sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A diferença entre as festas infantis no Brasil e na Alemanha: ostentação x sensatez?

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Bom dia, pessoal!!!! O post de hoje tem um quê de polêmica e eu estou curiosa pra saber a opinião de vocês. Eu tenho a minha, que é muito parecida com a da Georgia, brasileira que mora na Alemanha há muitos anos e é a minha convidada de hoje. Há tempos percebo que as festas infantis no Brasil estão cada vez maiores, mais pomposas e muito mais caras do que quando eu era criança e me esbaldava nas brincadeiras de queimado ou pique-bandeira nas festas da minha prima Carla. Eu esperava o ano inteiro pelo aniversário dela porque era diversão garantida! Tinha bolo, doce, refrigerante, salgadinho e um pequeno espaço no terraço do prédio onde os convidados podiam brincar à vontade. Isso era mais do que o suficiente para que essas comemorações ficassem gravadas na memória como as melhores festas da minha infância!!!!! Os poucos convidados adultos faziam parte da família e de um pequeno grupo de amigos dos meus tios.

Tenho muitas amigas com filhos pequenos e outro dia quase caí pra trás quando soube do preço médio que as casas de festas na zona sul do Rio cobram por algumas horas de entretenimento. Eu nunca me meto em assuntos de crianças justamente pelo fato de não ser mãe, mas sei que meu perfil não combina com festas grandes e nababescas. Vocês podem reparar que todas as comemorações que já mostrei e continuo mostrando aqui no blog tem pouquíssimos convidados. Minha maior festa recente foi uma feijoada para 30 pessoas na casa dos meus pais em 2010. Eu não quis uma festa de casamento porque preferi juntar dinheiro pra obra do apartamento que havíamos comprado na época. E isso não foi nenhum sacrifício, eu simplesmente nunca sonhei em me casar. Sempre troquei festas por viagens quando havia essa opção. Foi assim aos 15 anos (fui à Disney e tive uma festa simples e não tradicional) e será assim aos 40!

Por esses exemplos, acho bastante improvável que eu cedesse ao apelo comercial das grandiosas festas infantis dos primeiros anos de vida. Mas essa é só a minha opinião que, na verdade, reflete muito a minha personalidade e o modo de vida que valorizo. O post de hoje foi o resultado de algumas trocas de e-mails com a Georgia, que veio nos contar sua experiência com as festas infantis na Alemanha e cujo relato me trouxe uma gostosa nostalgia...

georgia

A festa de aniversário infantil na Alemanha é bem diferente da que nós brasileiros conhecemos. Nao há essa produção toda e nada de muito doce. Até os 3 anos os pais não fazem quase nada. A não ser um lanche com bolo para o qual os avós são convidados e isso só na parte da tarde. Café com bolo e acabou.

Quando a crianca completa 3 anos, vai para o Jardim de Infância e é aí que começa a sua vida social. Quando ela faz aniversário, além do tradicional café da tarde só com a família, muitas vezes a mãe decide que a criança vai comemorar a data na própria escola. Então ela combina com a tia do Jardim que no dia tal ela vai levar um bolo para que o filho ou filha possa festejar com os coleguinhas. E isso é tudo. Muitas pessoas moram em apartamentos e nao têm espaco suficiente para receber as crianças. Outras trabalham e elas veem no Jardim da Infância uma boa oportunidade de tudo ser feito por lá mesmo.

Há aquelas que fazem assim no Jardim e também em casa com poucos amiguinhos. Se a criança estiver fazendo 4 anos ela só pode convidar 4 amigos, se faz 5 anos, 5 amiguinhos. Eles partem do princípio que assim a criança aprende a contar bem os números. E olha que os alemães  respeitam essa regra!

Quando a criança vai para a escola, aí sim eles comemoram mais. E entra também muita criatividade na hora de planejar a festa de aniversário. Uns fazem numa praça de brinquedos, outros convidam para o cinema, para nadar, para passar a tarde num museu ou num parque de diversoes tipo Tivoli Park, essas coisas.

Mas, olha, é somente a crianca que é convidada, os pais nunca são convidados e não há uma grande festa como nós fazemos no Brasil. Geralmente os convites são feitos pela própria criança e nele vem a hora do início e do fim da festa, que tem 3 ou 4 horas de duração. E os pais vão pontualmente buscar seus filhos.

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Na Festa do Morango da minha filha, ela mesma desenhou a fruta na capa do convite. Normalmente as festas aqui só tem bolo com suco e poucos doces. Nada de salgadinhos, os alemães não conhecem isso. Se a festa for dentro de casa, o que é mais comum, a mãe prepara algum trabalho manual com os convidados. A televisão nunca é ligada e as crianças brincam pra valer!

