sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A decisão de ter um (só) filho

Bom dia, pessoal!!!! A convidada de hoje é minha conhecida desde os primórdios do blog e a acompanho desde antes de ela se casar e de ter tido o Eduardo, sua maior conquista. O texto da Rosi é bem interessante e leva à reflexão sobre a maternidade e o fato de querer ter um filho só. Vamos conhecê-la?

rosi

Venho de uma família grande, com muitas mulheres. Minha mãe sempre nos ensinou a trabalhar juntas, até nas brincadeiras ou afazeres domésticos. Mesmo sendo a caçula, sempre tive que participar, eram pequenas tarefas, mas o sentimento de pertencer me fazia muito bem.
 
Ter uma família numerosa requer abrir mão de algumas coisas, de brinquedos, de espaço e até de alimentação. Naquela época e partindo daquela história que "onde come uma boca comem duas", tive uma infância humilde e restritiva. Por longos períodos nossa alimentação era composta apenas do básico e compartilhávamos roupas, sapatos e até a cama para dormir. Nossa situação financeira só mudou quando eu e minhas irmãs começamos a trabalhar e ajudar meus pais.
 
Aí vieram os sobrinhos. O primeiro deles chegou junto com meus 15 anos. Eu fiquei maravilhada com aquele pequeno ser e me dispuz a auxiliar minha irmã nos cuidados com o bebê. Era meu boneco, adora trocar a roupinha, dar papinha, banho... O segundo sobrinho nasceu três anos mais tarde e me foi dado como afilhado. Se antes eu era uma tia dedicada, agora virei uma tia babona.
 
A família foi crescendo com a chegada de novas crianças. A cada notícia de gravidez, era uma comemoração. A cada nascimento, mais uma alegria. Contabilizamos nove crianças, sendo apenas uma menina de todo o grupo. Meu papel como tia aumentou, trabalhando fora e com um salário razoável, os sobrinhos sempre eram paparicados com presentes, passeios e custeio de seus estudos, gastos que minhas irmãs não conseguiam assumir sozinhas pela quantidade de filhos. Além disso, ocupei o papel de irmã mais velha mesmo sendo a caçula, sempre ajudei financeiramente minhas irmãs e talvez pelo meu rápido amadurecimento, virei a conselheira da família. Com isso vieram as responsabilidades e cobranças, família é um negócio complicado, quanto mais você se doa, mais recebe cobranças. Até que encontrei minha cara metade, e com 29 anos de idade, resolvi casar para espanto da minha família. Alguns acreditavam que ficaria, literalmente, "pra titia".
 
Se meu comprometimento com os problemas da família acabou? Claro que não. Mas tomou uma nova forma. Agora eu tinha que cuidar da família que havia criado. Mas faltava um filho. Dizem que o desejo pela maternidade surge quando chega a hora certa. A mais pura verdade. Sentia uma necessidade, um desejo inexplicável de me tornar mãe. Começaram as tentativas, fase que durou pouco. Logo recebi a notícia que teria um bebê. Compartilhar tal notícia com familiares e amigos foi muito gratificante. Me sentia plena, vitoriosa.
 
Desde sempre sabia que teria um menino. E Eduardo foi o nome escolhido. Um nome simples, fácil e sonoramente bonito. E Eduardo chegou a minha vida numa sexta-feira a noite. Dizer que aquele foi o momento mais emocionante de minha vida pode parecer piegas, mas só quem passa por ele entende sua intensidade.
 
Aproveitei minha licença maternidade o máximo que pude, mas ela chegou ao fim. Minha preocupação era com quem deixá-lo para poder voltar à trabalhar. Procurei escolas, pesquisei valores e localizações, e fiquei decepcionada com a maioria delas, se a escola oferecia uma boa estrutura, o valor cobrado era exorbitante, se tinha um preço justo, a distância de casa dificultaria nossa rotina. Me desesperei por semanas, como uma mãe consegue trabalhar sem ter a certeza que se filho está bem? Recorri à minha irmã que trabalhava como babá, fiz uma proposta de irmã mesmo e agindo pelo coração, ela aceitou cuidar do meu filho. Ela pediu dispensa do emprego anterior e eu me mudei de casa para facilitar a rotina dos dois, nunca me agradou a ideia de expor um bebê ao frio ou chuva para levá-lo à escola, assim como deixá-lo aos cuidados de estranhos. Consegui alugar um apartamento no prédio que minha irmã mora, tive sorte é verdade, mas tal mudança me obriga a enfrentar quatro horas diárias de trânsito para ir trabalhar e voltar para casa. Grande parte do orçamento de casa é destinado ao Eduardo. São compras semanais de fraldas, leite, legumes e frutas. Tenho ainda despesas mensais de materiais de higiene, medicamentos e roupas. Criança cresce e perde roupas muito rápido. Além disso, as peças infantis chegam a custar até mais caro que roupas de adulto.
 
Tudo isso me fez analisar muito o fato de aumentar a família. Decidi que o Eduardo será filho único. Sei da importância de ter irmãos e como é bom ter alguém para compartilhar a vida. Acho lindo aqueles almoços em famílias, as datas comemorativas sempre cheias de gente, mas definitivamente, planejei tanto ter um filho que, como toda mãe, quero oferecer o melhor a ele.
 
