segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um dia em Bergen, Noruega: a cidade mais chuvosa da Europa

De acordo com as fontes oficiais, aqui chove em média 235 dias por ano, mas os moradores dizem que são mais de 300!

O charmoso Bryggen no centro histórico de Bergen

Detalhe da escultura de cervo em uma das casas mais famosas do Bryggen

Os delicados jardins da praça Torgallmenning

Casa de 1790 reconstruída na Gamle Bergen
O meu polêmico prato de baleia

Vista da cidade a partir do Monte Fløyen

Depois que concluí o post sobre Dresden, na Alemanha, me animei a procurar fotos de viagens antigas e publicar os relatos dessas experiências. Na verdade, quando uso o termo “antigas”, quero dizer “nem tão recentes”, já que é complicado escrever sobre os lugares que conheci nos anos 90 porque faz bastante tempo e muita coisa mudou. Não seria algo útil para os leitores do blog, embora talvez fosse interessante pra mim registrar essas memórias. De qualquer forma, guardo as fotos (mesmo desbotadas) de todas as viagens que fiz.

Sendo assim, o post de hoje é sobre um dos países mais lindos que conheci nos últimos anos, a Noruega. Essa viagem aconteceu em 2008 e na época contratamos uma excursão que mereceu muitos elogios. Não lembro o nome da agência que fez a reserva no Brasil, mas a empresa que nos levou para visitar a Finlândia, Suécia, Dinamarca e Noruega foi a SATO TOURS.

Viajar pela Escandinávia é bem caro. Os países são muito prósperos e oferecem ótima qualidade de vida. Segundo o Emílio, nosso maravilhoso guia, o desconto do imposto de renda lá é altíssimo, mas ao envelhecer, a população pode contar com assistência médica, exames, medicamentos e, em alguns casos, até comida gratuita. Isso sem falar na educação, nas atividades culturais, no lazer e no respeito ao consumidor. Lembro que o Emílio mencionou o fato da prefeita de uma determinada cidade ser casada com um gari e que os dois recebiam um salário parecido. Achei isso o máximo e nunca esqueci! Quer dizer que existe um país onde qualquer profissão é bem remunerada? Uau!!!!! As pessoas não precisam se render a um trabalho que não gostam para garantir a estabilidade e um salário digno? Uau!!!!!

Isso me fez admirar as políticas públicas da Noruega, mas certamente não é um país onde eu gostaria de morar por outras razões, como o frio. Eu adoro baixas temperaturas, mas no verão em Bergen a temperatura média beira os 14 graus e, segundo a população local, chove durante 300 dias por ano: imaginem isso!!!!!

Chegamos na cidade no finalzinho da tarde e o Emílio estranhou que não estivesse chovendo, o que aconteceu algumas horas depois, rsrs! A minha primeira impressão de Bergen foi a de uma cidade-símbolo norueguesa. As casinhas de madeira enfileiradas à beira do porto não me pareceram estranhas. Procurei não ver muitas imagens das cidades que eu iria visitar nessa viagem, mas Bergen era exatamente como eu imaginava!

Antes de chegarmos a Bergen, fizemos um passeio deslumbrante pelos famosos fiordes noruegueses e, em seguida, viajamos de ônibus por estradas onde era possível avistar belíssimas propriedades rurais incrustradas em penhascos que mergulhavam nas águas geladas dos rios. As folhas alaranjadas, avermelhadas ou amareladas das árvores completavam esse cenário bucólico e encantador! Prometo um dia escrever um post sobre essa experiência.

Como já era tarde para fazer um passeio de reconhecimento pela cidade, deixamos as bagagens no hotel e fomos jantar em uma das casas de madeiras de Bryggen que abrigam charmosos bares, cafés e restaurantes.

Como estávamos na Noruega, pensei logo em pedir um prato de bacalhau, o que foi desaconselhado pelo nosso guia. Segundo ele, se a gente gosta dos pratos de bacalhau portugueses, não vale a pena experimentar um prato típico norueguês, que tem muito menos tempero e poucos acompanhamentos. Parece que o bacalhau em si é de boa qualidade, mas a maneira de cozinhá-lo é meio sem graça.

Meu pai pediu um delicioso halibute, o peixe da foto acima, que é bem comum nessa parte do mundo e estava desmanchando na boca de tão macio!