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Quando a festa está por terminar, uma pequena janta é oferecida às crianças. Pão com queijo, salame ou presunto. Algumas familias oferecem batata frita com alguma salsicha, bolinhas de carne moída, nuggets ou mini pizzas. Na porta de casa, ao se despedir dos amiguinhos, o aniversariante os presenteia com uma sacolinha contendo balinhas ou chocolates, além do trabalho manual que fizeram durante a festa.

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Eu gosto muito de como é feito aqui na Alemanha, pois a festa é para a criança e a criança se diverte. No Brasil, a festa é um monumento, muitas crianças nem entendem o que está acontecendo. O povo alemão gasta o que tem ou pode gastar e não cogitam a possibilidade de bancar uma festa que extrapole seu orçamento. Eles preferem usar o dinheiro para viajar e oferecer um aprendizado cultural aos filhos.

Katia, eu gostei muito do que aprendi aqui. Não é preciso muito dinheiro para deixar as crianças felizes. As festas dos meus filhos se baseiam muito nas minhas  brincadeiras de quando eu era criança e me lembro o quanto fui feliz assim, pois não tínhamos dinheiro. Os doces eram todos arrancados do pé no fundo do quintal: mamão, côco e abóbora.

Essas mega festas que acontecem no Brasil para quase 200 pessoas me parecem um exagero. Também sinto que as pessoas têm medo de mudar e serem julgadas por não terem dinheiro para festejar como “deveriam” e aí se endividam até a raiz dos cabelos. Loucura isso! As pessoas precisam se preocupar menos em ostentar. Isso é um ciclo vicioso.

Nesse caso, eu acho os alemães muito mais autênticos. Ninguém se preocupa em provar nada pra ninguém. Vamos acabar com esses velhos rótulos, vamos criar uma geração pé no chão consciente para a vida que está aí. 

Como te escrevi antes, não sou adepta de festa cara. Sou adepta das brincadeiras e sorrisos! Seguem as fotos do aniversário mais recente da Vivi, que custou entre 100-120 €.

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A Viviane nos pediu que este ano nós escondêssemos o presente dela em algum lugar da casa, pois ela achava muito chato simplesmente receber o presente e abri-lo. Então fiquei pensando numa forma dela andar a casa inteira procurando o presente e fiz uma lista com o título: “Wo verstecken Eltern die Geschenke für ihre Kinder?” (Onde os pais econdem os presentes das suas criancas?).

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Como nós temos uma casa de 3 andares, a brincadeira ficou bem legal. Eu chamei a escada de “montanha”. Então ficou assim a lista: “Suba a montanha até o escritório e na impressora você vai encontrar sua próxima tarefa”. Siga montanha abaixo até o lugar onde você toma banho para receber outra dica... e assim foi com nove tarefas relativas a idade que ela estava fazendo. Onde estava escondido o presente? Dentro da gaveta de biscoitos, rs.

Convite para a festa de 9 anos da Vivi-002

O tema da festinha foi: Viviane im Wunderland. Para decorar a porta de entrada, eu usei figuras de bule que a Viviane pintou e de alguns personagens da história da Alice no país das Maravilhas.

Convite para a festa de 9 anos da Vivi

Eu mesma confeccionei em papéis cartões bem grossos algumas cartas do baralho com naipe 9 por conta dos anos que estaríamos comemorando.

Convite para a festa de 9 anos da Vivi-001

A Viviane decorou o próprio bolo e os cupcakes. Ela também preparou uma historinha para as suas convidadas sobre um homem muito rico que vendeu tudo porque encontrou um diamante. O conto foi baseado em Mateus 13:44-46.

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No cestinho coloquei copos coloridos e uma caneta Pilot para que as crianças escrevessem seus nomes. Cada uma recebeu uma lista com tarefas que elas mesmas tinham que desenvolver no decorrer da festa. O ponto forte de toda a festa não foram os cupcakes, nem o bolo e nem as guloseimas. Foi o momento em que elas puderam se maquiar e pintar as unhas. Esse foi o momento em que elas soltaram o maior grito que ecoou pelo jardim, rs.

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E como recordação de tudo isso, as crianças levaram para casa o livrinho da historinha contada pela Vivi e uma xícara decorada com bolos, cupcakes, bule etc. Tudo a ver com o tema da festa!

Beijos, querida!

Georgia Aegerter

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Georgia, muito obrigada por me permitir reproduzir nossas trocas de e-mail sobre o assunto das festas infantis aqui no blog. Adorei saber que pensamos de forma parecida! A brincadeira das 9 pistas para a Vivi achar o presente foi ótima!!!! Sempre gostei de brincar de detetive quando era criança e achei a sua ideia muito criativa!

