segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um pulinho em Dresden, Alemanha: como aproveitar as escalas de trem na Europa para conhecer bem uma cidade em algumas horas

A imponente Theaterplatz

Semperoper, a casa de ópera mais famosa da Alemanha

Detalhes barrocos do Palácio Zwinger

Terraço do Palácio Zwinger

Vista geral dos jardins do Palácio Zwinger

Frauenkirche, a principal igreja da cidade

Vista da cidade e do rio Elba a partir da torre da Frauenkirche

Cerejeiras em flor: o início da Primavera na Europa é tudo de bom!

Há algumas semanas, uma leitora do blog comentou que gostaria de ver alguns relatos sobre minha viagem à Alemanha, que aconteceu em abril de 2010. Parece que ela leu meus pensamentos porque eu tinha acabado de encontrar uma pasta no computador com fotos de Dresden já selecionadas para um post. Não lembro quando separei essas imagens, mas deve ter sido logo após a viagem. Elas ficaram esquecidas por um tempo, mas as recuperei e decidi relembrar esse passeio tão bonito. Nós passamos também por Munique, Fussen, Nuremberg, Berlim, Potsdam e Dachau. Com o tempo, pretendo desenvolver relatos sobre todas essas cidades, mas não vou prometer isso para breve porque minha rotina pode mudar completamente de um dia para o outro e eu nunca sei quando estarei tranquila e quando estarei sobrecarregada de trabalho.

Sobre essa viagem, até hoje só consegui fazer dois posts: um resumão sobre curiosidades nas áreas de design, decoração, arquitetura, artesanato, comes & bebes e costumes; e outro sobre comprinhas. Vocês podem conferir esses relatos acessando os seguintes links:

http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2010/05/resumao-das-ultimas-ferias-um-texto.html

http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2010/05/comprinhas-que-fiz-na-alemanha-e-na.html

Escolhi essa foto em que estou dormindo no trem (e fui clicada contra a minha vontade pelo Marcelo,rsrs!) por achar que ela representa bem o começo desse passeio. Já mencionei algumas vezes o quanto prefiro viajar de trem pela Europa do que ficar horas esperando um voo no aeroporto que pode atrasar ou até mesmo ser cancelado, dependendo das condições climáticas, né? É mais barato viajar de avião, mas acho que a viagem de trem compensa porque os assentos são muito mais confortáveis, o transporte é famoso por ser pontual e suas janelas possibilitam visualizar lindas paisagens rurais, montanhas nevadas, florestas de pinheiros e cidades pitorescas ao longo do trajeto.

Normalmente compramos as passagens com antecedência no site EURAIL e dessa vez optamos pelo passe Eurail Alemanha+Austria 5 dias saver, que nos deu o direito de viajar durante cinco dias entre os dois países, podendo descer no meio do caminho entre o ponto de partida e o de chegada para conhecer outras cidades.

Bom, antes de começar a escrever sobre Dresden, gostaria de copiar aqui um trecho do relato do Marcelo que resume bem a nossa maneira de viajar, o que acho importante, tendo em vista que viajantes tem perfis, estilos, gostos e interesses bem diferentes:

“Um pouco do nosso estilo de viajar: andamos muito, geralmente o dia inteiro. Evitamos almoçar (bebemos cerveja com petiscos), mas jantamos bem, no início da noite. Dormimos cedo e acordamos cedo para passear. Não curtimos a noite/balada/night. Não vamos (mais) a museus de arte. Museus geralmente são plano B (é atração somente se chover), a não ser que seja algo de muito interesse. Adoramos passear por parques, castelos, centros históricos etc. As partes mais modernas das cidades nem sempre atraem, mas geralmente damos uma conferida. Viajo com uma mochila, que vai na mão comigo. Evito despachar bagagem (mas minha esposa faz compras (!!) na viagem, então temos de despachar alguma coisa na volta”.