Minha mãe pediu um salmão que estava fresquinho e bem rosado e o Marcelo optou por alce, que assim como a rena, tem uma das carnes mais tenras e saborosas que já experimentei.

Eu resolvi encarar um prato mais “exótico” e “típico” da Noruega: a baleia, cuja caça é liberdada em determinadas temporadas. Na época, eu não sabia nada sobre a indústria baleeira e confesso que só procurei me informar quando escrevi esse post. O que encontrei AQUI e resume a polêmica, é o seguinte: “A caça às baleias na Noruega é realizada por meio do uso de arpões explosivos que, de acordo com dados do próprio governo, não conseguem, em 20% dos casos, provocar a morte imediata das baleias, levando-as a um sofrimento lento, e matando-as de forma dolorosa. (…) Joanna Toole, Gerente de Mamíferos Marinhos da WSPA, afirmou: “Nesse momento em que é iniciada a temporada de caça às baleias na Noruega, precisamos ter em mente que não há qualquer meio humanitário para a matança de baleias no mar.”

Hoje em dia eu não teria experimentado carne de baleia, mas também não sei como são mortos os alces, as renas, as vacas, os porcos, os camarões, as lulas e outros tantos animais que consumimos. Li que os melhores Chefs preferem cozinhar lagostas vivas que morrem ao entrar numa panela com água fervendo, que tortura!!!! Espero nunca ter comido uma dessas!

Na verdade, nos últimos meses reduzi o consumo de carne em geral e pretendo continuar fazendo isso. Não tenho a pretensão de me tornar vegetariana, mas admiro muito quem vive dessa maneira.

Ah, esqueci de contar o que achei do prato: ruim! Textura de carne vermelha com cheiro de peixe e sabor pouco pronunciado. O Marcelo achou a mesma coisa, mas a gente pode ter sido influenciado pelo fato do mamífero viver no mar.

No dia seguinte, acordamos cedo e tivemos a sorte de encarar um dia nublado, mas sem chuva!

Pesquisei um pouco sobre a história da cidade e descobri que ela foi fundada em 1070, tendo sido a capital do país até 1299, quando Oslo passou a assumir essa função. Ainda assim, continuou sendo a maior cidade da Noruega até a década de 1830.

As casinhas tortas do Bryggen

Hoje em dia, Bergen é a segunda maior cidade do país, com uma população de apenas 250 mil habitantes. A cidade está cercada por sete montanhas, o que lhe garante uma linda paisagem, mas também o título desse post: “a cidade mais chuvosa da Europa”.

Bergen é um centro de cultura e de comércio que atrai muitos estudantes para a sua universidade. O renomado compositor Edvard Grieg (autor de Peer Gynt) nasceu e viveu na cidade e lá compôs várias de suas famosas peças. É também um destino turístico muito procurado tanto pelos noruegueses quanto pelos estrangeiros por ser um dos principais pontos de parada dos cruzeiros que navegam nos mares do norte da Europa.

O ancoradouro de Vagen, no porto de Bergen, abriga os antigos depósitos de Bryggen, uma sequência de casas de madeira hoje ocupadas por restaurantes, cafés, lojas de souvenirs e alguns museus.*

Entrando em uma das ruelas de Bryggen, é possível ter uma ideia de como Bergen deveria ser na Idade Média.

Quando Bergen prosperava com o comércio da Liga Hanseática, essas construções medievais passaram a armazenar produtos vindos de todo o Báltico. Feitas de madeira, foram destruídas e reconstruídas inúmeras vezes. Entre suas principais atrações está o Museu Hanseático, que conta um pouco da história da liga mercante germânica.*

Hoje em dia, o que sobrou da estrutura original é somente um quarteirão recuperado que passou a integrar a lista dos patrimônios da UNESCO. Trata-se de uma espécie de museu vivo e ao ar livre, que exibe parte da história cultural da região.

Se não me engano, o dia que passamos na cidade era um domingo de outubro e por isso o Museu Hanseático só abriu no final da manhã. Aliás, havia muita coisa fechada ou com horários de funcionamento reduzidos por ser o começo da baixa temporada. Normalmente viajamos nesse período, que nos agrada muito porque obtemos descontos  em passagens, ingressos para atrações variadas e encaramos menos filas.