Você me fez lembrar de um ex-colega de trabalho que decidiu se hospedar por uma semana em um resort na Bahia com a esposa e a filha para comemorar o primeiro aninho da menina. Acho que eu fui a única a apoiar essa ideia, já que todos os outros colegas acharam um absurdo que o primeiro aniversário da criança passasse “em branco”. Eu, pelo contrário, achava um absurdo que uma semana curtindo a família em um hotel super agradável custasse o mesmo que uma festa que só duraria algumas horas, rs!

No primeiro parágrafo do seu texto, você mencionou que até os 3 anos os aniversários são comemorados de forma bem simples aí na Alemanha, né? Nessa idade a criança já revela sua preferência pelo personagem x ou y do desenho animado, mas não entende bem o que está acontecendo numa festa. Uma das coisas que mais valorizo quando viajo é o aprendizado, é estar aberta a vivenciar novas formas de estar no mundo e de me relacionar com as pessoas. A comemoração dos aniversários infantis é diferente em outros países e por mais que a internet esteja cheia de ideias lindas de festas mega caprichadas produzidas nos EUA, minha irmã do meio (que mora lá há 13 anos) me garante que o número de convidados normalmente não chega a 30. As festas que ela faz são sensacionais, extremamente criativas, originais e tem poucos participantes. Para conferir, vocês podem dar uma olhada em seu blog (FÊTE À FÊTE).

Acho que essa coisa de convidar 200 pessoas é algo bem brasileiro que foi ganhando força nas últimas décadas. Sei que em muitos casos há a pressão dos avós, tios e outros parentes para celebrar “em grande estilo” e por causa disso muitos pais se veem endividados pelo resto do ano. Vira quase uma obrigação. Conheço algumas pessoas que o fizeram sem muita vontade porque tiveram medo de se arrepender no futuro, preocupados que a criança mais tarde pudesse ver os álbuns de festa dos coleguinhas e notar que suas comemorações foram mais simples.

Entretanto acredito que, para a maioria dos brasileiros, fazer uma festa grande e registrar esses momentos especiais em um álbum recheado de fotos profissionais é muito gratificante e vale a pena. Se for esse o caso, penso que eles estão certíssimos em investir em algo que lhes dá prazer e satisfação.

De qualquer forma, independentemente da opinião de cada um, acho que questionar algo estabelecido como padrão é sempre um bom exercício de reflexão. Será que estamos gastando tanto com festas porque realmente queremos ou porque a sociedade diz que é assim que deve ser?

Eu vou tranquilamente na contramão quando algo considerado o “certo a fazer” não condiz com a minha vontade ou personalidade. Penso que o mais importante é sermos fiéis à nossa natureza e esquecer a comparação com os outros. E vocês, o que acham disso tudo?

Para conhecer melhor a Georgia, basta visitá-la em seu blog:

http://saia-justa-georgia.blogspot.com.br/

Um super beijo pra todos com votos de que a gente tenha sempre muitos motivos pra comemorar!!!!!

Bonfa-ass

82 comentários:

Breno Arruda disse... [Responder comentário]

Olá, nunca comentei aqui, mas sou leitor assíduo do blog. :)
Minha opinião é de que as festas grandiosas são mais para agradar os pais do que os filhos. As crianças exigem pouco. Uma mesa cheia de doces, uma telona e videogames para os meninos e danças para as meninas e todos já ficam contentes. Mas, não tenho nada contra, se os pais tiverem condições de pagar e deixarem eles felizes. Talvez a parte ruim é deixar um pouco frustrados as crianças e pais menos abastados, mas paciência.

Beth/Lilás disse... [Responder comentário]

Olá, Bonfa!
Olha, eu conheço a Georgia há tempos e, tanto ela quanto outras amigas que moram na Europa, agem da mesma forma,no padrão social que é por lá e, como sabemos, nada de ostentação, tudo é bem simples, natural e dando prioridade às brincadeiras e entrosamento do aniversariante e seus amiguinhos. Isto é realmente espetacular, pois se pensarmos bem a criança nunca curte nada de enfeites e comidinhas, o que ela querem realmente é brincar, pular, gritar, rir. Acho um desperdício de dinheiro estas mega festas para criancinhas, elas serão bem mais felizes com diversão e comidas rápidas. Algumas até esquecem de comer, como era meu filho quando pequeno.
Eu penso como você também, valorizo bem mais uma viagem do que estes gastos.
Adorei ver a Viviane por aqui tão lindinha em seu aniversário!
um grande abraço carioca pra você Bonfa.