Atualindo a informação, voltamos a frequentar alguns museus de arte, mas não nos sentimos impelidos a conhecê-los só porque um conceituado guia de viagem diz que tal lugar é “obrigatório, maravilhoso, sensacional”. Entretanto, quando chove, ativamos o tal plano B e visitamos museus que não estavam na nossa lista de prioridades. Com relação à mala, eu também prefiro um mochilão. Sei que muita gente discorda, incluindo o meu pai que se preocupa com a minha coluna, rs, mas eu acho muito mais confortável não precisar arrastar uma mala por ruas cobertas de neve, por exemplo. Vi uma menina fazendo isso na Suíça e morri de pena! A bagagem não saía do lugar ou então deslizava e capotava. Na Europa ainda existem muitas estações de metrô sem escadas rolantes e acreditem: subir degraus carregando uma mochila é muito mais agradável do que arrastar uma mala pesada desviando de pessoas nem sempre muito simpáticas com os turistas. Mas, enfim, essas situações tem a ver com o nosso estilo “mochileiro/econômico/despojado” de viajar. Pegando um táxi, essas questões são minimizadas ou inexistentes.

Sobre comprinhas, eu adooooro! Deixo para adquirir muita coisa em viagens porque encontro objetos diferentes que não existem no Brasil ou chegam aqui muito tempo depois com preços exorbitantes. Não ligo para grifes, não compro roupas, bolsas ou sapatos, mas objetos decorativos são a minha perdição e em 2011 precisei despachar a bagagem por conta de um faqueiro pelo qual me apaixonei na Estônia. Entretanto, em 2012 fui e voltei das viagens de férias com a mochila como bagagem de mão (mesmo tendo feito comprinhas), o que considero super prático e conveniente porque evita as filas do check-in nos aeroportos. É só chegar na hora do embarque e pronto. Depois que a gente experimenta essa sensação de liberdade, fica difícil voltar atrás!

Nossa, me empolguei na introdução, que ficou enorme! Mas agora vamos lá: pegamos o trem em Berlim rumo a Praga de manhã bem cedo. É por isso que estou dormindo na foto lá em cima, rsrs! Como nosso passe era válido somente dentro da Alemanha e da Áustria, compramos em Dresden o trecho para a República Tcheca.

Outra vantagem do mochilão ou de uma mala pequena é a facilidade de encontrar um armário que as acomode nas estações de trem. Foi o que fizemos: escolhemos um locker, deixamos as bagagens e fomos andando até o centro histórico da cidade.

Na saída da estação, havia uma grande área comercial moderna, cujo eixo é a Prager Straße, uma rua cercada de lojas, bares e restaurantes que segue até o centro histórico de Dresden. Quando chegamos, a cidade ainda estava despertando e havia pouca gente nas ruas, mas parecia ser um lugar agradável e animado, o que pudemos confirmar quando retornamos para pegar o trem no fim da tarde.

Estátua de uma Tümmerfrau em frente ao prédio da prefeitura. As tümmerfrau representam as mulheres que ajudaram na reconstrução das cidades alemães depois da guerra

Dresden localiza-se nas margens do rio Elba e possui cerca de 500 mil habitantes. A cidade tem uma longa história como capital e residência dos reis da Saxônia e é famosa por sua extraordinária cultura e esplendor artístico. Os sonhos megalomaníacos do príncipe Augusto, o Forte, fizeram dela uma das cidades mais charmosas de toda a Alemanha.

Detalhe de estátua e portal dourado do prédio da prefeitura

A cidade sofreu horrores na época da Segunda Guerra Mundial e muitas de suas construções foram completamente destruídas. Estima-se que 35 mil pessoas morreram devido aos bombardeios. Desde a reunificação alemã, Dresden é intensamente reconstruída, restaurada e transformada. Saber desses fatos torna a visita ainda mais impressionante, mas dá uma tristeza enorme ver as fotos antigas dos prédios arrasados.

Caminhando em direção ao centro histórico

As atrações mais famosas da cidade são o Palácio Zwinger, a Ópera Semper, a igreja Frauenkirche e o Castelo de Dresden.

Chegando ao centro histórico, a primeira construção que me chamou a atenção foi a bela Frauenkirche, igreja luterana em estilo barroco destruída por bombardeios durante a Segunda Guerra e reconstruída como um símbolo da reconciliação após 13 anos de trabalhos.

Atualmente a igreja está aberta à visitação pública. O edifício é um dos mais procurados pelos turistas em Dresden. Do alto de sua cúpula é possível avistar todo centro da cidade, o rio Elba e algumas áreas mais afastadas.

Como em muitos centros históricos europeus, vimos várias charretes enfileiradas esperando turistas interessados em um passeio cênico e romântico.

Nós gostamos muito de passear bem cedinho pela manhã, antes que a maioria dos turistas comece a sair dos hotéis para caminhar pela cidade.