O final do quarteirão do Bryggen

Dizem que o mercado de peixe de Bergen é uma parada obrigatória para os turistas. Segundo minha pesquisa, trata-se de um local animado nos dias de verão, mas no domingo de outono em que estivemos lá, estava bem calminho. Vimos poucas barracas que vendiam uma variada gama de peixes e mariscos, incluindo uma espécie de salame de baleia. Antes de tirar a foto acima, conversei com o atendente de uma das barracas, que era português e estava há algum tempo morando na Noruega. Como eu adoro bater um papo, perguntei o que ele achava do país, do clima etc., e ele disse estar gostando da experiência, apesar do incômodo dos dias frios e curtos e da dificuldade com o idioma.

A programação do dia era encontrar o pessoal da excursão para uma visita guiada na parte da manhã, mas como praticamente madrugamos, tivemos tempo de explorar um pouco a cidade antes do horário marcado.

As 12 esculturas de bronze da foto acima fazem parte do “Monumento ao Marinheiro”, uma homenagem aos navegantes que contribuíram para a prosperidade da nação desde a época dos Vikings.

Caminhando pela Torgallmenning, a praça principal do centro de Bergen, encontramos belos jardins floridos, esculturas e espaços de lazer.

Jardim florido na Torgallmenning

Não lembro exatamente do que conhecemos no passeio agendado pela excursão, mas acho que houve um breve city tour de ônibus antes de descermos na Gamle Bergen, ou literalmente, Velha Bergen.

Trata-se de uma cidade reconstruída com aproximadamente 50 casas de madeira datadas dos séculos XVIII, XIX e XX. Muitas delas foram transportadas de outras localidades para fazer parte desse museu à céu aberto que abriga também antigas lojas e oficinas.

A experiência permite “voltar no tempo” e vislumbrar a Bergen de outras épocas. A casa que aparece nas duas fotos acima foi construída em 1790 para um rico comerciante da cidade e era sua residência de verão. Verão? Pois é, um verão de 14 graus, brrrrrrr…

Quando o passeio com o grupo da excursão terminou, eu e o Marcelo subimos o Monte Fløyen por um funicular e lá de cima apreciamos belas vistas da cidade.

Vista de Bergen a partir do Monte Fløyen

O verde onipresente das sete montanhas que circundam a cidade é relaxante. Bergen é tão bem planejada e “arrumadinha” que mais parece uma maquete!

O funicular nos levou lá em cima rapidinho, mas a vista mais estonteante da cidade é a que pode ser contemplada do monte Ulriken, que tem 642 metros de altura. Ele fica encoberto em dias nublados e talvez a estação de bondinhos (cable cars) que faça esse trajeto estivesse fechada. Há uma trilha para se chegar ao topo do Ulriken, mas são necessárias 5 horas de caminhada. Não lembro exatamente qual foi a programação do dia, mas tenho certeza de que nós não dispensaríamos esse passeio se houvesse tempo e disponibilidade!

De qualquer maneira, desfrutamos de momentos agradáveis admirando a paisagem do mirante.

Lá em cima havia uma floresta típica europeia com árvores altas, úmidas e cheias de musgo. Demos um passeio pelo local e depois retornamos à parte baixa da cidade caminhando. É o que todo mundo recomenda fazer e realmente vale a pena!

Passamos por ruas estreitas e admiramos belas construções.

Eu simplesmente A-D-O-R-O esse clima de cidade pequena europeia! Sei que já escrevi isso um monte de vezes, mas não canso de repetir! Um dos programas que mais gosto de fazer em centros históricos medievais é caminhar, caminhar, caminhar e passar várias vezes pelos mesmos lugares em diferentes horas do dia.

Fachadas de edifícios no centro de Bergen

Até o Mc Donald’s da cidade é fofo e fica num prédio construído em 1710!

A Johanneskirken, construída em 1894, é considerada uma das igrejas mais bonitas da Noruega no estilo neo-gótico. Essa foi a última foto que tirei na cidade antes de voltar ao hotel, pegar as bagagens e embarcar novamente no ônibus da excursão.

Logo depois de deixarmos Bergen, o ônibus parou nessa cachoeira para tirarmos algumas fotos. Nós havíamos visto quedas d’água bem mais impressionantes nos fiordes, mas essa possuía um detalhe curioso: o desenho de uma espada estampado na rocha. Infelizmente, não consegui descobrir o nome dessa atração turística onde permanecemos por alguns minutos antes de seguir adiante.