Malú Holzmüller disse... [Responder comentário]

Oi Kátia realmente as festas de aniversários por aqui sao totalmente voltadas para as criancas ,adultos nao entram,rsrsrsr...
Esse ano a filhota fez onze anos e o tema ou melhor nao teve um tema específico,mais como ela adora filme de piratas ,sugeriu uma caca ao tesouro.Eu mesma fiz toda a decoracao com as cores por ela sugeridas,o pai que adora uma matemática elaborou o mapa do tesouro,todas as dicas de onde estava o tesouro eram decifradas através dos resultados dos calculos,e foi escondido na floresta.As convidadas(5 no total) e a aniversariante adoraram a caca ao tesouro e assim a festinha foi um sucesso.As lembrancinhas devido a idade das meninas(entre 10 e 11) foram vidrinhos comntendo 1 esmalte,01 creme de maos e 01 protetor labial,coisinhas de meminas quase mocas,rsrsrsr e cada uma levou um item do tesouro do pirata.Tudo elaborado a partir das sugestoes da filhota.Uma festa de aniversário para a aniversariante e suas amigas e nao para a sociedade.

Bjs e desculpa pelo tamanho do comentário ,me empolguei ,rsrsrsrsr...

Malú

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Breno ArrudaOi, Breno! Muito prazer, muito obrigada pelo comentário e seja sempre muito bem-vindo! Concordo com você que as festas grandes são feitas para agradar os adultos, as crianças não precisam de muito pra se divertirem. Sinto falta daquelas festas menores da minha infância, acho que era tudo mais simples e charmoso! Um super beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Beth/LilásOi, Beth! Que legal que você conhece a Georgia! Eu a conheci por intermédio do meu amigo Wagner. Ela é uma pessoa especial e adorei tê-la como convidada aqui nesse cantinho! Minha irmã do meio, que mora nos EUA, tem dois filhos, um de 5 e outro de 2 anos. Ela mesma prepara as festas deles: recorta, cola, monta, decora a mesa, cozinha, compra lembrancinhas etc. Eles adoram, interagem com ela nesse processo e ficam ansiosos pra ver tudo pronto. Fica tudo muito charmoso e como são poucos convidados, ela pode investir em comidinhas mais interessantes e lembrancinhas idem sem estourar o orçamento. É o que eu faço também: gosto de servir boa comida e boa bebida sem gastar uma fortuna, então limito meu número de convidados a 10 ou 12, no máximo. Convido meus pais, minha outra irmã e meus melhores amigos. É só e acho que é o suficiente para uma festa bem animada! Um grande beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Malú HolzmüllerImagina, Malú! Adorei o seu comentário, muito obrigada!!!!! Puxa, eu achei o máximo a ideia da caça ao tesouro, esse é o tipo de brincadeira que eu amava na infância!!!! Estimula a criatividade e anima a festa sem ter que contratar um animador, o que é muito comum por aqui. Voc%e tirou fotos da festa? Fiquei curiosa pra ver! Um super beijo!

Biane disse... [Responder comentário]

Amei o post... arrasou! Eu tbm tenho ficado intrigada com festas infantis cada vez mais parecidos com casamentos, na minha cidade de uma Organizadora de festas infantis que cobra cerca de 20 mil para realizar as festas, Ok fica linda, porém não se vê crianças se vê adultos aproveitando....

bjks

blogdabiane.com.br

Ciane disse... [Responder comentário]

Oi Katia!
Adorei o Post! E aqui misturamos um pouco das duas culturas.
Tenho uma família enorme no Brasil, e aqui a nossa é pequena e os aparentes moram longe. Então, como amo receber convidados, convidamos poucas crianças ( entre6 a 8) e os pais também. Temos um circulo social legal e eles adoram. Digo sempre, que eles nao substituem minha família, mas representa a casa cheia, como eu estava acostumada no Brasil. Ainda tenho fotos do meu 1 aniv no Brasil e so a família! Porém muita gente!
Sigo a regra do cafe à 15 com bolo e doces e apartar das 18 tem jantarzinho bem brasileiro.
Amo fazer!
A minha mais velha completou 13 esse ano, e ainda ama comemorar em casa. Confesso que festa de Teenager nao é fácil de planejar. Mas ela amou esse ano com tema Londres, e nao deixou de querer convidar os nossos amigos mais íntimos!
Assim acho essa mistura perfeita e dessa maneira, construímos um ciclo social agradável que nao é fácil por aqui.
Digo que minhas melhorares amigas alemas aqui hoje, conheci através das minhas filhas, via amizade das meninas!
Beijos carinhosos e bom final de semana!

Jussara disse... [Responder comentário]

Ola Katia, nossa nem comparar com as festas daqui as crianças nem sabem mmo o que esta acontecendo direito e no meio da festa dormem (as mais novinhas) e os adultos é que ficam . adorei este modo de comemorar bem parecido com os que tive na minha infancia convidava mmo só a familia que ja era grande !! bjus.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@BianeConcordo, Biane! Acho que as crianças até aproveitam e se divertem em festas super elaboradas, porém nào é necessário um evento grandioso para agradar os pequenos. Brincadeiras animadas, amigos e comidas gostosas são mais do que o suficiente! Beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@CianeQue legal que conseguiui formar um grupo de amigos na Alemanha. Realmente as pessoas dizem que não é fácil: a cultura e bastante diferente e os alemães, assim como vários outros povos, são mais reservados, né? Muito legal misturar as duas culturas nas festinhas! Tenho certeza de que suas comemorações refletem o seu bom gosto e são super charmosas, Ciane! Um grande beijo!