Algumas pessoas me dizem que criança precisa apenas de amor e atenção. Eu concordo. Mas sei muito bem o quanto é ruim herdar sempre objetos usados, viver desejando aquele brinquedo que passou na TV, desejar comer aquele doce e não poder. Meu filho merece ter uma vida tranquila dentro das minhas possibilidades, merece ter um médico para tratá-lo, uma escola para poder estudar, ter oportunidades de trabalho, de amigos, de vida que outros terão... merece ser cuidado com todo o carinho. Eduardo é a melhor parte de mim.

Rosi Costa Caleffi

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Rosi, agradeço muito o fato de você ter aceitado meu convite e de ter escrito esse texto tão interessante. Sou a primogênita de três filhas e a mais velha da minha geração, tanto do lado materno quanto do lado paterno. Enquanto crescia, percebia a responsabilidade, as preocupações financeiras e o jogo de cintura dos meus pais pra conseguir pagar escola, transporte, curso de inglês e até balé pra três meninas. Éramos uma família de classe média vivendo na zona norte do Rio. Não posso me queixar de ter sentido falta de alguma coisa, mas não tínhamos luxo: presentes só no dia do aniversário, no Dia das Crianças e no Natal. Nada de lembrancinhas fora de época. Viagens eram raríssimas. E foi assim que aprendemos a dar valor ao que recebíamos e a economizar água e luz.

Meu pai teve uma infância pobre e quis oferecer às filhas o melhor que podia, até mesmo um trenzinho FERRORAMA, que desconfio ter sido um presente pra ele mesmo, rsrsrsrsrs! Se não fosse pelo veto da minha mãe, eu poderia ter tido uma quarta irmã ou irmão, o sonho do meu pai. Mas penso que a natureza é sábia e o presenteou com um primeiro neto lindo, saudável, cheio de energia e que compartilha o mesmo sorriso. Quando dizem que o Gábi tem a mesma expressão do avô, ele fica todo bobo… e com razão!!!!! Ambos possuem um sorriso largo, generoso, maroto e espontâneo.

Para conhecer melhor a Rosi, basta clicar no seguinte link:

http://mundinhodarosi.blogspot.com/

Que a gente tenha um final de semana inesquecível junto às pessoas que mais amamos  no mundo!!!!!

Um grande beijo!!!!

Bonfa ass

41 comentários:

Wanessa disse... [Responder comentário]

Essas coisas materiais que vc quer dar para o seu filho não tem valor, pois muitas pessoas pelo mundo a fora tiveram tudo e nem por isso foram ou são realmente felizes. O melhor para seu filho nem sempre será coisas caras. Na minha casa quando eu era criança não tinha tudo que queria e nem por isso deixei de ser feliz. Essa é a sua vontade de ter apenas um filho, mais vc já pensou que pode não ser a vontade de Deus?
Vc pode dar tudo a ele, mais não esqueça de dar o principal, Deus.
Este post me chamou muita atençao, não costumo comentar nenhum, espero que com meu comentário vc reflita e quem sabe no futuro pense em ter mais filhos, pois ser mãe é a maior dádiva que Deus deu a nós mulheres, é com certeza a maior e melhor realização na vida de uma mulher. Tenho três filhos, e não falta e nunca faltou o necessário, o que eles realmente precisam.

Marina Moraes disse... [Responder comentário]

Concordo com a Rosi e discordo da Wanessa. Como saber qual é a vontade de Deus? Não foi Ele que nos deu o livre arbítrio? Será que não é a vontade Dele que a Rosi seja mãe de um filho único? Não acho que a Rosi queira oferecer coisas caras para o Eduardo, não é essa a questão. Ela só quer dar o melhor que pode dentro das suas condições. A maior parte das minhas amigas pensa da mesma maneira, tem um filho só e nem por isso eles são infelizes. Acho que a decisão delas deve ser respeitada e não julgada. Também acho que nem toda mulher será necessariamente uma boa mãe, é só ver as notícias de mulheres que abandonam seus bebês em latas de lixo, por exemplo. A maternidade é uma experiência maravilhosa pela qual pretendo passar algum dia, mas envolve muita coisa e deve ser encarada com responsabilidade. Adorei o texto, Bonfa. Obrigada por nos apresentar a Rosi. Beijos, Marina.

Amehlia Digital ® disse... [Responder comentário]

Oi Kah,
Foi um prazer conhecer um pouquinho da Rosi e de seu bebê.
A escolha com certeza é nossa, mas não precisamos nos preocupar...pq se Deus tiver outros planos Ele irá trazer a existência e será uma alegria maior.
Tb tenho uma filha quase mocinha já, sou feliz e realizada com ela. Temos q ter em mente q filhos são bençãos e ser mãe é uma dádiva!
Parabéns pela prosa!
Um bejim grande!