Acho interessante observar os restaurantes abrindo, as cadeiras sendo colocadas nas calçadas e o cheirinho do café invadindo as ruas quase vazias.

A oferta de lugares para petiscar ou almoçar é grande no centro histórico de Dresden. Como não fizemos o desjejum nesse dia, eu estava ansiosa para chegar a hora de comer, mas não porque eu sentia fome e sim para poder sentar em uma dessas mesas fofas e relaxar, observando as pessoas passando pra lá e pra cá.

O prédio da Kunstakademie com seu domo estriado

Seguimos pelas ruas do centro histórico até chegar ao Brühlsche Terrasse, um terraço panorâmico que no passado fez parte das fortificações da cidade.

Os belos jardins do Brühlsche Terrasse

Marcelo no Brühlsche Terrasse

A vista para o rio Elba e um barco de passeio a partir do Brühlsche Terrasse

 

Ruas do centro histórico repletas de lojas, bares e restaurantes

Residenzschloss à esquerda e Hofkirche à direita

Se eu pudesse resumir a experiência de passear por Dresden em uma frase, esta seria: “É aquele tipo de cidade em que a gente solta um “UAU!” ao dobrar cada esquina”. Lembro bem dessa sensação e ela teve seu ápice no lugar da foto acima, que fica no finalzinho do Brühlsche Terrasse. Você avista uma escadaria e, já nos primeiros degraus, percebe a opulência das construções deslumbrantes lá embaixo.

Entre essas edificações fascinantes está o Residenzschloss, o Palácio Real de Dresden (ou Castelo de Dresden), que foi o centro do poder para os príncipes e reis saxões. O primeiro castelo erguido nesse local data de 1200 e diversos anexos foram construídos ao longo dos séculos. O prédio atual é uma reconstrução do original a partir das ruínas da Segunda Guerra Mundial.

O Fürstenzug, esplêndido mural de 101 metros de comprimento, retrata um desfile de vários governantes saxões, acompanhados de 59 cientistas, artesãos e agricultores. Foi originalmente pintado entre 1871 e 1876 para celebrar os 800 anos da dinastia Wettin, que governava a Saxônia na época.

Para que o desenho fosse resistente à água das chuvas, a pintura foi substituída em 1907 por 23 mil azulejos produzidos na cidade de Meissen. A obra é considerada a maior pintura em porcelana do mundo.

Detalhe do Fürstenzug

A Semperoper e a estátua equestre do rei Johann na Theaterplatz 

A Semperoper é a casa de ópera mais famosa da Alemanha, que abriga uma das orquestras mais antigas e renomadas do mundo, a Sächsischen Staatskapelle. O prédio é considerado um típico exemplo da arquitetura barroca de Dresden.

Construída entre 1838 e 1841, a Ópera Semper foi fechada em agosto de 1944 e destruída seis meses depois pelos ataques aéreos dos Aliados. Sua reconstrução durou bastante tempo e os moradores de Dresden foram privados de seu edifício mais proeminente até 1985. A reinauguração ocorreu exatamente 40 anos após a sua destruição.

A Theaterplatz é uma bela praça emoldurada por alguns dos marcos mais importantes da cidade, como o Palácio Zwinger, a Hofkirche e a Ópera Semper.

Outro espaço digno de “UAU!!!!” é o Palácio Zwinger, criado no ano de 1709, originalmente como uma praça cercada por construções de madeira destinada a festas, torneios e eventos promovidos pela nobreza saxã.

Um dos portais de entrada do Palácio Zwinger com cartazes de exposições

Entre os anos de 1710 e 1719, Matthäus Daniel Pöppelmann construiu o palácio em arenito ao redor da praça. Os pavilhões e galerias no lado da muralha serviam como estufas para laranjais e frutas cítricas.

O Kronentor atrás de mim

A estrutura mais fotografada pelos turistas no Zwinger é o Kronentor, o portão da coroa, que fica na entrada principal do complexo e pode ser observada de vários ângulos.

Marcelo e o Kronentor, o portão da coroa do Palácio Zwinger

Parte do interior do Zwinger é ocupada por museus. Pelo que li, o Acervo de Porcelana de Dresden é considerada uma das mais completas coleções de porcelana do mundo. Outra grande atração é o Arsenal, com uma valiosa coleção de trajes e armas cerimoniais.

A arte barroca do Zwinger é caracterizada por esculturas de divindades da mitologia grega.

