última intervenção em exposição.

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Nada mal ter algumas pinturas originais do Van Gogh em casa, né?

Enfim, essa excursão de um dia aos castelos foi uma experiência interessante que recomendo pra quem já conhece bem a capital francesa, mas para quem vai a Paris pela primeira vez e dispõe de menos de 5 ou 6 dias, acho melhor se concentrar na cidade que oferece diversas opções de cultura e lazer.

O ideal mesmo, na minha opinião, é alugar um carro e ir passeando pelo interior do país, sem hora pra terminar a visita aos castelos, e poder conhecer um pouco da vida tranquila das cidades pequenas e chamosas que abrigam essas construções gigantescas, incluindo visitas a vinícolas e bistrôs pitorescos. É o que pretendemos fazer algum dia… e espero que ele não demore muito a chegar!!!!!

Um grande beijo e VIVE LA FRANCE com liberdade, igualdade e fraternidade pra todos!!!!!

Bonfa ass

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Minha doce Paris

No fim de semana tirei um tempinho pra organizar as fotos da viagem de fim de ano para preparar o segundo post sobre o Egito. Aproveitei também pra gravar em DVD as fotos que fizemos na nossa escala em Paris e lembrei dessa que tirei no jardim interno da Place des Vosges, situada no Marais, uma das mais bonitas da cidade. O jardim tem muitas estátuas, fontes e bancos e é cercado por imóveis residenciais cobertos de tijolinhos vermelhos e tetos pontudos de ardósia.

O doce acima foi comprado na tradicional LENÔTRE, que com suas docerias, restaurantes e cafeterias cheias de delícias açucaradas, é a principal e mais prestigiada embaixadora da gastronomia francesa pelo mundo. Por mais de 60 anos, comandada pelo mestre do paladar Gaston Lenôtre, a grife francesa luxuosa influenciou a pâtisserie, a culinária e o desenvolvimento mundial deste mercado.

A LENÔTRE está presente em 13 países ao redor do mundo com 52 luxuosos estabelecimentos entre cafeterias, restaurantes e confeitarias. Atualmente, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Coréia do Sul, Japão (onde estão localizados quase uma dúzia de lojas da marca), Tailândia, Arábia Saudita, Dubai, Kuwait, Marrocos, Qatar e Tunísia tem o privilégio de contar com estabelecimentos da grife, além da França, onde a LENÔTRE possui 18 lojas (cafés, confeitarias e bistrôs) e 5 restaurantes.

Quando estivemos em Paris ano passado, eu levei uma lista com alguns endereços de pâtisseries famosas que queria conhecer. E dessa vez, fizemos o mesmo, mas só tivemos tempo de conhecer a LENÔTRE. Apesar de não ser tão fã de doces, é difícil não ficar abobalhada diante de uma vitrine repleta de tortas, tarteletes, éclairs e macarons tão elaborados que mais parecem esculturas! E em Paris existe uma pâtisserie em cada esquina. Dá vontade de experimentar e fotografar (claro!) tudo. É cada doce mais lindo do que o outro, com recheio e cobertura fartos. Reparem na quantidade de frutas vermelhas no topo da torta da próxima foto!

Difícil resistir, né?

Eu lembrava de ter passado por uma filial da LENÔTRE ano passado, mas não entramos na loja. Dessa vez, resolvemos experimentar duas delícias, mas foi difícil escolher… Na dúvida, pedi o doce que tinha o design mais bonito, na minha opinião. O tom vermelho vivo da cobertura me chamou atenção e o fato do recheio ser de framboesa só reforçou minha decisão!

A loja é linda por dentro, as caixinhas para presente são estonteantes e percebe-se todo o cuidado e capricho até mesmo nos uniformes dos funcionários, que usam gravatas no tom lilás presente nas embalagens e na Logomarca. Não é possível comer dentro da loja e por isso tivemos que procurar um lugar próximo para sentar e apreciar nossas guloseimas.

O Marcelo optou por um doce recheado de chocolate, creme e caramelo, que vinha com um macaron “perolizado” no topo. O quadradinho de chocolate que vem com o nome LENÔTRE gravado em letras douradas é uma característica dos produtos da marca.

Reparem na capa que recobre o doce. Parece uma padronagem que imita madeira, bem interessante e muito gostoso. Foi o nosso preferido.

Já meu doce vermelhão era feito com uma massa bem levinha, estilo pão-de-ló e tinha um recheio cremoso de chantilly e geléia de framboesas bem suculentas com vários pedaços grandes da fruta. Aprovadíssimo!!!

Lenôtre
http://www.lenotre.fr/

Untitled-1

Conforme comentei anteriormente, ano passado levei uma lista com três endereços de pâtisseries famosas que gostaria de conhecer em Paris. Ficamos hospedados em um hotel onde o café da manhã não estava incluído e custava 8 euros por pessoa. A refeição era simples: pão, croissant, manteiga, geléia, poucas opções de frutas e um suco. Achamos muito sem graça pra custar 8 euros e combinamos de trocar o café da manhã por um doce diferente todo dia (que custavam entre 5 e 7 euros). Achei que fizemos uma ótima troca, como vocês podem comprovar nas fotos abaixo.

Ispahan (macaron de rosas com creme à base de rosas, lichias e framboesas). Pierre Hermé, Paris.

O doce acima é o carro-chefe da marca PIERRE HERMÉ, um dos vários chefs famosos que estudaram na escola LENÔTRE. Trata-se do Ispahan, um macaron de rosas com creme à base de rosas, lichias e framboesas. É uma combinação tão exótica quanto deliciosa! Também não era possível comer dentro da loja e dessa vez, escolhemos o Jardim de Luxemburgo, o maior parque público da cidade de Paris com mais de 224 mil m², como cenário para a degustação das guloseimas que compramos.