Ana por Ana disse... [Responder comentário]

Oi Bonfa!! Tudo bem querida? Ando só nos bastidores...andei sumida com os comentários. Mas o blog cada dia é mais gostoso e os temas muito interessantes.
Então, que tema esse heim menina?? Ao contrário da Rosi aqui em casa eu e marido decidimos ter dois filhos. Temos irmãos, gostamos de ter irmãos e o próprio filho mais velho pedia todas as noites a papai do céu que lhe enviasse um irmãozinho (a) para brincar com ele e também não me via apenas com um filho.
Parabenizo a escolha da Rosi, gostei muito do texto, entendo os motivos que fizeram a optar por ter apenas um filho. Se ela está feliz assim...isso é o que importa.
Mas Bonfa...juro que sou muito feliz também por ter meus dois lindos meninos. As responsabilidades são dobradas, mas o amor, o sorriso também vieram em dobro e isso me faz muito bem. É bom demais ser mãe!

Beijão e até mais :)
Ana.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

Oi, queridas!

Obrigadíssima pelos comentários!!!!! Penso que só o tempo vai dizer se a Rosi mudará de ideia ou não. Algumas amigas decidiram ter o segundo filho depois de uma situação mais estável no trabalho. Antes elas queriam ter um só... Enfim, tudo pode acontecer, mas achei o texto muito bom e nos leva à reflexão mesmo.

Beijão e tenham um lindo final de semana!!!!

Lina disse... [Responder comentário]

Olá meninas,
eu tbm tenho um filhote,tem 3 aninhos . Confesso que quando ele nasceu( e percebeo bem a Rosi)tbm senti alg inexplicavél e com tinha tid uma boa gravidez não via a hora de ter outro,hoje já não penso d mesmo jeito,pois me separei do pai e arco com tudo sozinha. Angola é considerada a cidade mais cara do mundo,aqui 100 usd equivalem a 10.000 Kwanzas , um pacote de fraldas aqui custa 6000 Kwanzas, a creche aonde ele esta pago 500 usd por mês...vontade de ter outro não me falta,mas as contas tiram qualquer pessoa d sério,sem contar a assintência médica ,pago por ida ao médico 100 dolares.

Beijos,
Lina

Adriane Pinhate disse... [Responder comentário]

Uauu!! Post um tanto quanto 'polêmico'... cada um sabe onde seu calo aperta! Ter filhos ou não ter filhos é uma decisão difícil.
A única certeza que eu tenho é que se pensar demais, uma mulher não terá filhos nunca: tudo caro, violência ao extremo, drogas, enfim, não é fácil colocar uma criaturinha pura, ingênua, nesse mundão!
Mas... depois que vc é mãe, vc não se arrepende, cresce uma amor incondicional, vc vira uma leoa e só quer defender, dar o melhor para o seu filho!

É muito difícil saber quem está certo ou errado. Quer dizer, nessa história, acho que não existe isso! Eu só acho que vc não pode dar tudo para o filho. Acredito que deve haver limites, a criança tem que saber ouvir 'não' já dentro de casa. Tem que saber a dividir dentro de casa, tem que saber conquistar o seu espaço dentro de casa. O mundo lá fora não perdoa. Não é lindo, colorido, com pessoas que só querem o seu bem!

Esse texto serve para minha própria vida, para uma reflexão em relação as minhas filhas. Até que ponto estou dando muito bem material e esquecendo do emocional? Ou até que ponto estou só no emocional e na verdade, elas estão precisando, sim, de um bem material? Afinal são crianças, querem sim, um brinquedo da moda. Mas tb adoram uma lata de nescau vazia, ou os potinhos vazios de danoninho para criarem algum brinquedo!

Casar é assim... disse... [Responder comentário]

Um post que nos deixa pensando..
Sempre pensei em ter dois filhos...mas como a Rosi disse, vc quer que o seu filho nunca sinta falta de nada, e ter dois filhos, nos dias de hoje, é realmente muito complicado!! Mas minha mãe é filha única e sempre nos disse para ter pelo menos 2, ela não gosta e se sente sozinha....
Mas acho que a decisão só virá depois do primeiro....vamos ver o que está reservado pro meu futuro, né??? rs..

Mtas felicidades pra Rosi e pro Eduardo...fofo..=)

Beijos!

Joana Hertel disse... [Responder comentário]

Oi Katia! Adorei sua convidada! ^^
E, sobre a decisão de ter mais um filho ou não... Eu acho que a Rosi esta certissima! Um brinquedo caro não compra o amor de um filho certo? certo... Mas não só sobre isso que implica term ou não uma renda maior! Um plano de saude, uma escola confiável, cursos extra classe, faculdade etc. fazem diferença! Se a situação financeira mudar ou a vontade mudar eu super apoio mais um nenem pois dentro das condições certas são sempre bem vindos! rsss Mas, se foi isso que você escolheu Rosi PARABENS! E tenho certeza que você será a melhor mãe do mundo p/ o Eduardo! E desejo muita alegria, saude, paz, amor, harmonia e boa sorte p/ sua familia!!!

Sheila Mendes disse... [Responder comentário]

OI Bonfa, td bem?
Adorei o texto de hoje, que bom conhecer a Rosi e o um pouquinho da história dela.
Realmente essa decisão é bem difícil de ser tomada, ter um filho ou dois depende de várias escolhas. Daqui a pouco terei que começar a pensar nisso, aqui em casa já estamos pensando em aumentar a família.
Bjos.