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

Oi menninas, nossa, estou aqui com o maridex dodói e estou a mil por hora.

Kátia, muito obrigada por me ouvir, rs, ouvir minhas estórias em relacao as festas infantis no Brasil.

Eu acho sim, uma loucura. Muita gente que nao pode, faz. O pior é que a crianca porque foi numa festa assim, exige dos pais algo parecido.

Meus filhos por exemplo nao vestem nada de "marca". Eu digo a eles nao é porque nao podemos pagar, podemos, mas ai vira um circulo vicioso. Fora disso eu explico que como eles estao crescendo eles logo perderao a roupa ou o tênis.
Mae, pai, pelo amor de Deus expliquem as coisas aos seus filhos e aprendam a dizer: Nao. E fiquem firmes.

É muito disperdício com essas festas.

Bethinha, você madrugou por aqui, né? Tem que vir aqui nos visitar, rs.

Muito obrigada pelos comentários.

Um grande e forte abraco em todas vocês!

Georgia

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@JussaraOi, Jussara! Pois é, eu me divertia tanto quando criança!!!!! E as festas não tinham nada a ver com as atuais: eram mais centradas nas crianças, em brincadeiras tipo "passar o anel" e jogos como queimado, pique-esconde e pique-bandeira. Eu me divertia muuuuito e meus pais não gastavam demais. Um super beijo!

Petria disse... [Responder comentário]

Bonjour Katia,
O pessoal em casa sempre foi muito festeiro, desde crianca minha mae fazia festas grandes, mas ela mesmo cuidava de tudo, tinha prazer em preparar as guloseimas, lanchinhos, docinhos, enfeites, brincadeiras, e todos ficavam surpresos com seu talento e agilidade. Tudo era feito em casa, e as brincadeiras como vc disse, dança da cadeira, pintura, passar anel, jogo de mimicas etc. Atualmente no Brasil as casas de festas invadiram o pedaço, e realmente com a correria, falta de tempo e as vezes ateh de talento, os pais acabam optando pelo buffet, eh também um sinal de praticidade. O problema sao os preços, mas percebi que com a concorrência, pelo menos em SP, os valores reduziram bem. Eu tinha muitas duvidas, mas fiz o primeiro aniversario da Audrey no Brasil e num buffet, mas somente pra 35 pessoas, porque ao visitarmos cada salão, ela ficava tao empolgada, queria brincar em todos brinquedos, nao resisti e acabei cedendo. Sem falar do exemplo que alguém comentou, os avos e muita gente da família fica contando com isso, a gente nao quer decepcionar, sem falar da preocupação no futuro, todas as outras priminhas tiveram festas assim, e ela porque mora na França nao teria ? eh complicado ! Mas vc sabe que ela ve sempre o dvd da festa e fica todo contente, nao pode ver os Dalmatas, tema do seu aniversario que ja começa fazer folia, acho que marcou sim. Aqui na Franca, o costume eh como na Alemanha, exatamente a mesma coisa, inclusive tive dificuldades com a família francesa porque nao compreenderam a festa brasileira e criticaram muito. Acho que cada cultura eh de um jeito, o Brasil eh bem americanizado, um povo que adora festas, e a gente precisa respeitar as diferenças e escolha de cada um. Aqui na Franca também conheci famílias que puderam proporcionar grandes festas pra seus filhos, ai depende muito da origem e cultura, como disse.
Para os próximos aniversários, penso em fazer sempre em casa, que seja aqui na França ou no Brasil, chamar somente os mais íntimos, exatamente como fazíamos no passado...alias como temos feito pra minha sobrinha que mora no Brasil, ela sempre fica muito feliz de convidar suas amiguinhas pra vir em casa, ajudar na decoração e convites.
Desculpa a falta de acentos, aqui nesse teclado nao tem todos...Bisous de la France.

Bel disse... [Responder comentário]

Apesar de nascer e viver no Brasil e de nunca ter morado fora, minhas comemorações sempre foram criativas e simples. Exceção às bodas de ouro de meus pais e aos aniversários deles, depois dos 80. Ah, mas eles não são crianças, né?
Meus filhos sempre curtiram o que eu chamo de ser "dono do dia", onde o aniversariante faz APENAS o que quer, no seu dia. Se quiser dormir o dia inteiro, dorme. (Nunca quiseram!!! hehehe) Podem faltar à aula (me julguem) e escolhem o cardápio. A família tem que se curvar ao "dono do dia", e fazer os programas escolhidos, que por aqui incluem: praia, praia e praia!!!
Também já fiz muitas "caçadas" aos presentes, e eles também já fizeram para mim. O interessante é que eles nunca pediram nada absurdo, quando foram "o dono do dia". Criança é mesmo muito simples!!
Meus filhos já são adultos, e continuam celebrando seus aniversários de maneira simples e divertida, e hoje a maior celebração é somente estarmos juntos, que que moram a cerca de 2.000Km de mim...