E assim terminou mais um relato de viagem que adorei escrever! Pesquisar sobre os lugares por onde passei traz algumas memórias à tona e me faz reviver momentos preciosos… espero que a empolgação continue e que eu produza muitos posts de viagem esse ano!!!!

Um grande beijo pra todos com votos de que a vida nos presenteie com lindas memórias!!!!

*Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bergen
http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Hanse%C3%A1tica
http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/noruega-bergen
http://wp.clicrbs.com.br/viajandocomarte/2011/12/21/um-roteiro-pela-noruega-fjords-bergen-e-flam/
http://www.visitbergen.com/en/
http://wikitravel.org/pt/Berga
http://www.bergen-guide.com/353.htm
http://www.flickr.com/photos/24736216@N07/3198628029/in/photostream/
http://brenob.wordpress.com/2007/07/22/bergen/

Bonfa-ass

11 comentários:

Ana Elisa Mussolino disse... [Responder comentário]

Ai q cidade linda ! Amo esse clima frio...tipo da serra gaúcha. Quando visitei Canela,me impressionei com a beleza do lugar. Se parece mto com Bergen

bju.
Ana Elisa Mussolino

Eu que fiz... ou quase isso disse... [Responder comentário]

Katia eu fico boque aberta com seus relatos e admirada como você tem uma capacidade de nos prender nos textos dos relatos, não é tão formal como algumas revistas, mas tb não é tão informal como um ponto de vista único, das poucas viagens que fiz com guias turísticos posso garantir que vc seria uma excelente, aliás em quantas vertentes vc poderia trabalhar além das funções que já exerce!
Eu adoro ver as fotos isso é fato, mas adoro saber costumes, curiosidades dos locais, fico maginando como é a vida destas pessoas, é de ficar abismada, nunca que uma prefeita aqui no Brasil casaria com o Gari(seria um milagre) ou ela estaria roubando a prefeitura para sanar o deficit do salário dele.
E Prato de Baleia!eu como pouca carne, assim como vc não pretendo ser vegetariana ou vegano mesmo, mas admiro muito que é!!
E A igreja que linda! agora descobri que a terra da garo não é minha querida São Paulo!

Bjs

Gélia

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Ana Elisa MussolinoAna Elisa, boa lembrança! A cidade tem um "quê" de serra gaúcha mesmo! Quando estivemos lá, o clima estava delicioso... até porque adoro o friozinho e também adoro vestir um sobretudo, rsrsrs! Tenho mais casacos do que blusas de alcinha, rsrs! O verão de 14 graus é que desanima... e a chuva também! Mas é uma cidade bem fofa mesmo, deliciosa para visitar! Um super beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Eu que fiz... ou quase issoGélia, que feedback lindo! Amei seu comentário e fiquei toda derretida! Eu amo viajar e amo também preparar esses relatos pra relembrar momentos especiais! Eu gosto de coisas variadas mesmo e por isso sempre estranho quando alguém diz que gosta só de uma única coisa. Como assim? Acho que muita gente está insatisfeita com a profissão porque normalmente o ser humano tem vários interesses ao mesmo tempo e, ao longo da vida, eles mudam! POr isso vejo tanta gente trocando de profissão... eu sei que fiz a escolha certa em termos de carreira porque adoro minhas atividades de design, mas quem sabe eu seria uma boa turista profissional????? Rsrsrsrs! Eu amei trabalhar com intercâmbio nos anos 90 e sinto saudade daquela agitação toda e de me comunicar em inglês durante o expediente com gente do mundo inteiro... era bom demais e deixou uma saudadezinha gostosa! Sobre a prefeita e o gari, essa história despertou minha veia socialista. Gostaria que o mundo fosse mais justo e que as oportunidades de trabalho fossem iguais para todos, assim como os rendimentos. Fico triste quando descubro que mais um colega designer se rendeu aos concursos públicos pra ganhar bem e ter estabilidade em troca de desperdiçar seu talento e ser infeliz durante a maior parte do dia. E assim continuo sonhando com um Brasil melhor em que cada um tenha a chance de ser feliz e ganhar bem trabalhando na área que mais gosta! Um super beijo, Gélia!!!!