Aline Sabes disse... [Responder comentário]

Oi Katia!
Sou casada há menos de um ano e não penso em ter filho tão cedo. Quero aproveitar meu marido, viajar bastante e estruturar minha vida financeira e minha casa para ter um filho.
O pensamento dela esta certinho, eu passei por uma situação parecida...minha mae engravidou cedo, com apenas 18 anos e com muito aperto me criaram, depois de 7 anos minha mae engravidou de novo e apertou as coisas mais um pouco e só hoje em dia meu pai tem uma vida financeira estável e eu não quero passar pelo que eles passaram, sofrendo privações...Não quero mimar meu filho com um monte de brinquedos, só quero poder dar uma educação de qualidade e poder ter condições de dar todo o suporte para criar esse filho...
Esse é o pensamento da mulher moderna né...filhos só depois da estabilidade financeira...

Um ótimo final de semana!
Beijos

Paulinha do Brechó Recicle disse... [Responder comentário]

É uma escolha muito particular. Cada um sabe de si e de suas condições.

Minha mãe diz brincado: Quem pensa, não casa,rs e meu pai comparava as despesas da criação de um filho as despesas da compra de um navio,rs!

E quem conhece essa citação?

"Filhos,melhor não termos, mas se não os temos,como sabemos"!

Eu tenho dois e eles mudaram meu destino,para muito,muito melhor!!

Bjs

Edna disse... [Responder comentário]

Todo mundo tem sua opinião e todas devem ser respeitadas...não cabe aqui julgamento, mas sim compreensão de cada ponto de vista. Tb tive a fase" vou ter só 1 filho" que durou 9 anos " Pedro", depois disto, Deus me escolheu novamente para trazer ao mundo mais um menino lindo "Miguel". Hoje sou realizada e não faço planos de mais filhos, pois sei das dificuldades de criação, mas tb tenho consciencia de qta felicidade nos trazem estas criaturas que Deus nos deu para criar. Parabéns Bonfa pelo post.
Bjks em todas mamães...

Milena disse... [Responder comentário]

Bonfa e Rosi,esse assunto me afeta particularmente.
Não fui rica,mas tive uma vida bastante confortável.
E aí que quis ser mãe(todos dizem que nasci para isso).
De um,dois e aí veio a terceira e agora depois de 10 anos,no susto,o quarto.
Tenho problemas de falta de espaço,também com essa cabeçada toda junta,rs!!!Mas só.Conseguimos levar o resto bem.É verdade que o supermercado,o plano de saúde e os colégios são estratosféricos,mas a divisão de amor,de companheirismo,assumem tal proporção também.
Como tudo na vida,a balança se equilibra na proporção do bom senso da vida de cada um.
Filho(s)exigem responsabilidade,plano vitalício de preocupações e vigilância.
E entendo perfeitamente o que diz a Rosi,mas é opção e como mãe de 4,respeito a sua opinião.

bjs

Maysa disse... [Responder comentário]

Adorei a história e o texto fluido gostoso de ler.
Ainda não tenho filhos mas penso de forma bem semelhantes. Sou a mais velha de 3 irmãs do primeiro casamento do meu pai e tenho mais duas irmãs gêmeas, meu pais são separados e isso fez com q eu pensasse mto antes de ter um filho... creio q sempre vamos querer dar o melhor à eles e q eles não passem a mesma dificuldade q passamos, embora essas dificuldades mtas vezes nos faz sermos pessoas melhores.
Penso em ter filhos mas ainda não chegou a hora.
Adorei o relato.
bjos
Maysa

Mania D' Marie disse... [Responder comentário]

Acho lindo essa preocupação com seu filho,esse cuidado,carinho,mas na minha opinião,você deveria dá um irmaozinho a ele,isso pode fazer falta no futuro,a presença de um irmão,mas não agora claro,mais quando você sentit que é a hora,mais acho que isso só Deus e o tempo dirá,respeito sua decisão Rosi
Cheiro!!

Roberta Lito disse... [Responder comentário]

Katia bom dia!

Há tempos que não passava por aqui, e quando me deparei com a matéria me identifiquei logo de cara, pois tenho quase 6 anos de casada e não tenho filho. A linha de raciocínio da Rosi é a minha, mas cá entre nós uma casa cheia é muito mais alegre, então nada melhor como bons amigos para preencher os espaços como se fossem da família, não é?

Um grande beijo e bom fim de semana!

Wlady disse... [Responder comentário]

Acho que cada um sabe aonde aperta o sapato, mas sempre vale a pena pensar, analisar muito bem o que afinal vai valer a pena.
Tenho uma filha que foi filha única por 10 anos, financeiramente viviamos mais tranquilos, não vou mentir,mas nos últimos minutos do 2º tempo (leia-se com 36 anos) decidi que daria uma compania a ela. Hoje são duas filhas, a convivência é bacana, a mais nova se orgulha de ter uma irmã já moça e espero que no futuro estejam sempre presentes uma na vida da outra.
Estamos felizes com a escolha que fizemos.
Agora, como eu disse lá em cima, cada um sabe o que é melhor para a família.
grande bjk

Ateliê Flor de Amora disse... [Responder comentário]

Katia, adorei ler a história da Rosi, um texto que flui na leitura.