O Nymphenbad

Junto ao pavilhão da muralha está o Nymphenbad (Banho das Ninfas). Essa obra escultural é considerada uma das mais belas fontes barrocas da Alemanha.

Passeando pelos terraços do Zwinger

Vista geral do Zwinger

Prédios de arquitetura barroca do Zwinger

Depois de percorrer os jardins e terraços do palácio, voltamos às ruas do centro histórico para observar com calma os detalhes arquitetônicos dessa cidade linda e cheia de atrativos, como o passadiço da foto abaixo.

Detalhe arquitetônico de Dresden: o passadiço que liga dois prédios históricos

Ruela charmosa nos arredores da Neumarkt

A mais famosa escultura de Dresden fica na Neustädter Markt e representa Augusto, o Forte. Ela e é conhecida como “O Cavaleiro Dourado”. 

A Neumarkt vista de cima

Para terminar nosso passeio com chave de ouro, subimos a torre da Frauenkirche e lá de cima desfrutamos de uma vista privilegiada da cidade, do rio Elba e dos arredores.

Vista da cidade e do rio Elba a partir da torre da Frauenkirche

Vista da cidade e do rio Elba a partir da torre da Frauenkirche

Como ainda faltava um tempinho até a hora do trem para Praga, resolvemos parar em um dos restaurantes fofos da Neumarkt e pedir algo para comer acompanhado de algumas boas cervejas.

O frio abre o apetite e nós estávamos em jejum! Então pedimos logo um dos pratos mais calóricos e suculentos do cardápio: bife grelhado, salsicha, batatas fritas, bacon e tomate recheado com queijo.

Como estávamos perto da República Tcheca, aproveitei para experimentar uma KRUSOVICE escura, mais amarga e encorpada do que as diversas Pilsens que provei na Alemanha.

Sabe quando a gente vê uma foto e imediatamente lembra do que estava sentindo naquele momento? Isso aconteceu com a imagem acima. O solzinho começou a esquentar, eu tirei o sobretudo e pensei em como reclamo do sol escaldante do verão do Rio de Janeiro ao mesmo tempo em que amo o sol na Europa e seu calorzinho aconchegante de início de Primavera! Tenho uma lembrança muito boa dessa pausa para relaxamento e da alegria de estar no meio da viagem, imaginando quantos lugares lindos eu iria visitar nos próximos dias.

Pessoal, deu pra perceber quantas coisas conhecemos em algumas horas perambulando pela cidade? Juro que a gente não faz maratona, nós simplesmente gostamos de acordar cedo, nos programamos com antecedência, lemos guias de viagem, marcamos as atrações que queremos visitar e andamos bastante, o que garante alguns quilinhos a menos no fim da viagem. Esse é certamente um bônus, rsrs!

Fica aqui a dica pra vocês: “Deus ajuda quem cedo madruga” e eu adoro esses ditados populares!!!!! É claro que, se tivéssemos pernoitado em Dresden, teríamos visitado alguns museus e outros prédios históricos, mas conhecemos as atrações principais e curtimos bastante o passeio.

Um grande beijo com votos de que a gente saiba administrar bem o tempo e aproveitar ao máximo o que a vida tem a oferecer!

*Fontes:
http://www.mochileiros.com/munique-berlim-praga-viena-e-outras-abril-2010-t43919.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dresden
http://www.alemanhaporquenao.com/2012/11/dresden-entre-as-mais-bonitas-cidades.html
http://www.goethe.de/ins/de/ort/dre/sta/ptindex.htm
http://blogdosnerds.blogspot.com.br/2010/07/ferias-de-primavera-parte-4-dresden.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frauenkirche_Dresden
http://en.wikipedia.org/wiki/F%C3%BCrstenzug
http://en.wikipedia.org/wiki/Zwinger
http://www.germany.travel/pt/tempo-livre-e-descanso/palacios-parques-e-jardins/palacio-zwinger-em-dresden.html

Bonfa-ass

20 comentários:

Anna disse... [Responder comentário]

Amei, você descreveu tão bem os lugares é como eu estivesse na viagem.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@AnnaAnna, que legal! Fico feliz em saber que vc viajou comigo, rsrs! Também adorei rever essa viagem e lembro bem que eu ficava encantada com cada esquina que dobrava: tudo é tão liiiindo e cheio de detalhes! É realmente uma cidade que não pode ficar fora de um roteiro pela Alemanha! Um grande beijo!