Beijos, queridas!

Fabiola Keffer disse... [Responder comentário]

Incrível!!!Amei saber um pouco de como são as festas fora do Brasil e achei o máximo!!!!beijos
Meu blog: FABIOLA KEFFER

Glaucia disse... [Responder comentário]

Oi Kátia! Realmente acho que deveria ter nascido na Alemanha, fiz festa para um número grande de pessoas somente qdo as crianças fazem 3 anos, mais por cobrança social. Mas sou adepta do faça vc mesma, brincadeiras e oficinas para crianças. A última que fiz em minha casa, já fazem 4 anos, e alguns pais de amigos de minha filha vieram (sem serem convidados), por pura curiosidade. Esse ano até pensei em fazer um pequenique e uma oficina craft no níver dela, mas já desiste. Além de toda ostentação que as festas tem hj, as meninas parecem que estão indo a um baile de formatura, a amiga de minha filha estava de salto altíssimo e só tem 7 anos. Aqui no interior de Minas, não está diferente ai do RJ.
Assim como várias coisas hj em dias, o principal motivo das festas não é a diversão, a comemoração e sim mostrar quem pode mais, mesmo que a festa seja divida em 100 prestações.
Post oportuno e muito bom.

Bjos


Gláucia

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@GlauciaOi, Glaucia! Obrigada pelo comentário! É essa parte que me entristece: "Assim como várias coisas hj em dias, o principal motivo das festas não é a diversão, a comemoração e sim mostrar quem pode mais, mesmo que a festa seja divida em 100 prestações."

Há algum tempo, conversando com uma amiga terapeuta, ela mencionou que tem muitas clientes que realmente competem pela melhor festa infantil, que sentem que precisam fazer uma festa melhor e mais cara que a da cunhada, da nora, da irmã... é uma questão de mostrar pros outros que pode mais... Confesso que eu fiquei um pouco surpresa com isso porque eu achava que a maioria das pessoas fizesse essas festas grandes porque gostava, mas ela me garantiu que a competição muitas vezes é o maior estímulo. Um grande beijo!

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

Bel, adorei a forma como vc fez com teus filhos. Acho que vou usar tb principalmente com o Daniel. Ele com certeza vai escolher dormir o dia todo e o restante que ficar acordado ele vai para o computador, hehehhahahaha.

Glaucia, um absurdo esse modismo nao é mesmo?

Beijo em todas e obrigada pelos comentarios.

Kátia, está vendo só? Nao estamos sozinha com nossos pensamentos sobre Festas Infantis, legal.

Sonia disse... [Responder comentário]

olá eu tb não concordo nada com festas para ostentação.
Eu adoro preparar as festas dos meus filhos ...escolho o tema e faço tudo , tenho espaço por isso alugo um insuflavel que eles adoram(e eu tb ) de resto comidinha boa feita em casa -pipocas, gelatinas, mousse de chocolate e eles adoram-juntamos a familia e amigos e os maiores têm autorização para convidarem alguns amiguinhos da escola .
Até agora tenho feito uns temas diferentes e a coisa fica engraçada e sempre dentro do barato e simples sem ostentação

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@BelBel, que legal a ideia do "Dono do Dia"!!!!! Eu e minhas irmãs brincávamos de DIA DA PRINCESA e fazíamos tudo o que a aniversariante queria! Não te julgo de maneira nenhuma por deixar o aniversariante faltar à aula! Você ia gostar de uma matéria que li na revista SUPERINTERESSANTE sobre a "normose", considerada uma doença do mundo atual, trata-se de uma "obsessão por ser normal" e se adequar ao que a sociedade considera ideal, natural e "correto". É um tema muito interessante e tem a ver com o assunto do post e seu comentário sobre faltar aula. Mesmo sendo por um único dia, tenho certeza de que muita gente condenaria sua atitude sem nem parar pra analisar o motivo de pensarem assim. É o mal da normose e das pessoas acharem que devem ter um certo tipo de conduta, mesmo que não tenham a menor vontade de fazê-lo. Segundo a wikipedia: "Normose é um conceito de filosofia para se referir a normas, crenças e valores sociais que causam angústia e podem ser fatais, em outras palavras "comportamentos normais de uma sociedade que causam sofrimento e morte".1 Dessa forma os indivíduos que estão em perfeito acordo com a normalidade e fazem aquilo que é socialmente esperados acabam sofrendo, ficando doentes ou morrendo por conta das normoses.1
É comum justificar a manutenção de um comportamento não saudável por ser normal, algo que "todo mundo faz", porém essa justificativa é falaciosa e acaba apenas perpetuando uma sociedade cheia de normoses." Um super beijo!