Ter filho(s),ou não, envolve acima de tudo maturidade. Cada escolha tem sua consequência. Temos livre arbítrio para isso.
Casei aos 26, e só decidi por ter filhos após 08 anos de casada. Fiz a opção pela adoção tardia, minha filha chegou aos 06 anos. Com a adoção aprendi o verdadeiro sentido do amor incondicional.
Aprendi muito com minha filha, que aos 14 anos, mostra-se uma adolescente equilibrada, feliz e ótima companheira.
Ter feito a opção por somente 01 filho, não me fez melhor, nem pior do que ninguém. Mas é a composição familiar que me dá equilíbrio, alegrias e aprendizados.
Rosi e Bonfa, quando somos coerentes com nossas escolhas, as pessoas aprendem a respeita-las. Bjs

Maria disse... [Responder comentário]

Seja como for Rosi, parabéns pelo Eduardo. Também tenho só uma Maria Eduarda que já gasta o suficiente. Quando era mais moça queria ter 5 filhos. Pensava como seria lindo aquele monte de crianças brincando e correndo dentro de casa. Aí veio a 1ª com 40 anos, ou seja, sem chance para outros quatro. Ela já está com 11 e não acho que é infeliz por estar sozinha. Sempre esteve em escolinhas e conviveu com muitas crianças, o que é o principal. Claro que temos, sim, que levar em consideração se teremos como dar uma boa educação porque afinal é dela que vai sair o futuro de nossos filhos. Hoje tudo é muito dificil e uma boa educação custa muito (eu que o diga) todo dia tem trabalhos e livros e materiais e todo o resto. Não adianta nada dar muito amor se a barriga ronca. Precisamos primeiro estar bem alimentado (corpo e espirito) para poder sorrir e conviver bem com o mundo de hoje. Um bju bem grande no Eduardo e toda a felicidade do mundo para a familia toda. Bjus.

vanusa disse... [Responder comentário]

Oi Bonfa, bom fim de semana!
Adorei a entrevista com a Rosi.
Penso assim como ela. É melhor ter um filho e poder dar boa educaçao e atençao do que ter um monte e criar de quaquer jeito.
Além do que, o mundo do jeito que anda e complicado gerar filhos, e dois sao os fatores que me fazem pensar:
O aumento da violencia e a super populaçao, acho que tinha que ser uma coisa mais ordenada e equilibrada.
O planeta agradece!!
bjao!

R. E DESIGN disse... [Responder comentário]

♥ Quanta emoção, bom meninas vou compartilhar com vocês também o meu tesouro *FILHOS* com a graça de Deus tenho um casal e já fechei a minha "fábrica". Sempre que toco nesse assunto de família meu coração e olhos enchem de lágrimas sou muito emotiva em relação a família...para falar a verdade choro mesmo até assistindo comercial de margarina kkk...FELICIDADES A TODOS!♥

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

Pessoal, tô indo agora pra Cambará do Sul-RS, mas um amigo vai moderar os comentários! Obrigada pelo carinho de sempre e até segunda!!!!! Bjs!!!!

Fernanda Reali disse... [Responder comentário]

Excelente post. Adorei a explanação da Rosi. Já fui filha única e odiava, sofria. Depois que meu irmão nasceu, tudo melhorou. Quando resolvi ter filhos, logo me programei para ter dois, com no máximo 2 anos de diferença, para que fossem companheiros. Deu certo, eles se amam e são supergrudados um no outro. Ainda quero adotar um terceiro mais adiante. Mesmo assim, acho que Rosi fez a melhor escolha, pois ela planejou de acordo com as possibilidades dela. Perfeitopara o Eduardo, que tem uma mae tão cuidadosa.

beijoooo
www.fernandareali.com

Ana Carla Benet disse... [Responder comentário]

Minha filha tem 5 anos ... pensávamos assim também, eu e meu marido, até uns 2 meses atrás, quando fomos preenchidos pelo desejo de outro bebê. Não só desejo, mas também a coragem!
Já vamos dar início a esse projeto. Acredito que Deus tem seus planos e entendo que foi Ele quem moveu meu coração e o do marido a mudar de idéia.

Compreendo muito a Rosi, mas um dia esse sentimento pode mudar. De qualquer forma, só ela e o marido podem definir isso. Ninguém tem o direito de julgá-la.

Um beijos pra vcs.

Mariana disse... [Responder comentário]

Eu sou filha [unica, tive o melhor que meus pais puderam me dar... E sinto MUITA MUITA falta de um irmão...
Por isso, mesmo q minha filha tenha q dividir mais coisas e ter menos brinquedos, ela vai sim ter um irmão ou uma irmã... Irmão divide a nossa história de vida. Quando faltam os nossos pais, eh a unica pessoa do mesmo sangue, q vai estar ao seu lado sempre e te apoiar, lembrar dos pais com o mesmo carinho, lembrar de momentos da infância que o outro talvez não se lembre...
Eu tive uma vida muito confortável, a melhor escola, um bom médico, a melhor escola de inglês, boas roupas, etc...
Mas hoje o que eu queria mesmo, era ter alguém q eu tivesse dividido a minha história com alguém...

O Mundo é de Todos! disse... [Responder comentário]

Me parece que criar filhos, na sua opinião, se tornou algo caro e complicado e por isso decidiu por ter um filho só.
Este é somente um lado da visão.
Com o planejamento humanista talvez não tivesse a mesma ideia. Onde criar crianças vai muito além de uma escola comum, dos brinquedos de plástico e doces.