O doce do Marcelo tinha massa de torta bem leve e fininha e o recheio era uma camada de creme caramelado muito gostoso. Acertamos em cheio!

O chef francês PIERRE HERMÉ trata seus macarons como verdadeiras jóias criando coleções para cada estação do ano e também para datas especiais como, por exemplo, o de trufas brancas feito especialmente no Natal. Aliás, em Paris você não escolhe sabores de macarons, mas “perfumes”. Não é interessante?

Pierre Hermé
http://www.pierreherme.com

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A próxima da nossa lista era a pâtisserie do japonês SADAHARU AOKI, chef que teve sua formação tanto no Japão quanto em Paris e é conhecido por misturar ingredientes tipicamente japoneses aos tradicionais elementos da confeitaria francesa. Suas embalagens são impecáveis e os macarons coloridos enfileirados na vitrine chegam à perfeição.

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Na loja da Rue de Vaugirard existem algumas mesas e dessa vez, pudemos experimentar os doces com auxílio de um garfo. Repararam nos pratinhos de vidro com acabamento rústico? Eu achei um charme?

Meu doce se chamava Bamboo e era uma inusitada combinação de chá verde com chocolate, amêndoas e café. Confesso que adoro essas misturas exóticas e já sabia que iria pedir o bamboo desde que entrei no site da loja, durante a fase de pesquisas pré-viagem. O sabor era mais ou menos o que eu esperava, dá pra sentir o sabor do chá verde, mas ele não é predominante. Por isso, podem experimentar sem medo!

O Marcelo não quis se arriscar como eu e pediu um doce que levava framboesas, chocolate amargo, amêndoas e pistache. Eu adoro essa apresentação dos doces em camadas fininhas, com massa bem leve e molhadinha.

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Gostei tanto do meu doce de chá verde que resolvi levar pra casa esse chocolate que continha o mesmo ingrediente. Mas esse decepcionou um pouco…

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Para terminar nossas aventuras gastronômicas no mundo da confeitaria francesa, fomos tomar um café com docinhos na famosa Ladurée, que com mais de um século de tradição, é famosa por produzir o melhor macaron do mundo. Seus sabores originais e receita incomparável renderam fama ao lugar, que é inspirado em casas de chá do século XIX, com belos lustres de cristal, longas cortinas de veludo e pomposos espelhos. A decoração e as antigas receitas de alguns dos melhores doces da França, fazem da loja um verdadeiro clássico parisiense.

A história de sucesso da Ladurée começou quando, em 1862, Louis-Ernest Ladurée abriu uma padaria na Rue Royale, em Paris. Durante a comuna de Paris, em 1871, seu negócio foi queimado e no lugar, Ladurée construiu uma pâtisserie, que teve o teto pintado por Jules Chéret, com querubins vestidos como doceiros, uma das marcas da loja. Alguns anos depois, os cafés estavam se tornando ícones de luxo na cidade luz, e para não perder os clientes de seu negócio, a esposa de Louis-Ernest, Jeanne Souchard, teve a idéia de unir o conceito de café com o conceito de pâtisserie, criando assim uma casa de chá, onde as mulheres também poderiam circular livremente, o que era proibido nos cafés. A partir daí a casa passou a ser conhecida na cidade.

A Ladurée se tornou ainda mais famosa quando, na década de 30, passou a produzir um doce original, unindo dois macarrons - receita criada no século XVI - com um cremoso e delicioso ganache. O doce da tradicional pâtisserie tem uma receita insuperável é considerado o melhor macaron do mundo, com seu exterior super crocante e recheio que derrete na boca. São mais de 30 sabores, e alguns são preparados de acordo com a época do ano. Entre os sempre disponíveis estão chocolate, baunilha, café e pistache, e entre os especiais e sazonais estão limão, menta, pimenta e anis. Atualmente, a loja está presente em vários países, com unidades em Londres, Mônaco, Suíça e Tóquio, além de outras na própria França.

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Embalagem para macarons da Ladurée, Paris.

Numa outra ocasião, voltando para o hotel, resolvemos levar uma caixinha de macarons com todos os sabores disponíveis na loja. Como andamos bastante antes de chegar ao nosso destino, os macarons ficaram meio esmilgalhados e pouco fotogênicos, como percebe-se na foto abaixo.

Macarons de pistache, rosas, caramelo, café, amêndoas, chocolate, framboesa, maracujá e alcaçuz. Ladurée, Paris.

Os meus preferidos foram o de café, pistache, caramelo e amêndoas. Achei os outro sabores muito doces, meio enjoativos. Mas confesso que eu provaria tudo de novo!

Ladurée
http://www.laduree.fr/

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E quando eu pensei que o post estava terminado, lembrei dessa caixinha cheia de balas coloridas (que mais parecem pedras semi-preciosas) que trouxe de presente pra minha mãe. Vi a caixinha na vitrine da sorveteria artesanal AMORINO no Quartier Latin e me apaixonei de cara pelo mimo! Ah, os sorvetes também são deliciosos!

Amorino
http://www.amorino.fr/

Fontes:

http://mundodasmarcas.blogspot.com/2009/09/lenotre.html#ixzz0ch81gnOw
http://taste.uol.com.br/news/templates/noticia.asp?idNoticia=8260&secao=Gastronomia

Desejo uma doce semana pra todos e, pra quem mora no Rio, um feriado ensolarado na quarta-feira!

Bonfa ass

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