Especiarias Doces disse... [Responder comentário]

Oi Kátia!
Que lugar lindo!! Dá uma vontade de morar lá, nem que seja por pouco tempo. Engraçado é que os estrangeiros pensam a mesma coisa em relação ao Brasil. Eles sonham em morar aqui!
Eu tenho uma amiga vegetariana e depois que conversei com ela sobre isso, diminuí um pouco o consumo de carne. Acredito que me falta força de vontade para não comer mais carne. Nunca experimentei (e nem tenho coragem!) essas carnes exóticas, nem mesmo lagosta porque já sabia disso.
Mais uma vez você encheu meus olhos com belas imagens e enriqueceu um pouco mais a minha cultura, hehe.
Beijos grandes,
Fernanda.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Especiarias DocesOi, Fernanda! Ah, menina, eu bem que gostaria de morar na Noruega por um tempo... na verdade, em praticamente qualquer país da Europa por onde passei. Lá é tão rico em termos de história e cultura, né? E a gente só leva uma ou duas horas pra cruzar as fronteiras e conhecer um país completamente diferente! Acho isso um privilégio enorme!!!!!! Sobre a questào da carne, eu exagerei em reduzir muuuito o consumo e acabei ficando anêmica! Então na semana passada estivemos no Uruguai e só comi carne pra compensar. Mas hj comprei soja e outras proteínas no Hortifruti. Também acho que me falta força de vontade para ser vegetariana, a não ser que alguém cozinhasse pra mim, rsrsrs! Ou que os restaurantes vegetarianos fossem mais acessíveis. Fiquei com a maior pena das lagostas quando descobri como são preparadas pelos chefs renomados, é muuuuita crueldade! Um amigo meu viu um documentário em que a lagosta estava viva no prato e emitia um som, tipo um grito! E os comensais a consumiam sem o menor constrangimento! Bom, nào provo mais carne de baleia e vou me informar melhor sobre o que consumo, mas te confesso que gosto de experimentar comidas "exóticas", principalmente quando viajo para um lugar onde não devo voltar tão breve. Um super beijo e tenha uma linda semana!

Milena disse... [Responder comentário]

Katia,parece aquelas cidades de contos infantis.Que coisa linda!!
Os países nórdicos parecem perfeitos,né?Mas são os mais desenvolvidos então eles estão perto do ideal.
Adorei as fotos e o relato,agora vou abrir o cinto e descer,rs!!
bjs

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MilenaMi, é verdade! Os países nórdicos tem essa cara de cidade de conto infantil! O mais lindo são as paisagens do interior da Noruega e aquelas casinhas de boneca debruçadas nos lagos cercadas de pinheiros. É uma visão sensacional, de tirar o fôlego mesmo! Um dia publico um post sobre os fiordes e as paisagens lindas que encontramos pelo caminho! Um super beijo!

K disse... [Responder comentário]

Eu iria adorar viver numa cidade onde chove o ano inteiro. Amo chuva!

Não somente os melhore chefes cozinham as lagostas vivas. Em todos os restaurantes que fui nos EUA havia grandes aquarios com lagostas vivas para serem escolhidas pelos clientes antes do preparo.
E Valon jantou com o pai num restaurante aqui de BH e as lagostas também estavam vivas.
Ja fui vegetariana por 5 anos e gostaria de ter continuado. Valon quase não come carne e vai parar definitavamente daqui algum tempo, tenho certeza.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@K Kathia, eu realmente queria não gostar de carne... o pior é que o tipo de carne que mais gosto é justamente a vermelha. Não ligo pra frango ou peixe branco, mas adoro um camarão, uma lula, uma casquinha de siri... e lagostas também. Será que todas são cozidas vivas? Nossa! Na verdade, comi poucas lagostas em restauramtes, mas meu pai já fez muitas receitas em casa e elas nào estavam vivas, posso garantir, rsrs! Quer dizer que vc adora chuva, hein? Como moro no Rio e aqui o sol é praticamente onipresente, também adoro um dia nublado e uma chuvinha, mas 300 dias por ano eu não iria aguentar e pensaria que eu era feliz e nào sabia, rsrs! Um grande beijo!

Marianna disse... [Responder comentário]

Amei Bonfa!
Belíssima cidade, sem duvidas, um passeio inesquecível :-)

Um beijo da Alemanha,
Marianna

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