Alguma vez já procurou saber sobre o aspartame nos doces que são impostos às crianças? Todo doce comum tem! E o glutamato monossódico?
http://garantindogeracoes.blogspot.com/2011/05/alimentos-de-risco-segredo-exposto.html

E quanto aos produtos de higienes dos bbs, nunca questionou sobre eles?
E qnto ao óleo mineral (petróleo)nos produtos para bbs?
http://garantindogeracoes.blogspot.com/2011/05/verdade-sobre-o-oleo-mineral.html

http://www.youtube.com/watch?v=tYF8mgyx0L0

E qnto a usar produtos comuns, fraldas descartáveis?
http://garantindogeracoes.blogspot.com/2011/05/fraldas-descartaveis-ou-de-pano.html

Ftalatos e bisfenóis nas mamadeiras, brinquedos...

Uma infância plastificada!
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/infancia-desplastificada-296068_post.shtml

São todos produtos que causam cânceres, procure saber:
http://www.youtube.com/watch?v=ZJIioUnlx50

Então como pode perceber: ter somente ele não irá garantir melhor conforto ao seu filho, se não forem feitas as melhores escolhas!

Se pensa no futuro dele, pense no futuro que deixará para ele. E busque maiores informações das melhores escolhas.
No futuro... ele vai te agradecer!

Isto é fazer a diferença neste mundo!
Abraço
'Garantindo Gerações'

Adriane Pinhate disse... [Responder comentário]

Muito legal o que a Mariana falou! Pelo decorrer da vida, é normal que os Pais se vão primeiro! E o filho, sem irmãos, ficará sozinho. Sem ter com quem dividir a dor, a perda, e nos momentos bons, também não terá com quem dividir (claro que estou falando do mesmo sangue... ).

Hoje a Rosi pensa assim, mais ninguém sabe o futuro!

O momento que ela está é de curtir o primeiro filho! E que viva intensamente esse momento, porque passa rápido!

luciane disse... [Responder comentário]

Eu tenho uma irmã com grande diferença de idade e com quem não mantenho muito contato (por vários motivos), quando ela nasceu eu já era adolescente. Bem, odiei ser filha única e o que eu mais queria era alguém para partilhar meus brinquedos, minhas roupas e minha vida. Hoje, por conta da distância que há entre nós, continuo filha única... e continuo ODIANDO. É pessimo ser sozinho, porque não há amigo no mundo que substitua um irmão! Ou sua família. Na hora do aperto é só com eles que podemos contar. E nada melhor do que ter alguém que partilhe sua história de vida. Felizmente eu tenho uma prima que faz as vezes de irmão, minha fiel companheira de toda a vida, temos quase a mesma idade e nossa relação é sensacional.
Tenho 4 filhos e é maravilhoso ver como eles são amigos e se dão super bem (16, 14, 12, 7), ainda que sejam filhos de uma família moderna (a mais velha é do meu primeiro casamento, os do meio são do primeiro casamento do Leo e a Bea é "nossa"). A relação deles é maravilhosa, repleta de amizade e cumplicidade, aliás se unem contra nós. E tenho certeza que serão unidos e felizes quando nós faltarmos.
Eu sei o quanto é triste não ter alguém para lembrar daquele natal em que o tio foi desmascarado...
É difícil? Lógico que é. Custa caro? Lógico que custa. Mas vou falar, casa vazia dá depressão. Talvez quando somos novos (antes dos 30) a vida é tão agitada que nem pensamos nisso, mas depois dos 40 ficamos mais introspectivos e a vida em família faz falta e não há amigo que substitua a alegria de uma mesa de natal repleta de gente.
No mais, criar um dá muito mais trabalho do que criar 4, digo isso por experiência própria. Com irmãos eles se distraem, brincam,criam o mundo deles. E ninguém morre por não ter um tênis ou um brinquedo. Mas de solidão este mundo está cheio e tristeza mata.
Pensem mais no ser antes de privilegiar tanto o ter.
Esta é a opinião de uma mãe de 4 que todos os dias quer esganá-los, mas que sente uma solidão infinita quando a casa fica vazia.
Beijos

Rosi disse... [Responder comentário]

Meninas

Antes de tudo quero muito agradecer à Bonfa pelo convite e pelo espaço de expor minha opinião. Me sinto lisonjeada, afinal vi esse blog nasceu e sempre acompanho.

Realmente, essa é a minha decisão atual e é claro que pode mudar. Como disse no texto, tenho mais três irmãs e minha casa sempre foi cheia. Mesmo com todas as dificuldades, sempre fomos felizes quando pequenas.

Respeito quem deseja ter uma família numerosa, respeito que deseja não ter filhos, acredito que a individualidade é importante. E é isso que me faz vir aqui e me expor dessa maneira.

Sim, eu me transformei qdo me tornei mãe, e sou infinitamente melhor. E por ser um ser mais pensante e equilibrado, busco isso para minha família. Talvez daqui há algum tempo, eu venha aqui novamente dizer que mudei de opinião e vmaos aumentar a família, talvez...

Enfim, agradeço o comentário de todos, li cada um com bastante cuidado e carinho e convido-os a conhecer meu blog, cantinho onde registro o desenvolvimento do Dudu e minhas experiências como mãe.