Tatiane Rocha disse... [Responder comentário]

Oi Katia,
primeiramente, parabéns pelo blog.
Morei em Dresden por um período e é com saudades que vejo esse post seu.
Dresden oferece muitas opções de passeios, diversão e cultura.Tudo possível de ser feito a pé e, quando se cobram ingressos, os preços são convidativos.
Uma curiosidade interessante, a poucos passos do Terrasse, está a Galeria de Arte de Dresden. Entre as várias obras presentes na galeria, está presente por lá o Madonna Sistina, de Rafaello.
Sou capaz de passar horas dizendo o que a cidade tem de bonito, creio que os caracteres seriam insuficientes. No entanto, entre todas as declarações de amor. Afirmo que Dresden é, certamente, meu lugar no mundo.

Beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Tatiane RochaTatiane, muito obrigada pelo elogio e também pelo lindo comentário carregado de emoção! Achei muito interessante vc dizer que Dresden é o seu lugar no mundo e te entendo perfeitamente! ÀS vezes parece que a gente nasce em algum lugar só por acaso, mas descobre outro que tem muito mais a ver com a gente! Apesar de ter nascido, crescido e continuar morando no Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa, sinto que não pertenço a esse lugar. Gosto demais do sul do Brasil e, no futuro, penso em me estabelecer em uma cidade fofa com clima bem mais ameno e com aquele friozinho gostoso do inverno de verdade, rsrs! Muito obrigada pelo carinho! Mil beijos e uam ótima semana!

Tatiane Rocha disse... [Responder comentário]
Este comentário foi removido pelo autor.
Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Tatiane RochaTatiane, me arrepiei agora! Não sabia que esses anjinhos estavam em Dresden!!!!!!!!!!! Eles são famosíssimos, provavelmente todo mundo conhece essa pintura... tá vendo? Tenho que voltar, rsrs! Obrigadíssima pelo comentário, é realmente uma cidade que enche os olhos e faz a gente suspirar! Mil beijos e tenha uma ótima semana!

Unknown disse... [Responder comentário]

Kátia!!
Eu entrei hoje para ver se você havia respondido o meu comentário e olha que delícia!!!
Obrigada pela gentileza que vc sempre tem com seus leitores!
Esse post será muito útil e só fez aumentar minha vontade de maio chegar logo!
Felicidades! :)
Mariana

Unknown disse... [Responder comentário]

Kátia!!!
Entrei hoje para ver se você havia lido meu comentário e olha só com o que me deparo..rs
Obrigada pela gentileza que você sempre tem com seus leitores!
Felicidades!
Mariana

Ana Maria Braga disse... [Responder comentário]

Muito legal o seu post. Conhecer Dresden através do seu relato e fotos foi muito bom. Me encantou a beleza dos prédios. Maravilhosos.
Gostei tb das dicas de viagem.
Boa semana. Bjs, Katia.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@UnknownOi, Mariana! Que legal, super obrigada pelo seu comentário! Menina, eu também estou doida pra maio chegar logo por motivos semelhantes, rsrsrs!!!!! Um beijo enorme e fico feliz que tenha gostado do post! Mil beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Ana Maria BragaAna, a arquitetura dessa cidade é realmente algo fora do comum! Como eu escrevi, a gente vira uma esquina e fica ainda mais encantada com o que viu do que na esquina anterior! Dresden é muito fofa e eu adoro essas cidades com centro istórico bem preservado. Revendo as fotos me deu vontade de voltar! Beijos!

SÍLVIA OLIVEIRA disse... [Responder comentário]

Katia e Marcelo, #TamuJunto!!!

A descrição do Marcelo sobre o modo de vocês viajarem é parecidíssima com o meu e o do meu marido. Também somos turistas diurnos e não curtimos baladas, agito, essas coisas. Aliás, esses dias meu marido estava horrorizado que não tinha fotos "noturnas" da Europa. Hahahaha! Museus e igrejas? Tô passando reto! Estou em busca de igrejas pequeninas e escondidas e de museus criativos, com abordagens originais! Sim, os de arte são maravilhosos... mas depois que você visita os maiores do mundo (ou todas as igrejas de Ouro Preto)... dá para deixá-los pros dias de chuva! Hahahaha! Também gosto muito do trem, principalmente para viagens com distâncias menores do que 400 km. Mesmo sendo mais caros, são imbatíveis na pontualidade, paisagem e ponto de chegada e partida (sempre centrais). Eu também nem passo em lojas de roupas ou sapato. Se eu vir algo bacana, com bom preço e de que estou precisando, até compro. Mas as loucinhas, quadrinhos, bandejinhas... ish, trago de monte!
Ah, a foto de cima da torre está magnífica. Beijos! :)