Renata disse... [Responder comentário]

Vou me mudar para a Alemanha agora! rsrs
Eu sempre fui adepta a festas intimistas, feitas para a criança e não para os outros. A comemoração deve ser para aqueles com quem a criança convive (e não o parente de 5º grau que encontramos a cada 5 anos) e oferecer aquilo que ela gosta! Sempre digo que meu lema é "Menos é Mais"!Meus filhos tiveram uma festa em buffet cada, apenas pra terem aquele "gostinho", né? afinal sempre são convidados para festas assim, e curtem claro! Mas a festinhas mais gostosas são aquelas que colocamos a mão na massa, escolhemos coisas simples e que agradem o aniversariante! A festinha que meu filho mais amou e praticamente idealizou foi no ano passado,um campeonato de futebo- sua paixão- e eu adorei também (http://www.renatasimplesassim.blogspot.com.br/2012/06/1-copa-gramado-de-futebol.html) :-)
bjs

Elisa Barros disse... [Responder comentário]

Bom, eu não tenho filhos mas se tivesse, faria para eles o mesmo estilo de festa que minha mãe fazia quando éramos pequenos ... simples e deliciosas! Hoje o que eu vejo são festas infantis que mais parecem evento corporativo, de tanta lembrancinha personalizada, tudo com identidade visual e o nome do aniversariante. O que aconteceu com o brigadeiro, cajuzinho, bicho de pé???? Onde estão os bolos cobertos com muito brigadeiro e granulados? Tudo deu lugar a um monte de coisa cara, personalizada e por consequência um tanto de lixo. Palmas para os Europeus, que criam e educam seus filhos com menos futilidade e mais presença!

Andrea Cristiane disse... [Responder comentário]

Oi Katia... eu sempre fui adepta ao faça você mesmo,então as festinhas das meninas sempre foram em casa, com direito a muita brincadeira (com gritaria de felicidade)bolo, docinhos e a famosa carne louca, tudo feito por mim... eu chegava do trabalho e ai adiantando o que dava durante a semana e na véspera fazia o bolo e a carne. No dia, pela manhã enchia as bexigas e elas ajudavam até a fazer a saia da mesa. A tarde a família e amiguinhos iam chegando e enchia a casa e era muito divertido.

Flávia Mergulhão disse... [Responder comentário]

Adoro a simplicidade e criatividade das festas simples. Acho desperdício de dinheiro as festas com muita ostentação, em casas de festas, som nas alturas...
Na minha casa, todas as festinhas de aniversario foram feitas por minha mãe, que fazia cada bolo delicioso.
Hoje meus sobrinhos não tem a presença dela, mas fazemos questão de fazer festas simples, caseiras e para crianças.Sem essa de mega festas!e eles adoram!
Sou muito a favor do MENOS É MAIS. Menos ostentação é mais alegria,diversão e criatividade.E vamos combinar, bem mais chique!
Beijos

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Georgia AegerterGeorgia, que legal! É verdade!!!! Como mencionei, acho válido fazer uma festa grande se os pais acham que vale a pena e se estão fazendo para eles mesmos e para os filhos, mas essa história da competição para ver quem faz um evento melhor e maior me incomoda. Não acho nada saudável esse tipo de atitude e minha amiga terapeuta me disse que é muito comum atualmente. Um super beijo!

Paula disse... [Responder comentário]

Tbm sempre achei idiotice essas pompas todas e esse desperdício de dinheiro que virou costume pra comemorar as coisas, seja festa de 15 anos, casamento, e aniversário de criança. Consegui convencer meu marido a não fazer festa de casamento (mas sim, todo mundo reclamou, mas pra pagar que é bom ninguém se ofereceu), agora tô pensando se vou conseguir convencê-lo que não é necessário fazer essas mega festas pro guri (que ainda nem foi concebido). A família dele é mais tradicional e ele dá valor a essas coisas. Eu não, por mim quanto mais simples melhor, e não devo nada a ninguém pra ter que dar satisfação pros outros. E olha, se vc criar seu filho com os valores corretos, ele não vai crescer como um babaquinha que vai olhar as fotos de criança dele e ficar indignado porque as festas não foram glamourosas.