Um forte abraço a todos e um beijão especial à minha querida Bonfa

Safira disse... [Responder comentário]

Quando tive minha primeira filha, eu tbm pensava do mesmo modo, achava que era mais facul criar e educar melhor apenas um filho.
Mas nossas vidas são conduzidas por Deus sempre.
Meus casamento ja não estava lá essas coisas, inexplicadamente perdi parte da minha audição, quando fui ao medico, ele disse que eu não poderia mais tomar anti-concepcional, pois esse remedio aceletava minha perda auditiva, com isso parei o remedio.
um mes depois de ter parado engravidei, mesmo tomando cuidadose ainda com o proposito de ter somente um filho mesmo, pois eu ja me sentia realizada como mãe, mas quando soube que estava gravida novamente me enchi de alegria, amei aquele serzinho lindo que crescia dentro de mim, ele nasceu de 8 meses, e inexplicavelmente no dia do aniversario do pai delem esse inexplicavelmente,,acompanhou a vida de meu filho sempre, até os 12 anos de idade sempre foi uma criança saudavel, nem gipe ele pegava, quando adoeceu pela primeira vez, ele passou por uma bateria de exames e nada dava, ninguem sabia explicar o que caisava a doença nele, mas foi tratado e ficou bem, seis meses depois adoeceu novamente e outras enfermidades foram aparecendo e ele sendo tratadi, até que conseguiram diagnosticar a doença era trombofilia, o sangue dele coagulava dentro do organismo; essa é uma doença genética, ele nasceu com ela, mas essa doença assim como rara é traiçoeiram pois não escolhe idade, data pra se manifestar, ele começou tratamento com anticoagulantes, ficou um ano sem sentir nada, mas acabou adoencendo novamente e veio a falecer com 14 anos.
Meu filho me ensinou muito, foi um presente de Deus, e hj quem me conforta, quem me mantem viva é munha filha, ai fico pensando, e se eu tivesse apenas um filho e ele partisse assim? sei que essa dor é grande demais, mas posso garantir, que quando temos mais um filho pra dar apoio pra ta junto da gente, essa dor tornasse mais suportavel.
Deus rege nossos destinos, e digo, filhos é a benção em nossas vidas, e se eles tiverem que vir, eles virão quer a gente queira ou não.

Rosemere Cordeiro disse... [Responder comentário]

Eu tenho uma filha de 11 anos e um filho de 7.

Qundo eu tinha somente a primeira, cheguei a cogitar a ideia de ter um filho somente (eu sou a segunda de uma família de oito irmãos).

O que me fez mudar de ideia foi pensar que ela poderia conquistar na vida tudo o quisesse, em termos materiais e etc. Mas, só eu poderia dar uma coisa que ela não conseguiria em lugar algum: um irmão. Alguém que teria uma história parecida, alguém de sangue para compartilhar, alguém para contar para toda a vida.

Com certeza, a gente toma decisões baseando-se na nossa experiência de vida. Mas, quem garante que o outro vai ver a vida da mesma forma? Quem garante que o nosso filho olharia a vida da mesma forma que nós? Eu sempre herdei roupas e calçados da minha irmã, fui de uma família pobre e nem por isso vejo como algo ruim. Se eu pudesse escolher entre ter uma vida de certa forma confortável e ter irmãos, eu não teria dúvidas: escolheria ter irmão, vários!


Bjos!

Rose

Vivien Morgato : disse... [Responder comentário]

Eu sou mãe de Um. Meu primeiro casamento acabou e meu segundo casamento - apesar dele querer muito um filho - não me dava segurança suficiente para isso.
Continuei com Daniel.;0)
Ele, quando pequeno, chorava porque queria um irmão....gêmeo. Acredite.
Hoje adora ser filho único e eu adoro ter um filho único.;0)

Noivinh@ Cid@ disse... [Responder comentário]

Nossa me emocionei com o comentário da Mariana, tenho 2 irmãs e claro temos nossas diferenças, porém não vivemos uma sem a outra, na verdade não imagino minha vida sem elas, ainda não tenho filhos, mas tenho 2 sobrinhos e agora 1 a caminho, mas amo tanto os pequenos, porém não me sinto preparada para aumentar a família, mas eu creio que no tempo de Deus esse desejo vai tomar conta de mim, assim como no texto da Rosi, Rosi curta o Eduardo e deixe que o tempo dirá o que é melhor.

Seja Feliz!!!!

bjssss

Cid@

AUDENI OU Dona Mocinha disse... [Responder comentário]

Oi Kátia, tudo bom?

Sou filha única, não por escolha da minha mãe e sim pq. sempre teve dificuldade em engravidar.
Esta dificuldade acabei herdando, tanto que tento engravidar há anos e não consigo, mas ... continuo tentando!

Qd. era criança adorava ser filha única, afinal todas as atenções, os mimos e presentes era tudinho p/ mim!!!

Agora adulta, e bem adulta - mas não conto a idade, rsrsrs - com uma mãe já numa certa idade ... é muuuuuuito difícil!!!
Gostaria de ter irmãos, não só p/ dividir a atenção p/ com minha mãe, despesas, mas para ter um amigo-irmão(ã), sempre achei bonito famílias grandes.