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@SÍLVIA OLIVEIRASílvia, que legal! Realmente somos bem parecidas! É engraçado com o perfil dos viajantes varia tanto, né? Uma amiga minha disse outro dia que viajou com uma colega de trabalho para a Espanha e que a menina acordava às 8 da manhã, tomava banho, fazia escova, se maquiava e só saía do hotel ao meio-dia... como assim perder uma manhã inteira se arrumando???? Pra gente, isso é inconcebível! á vo um grupo de brasileiras de saltos altíssimos naquela fila gigantesca do Louvre e fiquei imaginando o quanto os pés delas estavam sofrendo, rsrs! A gente até sai à noite pra jantar, mas é sempre cedo, quando começa a escurecer e tem lugares que a gente acaba não conhecendo também, apesar da recomendação de que tem uma iluminação noturna linda! Você mencionou museus criativos e lembro de um em Zagreb chamado"MUSEUM OF BROKEN RELATIONSHIPS" (http://brokenships.com/en/about). Não chegamos a conhecê-lo, mas fiquei curiosa! Parece que o acervo inclui instalações de artistas inspiradas por seus términos de namoros/casamentos. Deve ser divertido!

Um grande beijo e obrigda pelas suas dicas valiosíssimas e inspirações!!!!!

Sandra Dias disse... [Responder comentário]

Como sempre adorei o relato, muito informativo e instigante, da muita vontade de fazê-lo logo, rsrsr. O sonho do meu marido é a Alemanha, ele se intitula um verdadeiro alemão negro, ama cerveja e as comidas alemãs. Muito útil suas dicas, pois ao ir para Europa no amo passado sofre horrores com a bagagem, basta dizer que foram para o lixo ao chegar em casa. Muitas escadas um sobe e desce medonho, ja que optamos por fazer o trajeto de trem. Com certeza quando chegar a nossa vez usaremos seu trajeto. Sempre que viajo dou uma olhadinha aqui e no site Mochileiro, tem dicas valosas e importantíssima. Vale e obrigada por mas essa!
Bjos De♥coração

Unknown disse... [Responder comentário]

Katia
tudo bom?
Estou indo com minha namorada de Berlim para Praga e queremos passar umas 6 horas em Dresden porém vamos com duas malas grandes, será que cabem nos Lockers da estação de trem?
Obrigado
Claudio

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@UnknownOi, Claudio! Tudo bem? Puxa, infelizmente, não tenho como te responder essa pergunta porque só viajamos com mochilas de porte pequeno/médio. Alguns lockers são maiores, mas não sei te dizer as dimensões. Talvez você encontre essa informação no site da estação de trem, é onde eu procuraria. Um grande beijo e boa viagem!!!!

Aparecida disse... [Responder comentário]

Oi, Katia!

Já estivemos mais de uma vez em Berlim, já fomos à Praga e ainda não conhecemos Dresden! Neste ano (agosto), Dresden não nos escapa, e vc é responsável por isso! Já mapeei a city e fiz nosso roteiro só com esse blog. Já reservei hotel mas, caso decidirmos não pernoitar lá, me diga em quantas horas vcs fizeram a visita à cidade?
Obrigada e Parabéns!
Jussara e Roberto

Nanci Rande disse... [Responder comentário]

Oi. Gostei muito da sua redação, fotos e observações pessoais sobre Dresden. Certeza que contribuiu muito para minha decisão de visitar essa cidade....mesmo no inverno...será que vou aguentar o frio de lá??? Obrigada

Nanci Rande disse... [Responder comentário]

Oi. Gostei muito da sua redação, fotos e observações pessoais sobre Dresden. Certeza que contribuiu muito para minha decisão de visitar essa cidade....mesmo no inverno...será que vou aguentar o frio de lá??? Obrigada

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Nanci RandeQue legal, Nanci, muito obrigada pelo elogio! A cidade é muito bonita! O importante é estar bem agasalhada, assi você poderá curtir o inverno sem susto! Beijão e seja sempre muito bem-vinda!

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