Hoje minha família é grande, só de filhos de 4 patas temos 14, LINDOS, MARAVILHOSOS, INTELIGENTES, e muitos outros adjetivos.
Mas se EU TIVER A GRAÇA DE ENGRAVIDAR, GOSTARIA DE TER 3 FILHOS, SOMENTE UM, JAMAIS!!!!, se tiver somente um de sangue, quero adotar mais uns 2, estou trabalhando p/ isto, rsrsrs


Beijos e ÓTIMO DOMINGO E INÍCIO DE SEMANA



Audeni

Tia elvinha disse... [Responder comentário]

Meu Deus,que lindo texto!!Parabéns e que ela saiba o que realmente será bom tanto para ela quanto para o filho.Tenho 46 anos,um filho de 23 e hoje me arrependo profundamente de ter feito a escolha de ter um único filho.Acho que para ele ter um irmão/irmã seria muito bom pois nossa família é pequena,mas agora já é tarde,vou tocando a vida da melhor maneira possível mas sempre me perguntando:por que só um filho? Assim quis o Senhor?Quem sabe um dia eu terei a resposta.Beijussss.

Cláudia Franco balões disse... [Responder comentário]

Olá, acho que esta é a primeira vez que comento por aqui...
Amo criança! Nasci pra ser mãe, ...cresci ouvindo isso! Tenho 2 irmãos, mas não sei se os tenho realmente...
Bom, quando engravidei a primeira vez, foi a grande festa na família! Perdi nos primeiros meses de gravidez.
Engravidei novamente e outra vez perdi meu bebe.
Na terceira vez tive uma gravidez super vigiada, mas divinamente feliz! Marina chegou com festa no centro cirúrgico!
Foi aí que decidimos eu e meu marido, que embora meu sonho fosse ter mais filhos, a nossa pequena seria nossa grande razão de viver e que não teríamos mais filhos pelas mesmas razões comentadas neste post.
Melhor seria criar um filho bem criado que muitos pela metade...
Ahhhh mas quem somos nós?
...Assim como perdemos sem querer, ganhamos sem planejar! Depois de 6 anos, certos de termos tomado a melhor decisão, me vi grávida novamente! Minha segunda filhota nasceu quando eu completava 40 anos e justamente numa época em que passávamos por muitos problemas que abalavam nossa estabilidade financeira e pra completar... 2 dias após o falecimento da minha sogra a quem eu carinhosamente chamava de "mama". Nossa vida estava literalmente revirada! Mas não cabia a nós tal decisão...
Hoje, temos nossas 2 razões de viver: Marina, com 13 e Clara com 7 anos. Não tem coisa melhor nessa vida que um sorriso e um beijo de nossas filhas!!!
Aos poucos a vida foi se moldando, as dificuldades sendo administradas e chego a conclusão de que muito do que julgávamos fundamental para nossas filhas, se transformou com o tempo!
Hoje, já podemos novamente dar um estudo de boa qualidade, um plano de saúde para elas, mas o que temos de melhor a lhes dar é sem dúvida, muito, muito amor, muito carinho!
Beijinhos carinhosos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

Gente, li todos os comentários e adorei saber a opinião de vocês!!!! Sinceramente, penso que cheguei a mudar alguns conceitos... Um beijo pra todas e um MUITO OBRIGADA à Rosi pelo texto que proporcionou uma ótima troca de informações e fez tanta gete refletir sobre o assunto.

Feito a Mão disse... [Responder comentário]

OI, meninas, decisão difícil essa de ter um filho, ou ter dois, ou não ter nenhum. Cada caso é um caso e não acho que existam fórmulas de sucesso. Devemos avaliar o que nos cabe melhor. como disse a Claudinha aí em cima, uma pessoa a quem estimo muito e admiro há muitos anos, ninguém decide realmente nossa vida, quem somos nós para decidir? No máximo fazemos escolhas, o resultado que elas terão, só Deus sabe.

Bjs nas duas.

Ateliete® disse... [Responder comentário]

Lindo o relato de amor da Rosi! Olha enquanto os filhos estão assim tão pequeninos, muitas mamães pensam em ter apenas um mesmo, mas eles vão crescendo e sentem falta de um parceiro e a mamãe sente falta do "bebezinho" e acabam decidindo por um segundo - rs!! J;a vi tanto isso!
Porém independente dele ter irmãos ou não, ele tem o essencial que é o AMOR!
Seu filho é lindo Rosi, parabéns!
Kátia gostei muito da convidada, e do seu texto no final, contando do autorama, concordo que seu pai se presenteou... O bom de tr crianças são essas desculpinhas, qdo da vontade de fazer criancice dizemos que são para os filhos ;-)

um beijo com muito carinho.
Eliete

Marta disse... [Responder comentário]

Eu sou filha única e tenho plena certeza que meus pais fizeram e fazem de tudo para que eu tenha uma vida confortável.
Agora estou a espera do meu primeiro filho. Gostaria de ter no máximo, mais um. Sei que deve ser muito trabalho e dedicação, mas é um desejo. Vamos ver se conseguimos tornar realidade...
Vamos deixar o primeiro vir e ver comos erá.. que venha com muita saúde...
Beijos

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