Kelly Holland disse... [Responder comentário]

Oi, Katia! Eu acho que o maior problema é que a maioria das crianças exigem uma festa grande e hoje em dia, sinto que os pais se culpam por sempre estarem trabalhando e tão ausentes, entáo acabam fazendo a vontade de seus filhos. Daí o pior está por vir. Por que? Porque aquela criança que os pais sempre fazem em casa começa a se sentir exclusa deste meio social imposto pelos demais. Tudo vira um ciclo vicioso. Acho que é uma questão cultural mesmo. No Brasile está cada vez mais comum os pais se endividarem e proporcionarem esse tipo de festa para criança, buscando se livrar da culpa pela ausência. Já fiz uma festa em Buffet para minha filha, mas restringi ao número de 50 convidados, já incluindo os amigos da escola. O restante eram parentes e amigos muito próximos. Ela adorou! No outro ano fiz no salão do prédio com brincadeiras tradicionais de nossa época e ouvi os amiguinha dizendo que era a melhor festa da vida deles. Detalhe: só reservei o espaço, aluguei um pula pula e o retsto era por conta da criatividade deles. Nem decoração pomposa eu fiz, somente alguns balões e o personagem em papelão grudado na parede. Criança quer diversão, seja ela num Buffet, seja ela em casa.

Marcela disse... [Responder comentário]

Oi Kátia! Tudo bem?
Sou sua leitora já faz tempo, mas pouco comento por aqui....

Penso como vc e a Georgia. Também não tive festa de casamento. Eu e marido fomos com os mais chegados em uma cantina italiana, eu fui de noiva - foi demais! Porém alguns convidados da cerimônia acharam um absurdo essa nossa decisão e se recusaram a comparecer na cantina! Acredita?!

Nossa filha tem 6 anos. Todos os anos nós fazemos uma festinha, para a família e alguns amiguinhos da pequena. Geralmente a festinha dura umas 4 horas. Ou sirvo um almoço e cantamos parabéns na hora da sobremesa ou fazemos um lanchinho da tarde. Minha menina adora! Ela participa de tudo, desde a lista (ela que me fala quem quer convidar - sempre pouquíssimas pessoas), o tema, as comidinhas! Na comemoração de 5 anos, por exemplo, ela pediu caldinho de feijão e gelatina...rs E será sempre assim....pq o importante é celebrar a vida com quem compartilha a vida conosco, não é?! Festa pra 200 pessoas pra quê?! Eu não compartilho a minha vida com tanta gente assim....rs

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@PaulaHehehe, Paula, somos minoria! Você convenceu seu marido a não fazer festa de casamento? É bem fora do padrão mesmo! No meu caso, nem eu nem o Marcelo tínhamos vontade de fazer festa. Prefiro reunir grupos pequenos de amigos, assim posso dar atenção a todos e oferecer uma festinha charmosa sem ostentação nem desperdícios. Um beijão!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MarcelaQue legal seu comentário, Marcela! Muito prazer e seja sempre bem-vinda! ADOREI sua comemoração de noiva na cantina! Que máximo! Confesso que eu adoro gente que pensa fora da caixa, que gosta de ser diferente e de quebrar paradigmas! Não é à toa que os meus melhores amigos são todos assim! A gente não TEM QUE SER igual a ninguém, é tão melhor sermos fiéis à nossa natureza e fazer o que a gente gosta de verdade, né? Parabéns pela criatividade e pela atitude! Beijos!

Ateliê Vagalume Encantado by Cristiane Leal disse... [Responder comentário]

Olá tudo bem?
Lemdo teu post agora descobri que sou alemã,kkkkk
Nunca fiz festas enormes,acho que não é isso que a criança quer!
Minha filha acabou de fazer 5 aninhos e como todos os anos faço festinhas bem pequenas com no maximo 5 convidados.Agora que já está maiorzinha ela decide o tema e me ajuda a confeccionar tudo,o que na minha opinião é a parte mais divertida(pelo menos pra mim).
Mandamos convites sempre em nome da criança dando logo a entender que é uma coisa pra crianças,na última festa só tinha uma mãe.
Acho muito mais divertido assim,as crianças brincam,se divertem como elas gostam!
Este ano resolvi fazer uma pinhata(famoso quebra pote)que foi o auge da festa,as crianças amaram e eu tbem porque é muito divertido!!

Pedrita disse... [Responder comentário]

eu até concordo q as pessoas estão sem tempo demais pra fazer por conta própria, mas tb acho um exagero esses shows de má qualidade e muito dinheiro q criam aqui. e as crianças ajudarem na preparação. fazerem juntas é tão bom. aqui tudo bem pronto e então asa crianças detonam e estragam tudo. qd a própria criança ajuda a confeccionar, ela aprende a cuidar. o mesmo nas merendas, todas industrializadas. não há mais mãe fazendo bolo que a fatia vai na lancheira. um sanduíche feito em casa. tudo vem pronto. gasta mais embalagem. beijos, pedrita

tammie_lee disse... [Responder comentário]

Olá Katia
Estava com saudades de vir passear no seu blog.
;)

Bom, lendo o relato da Georgia eu me vi voltando no tempo 20 anos, porque todas as minhas festas de aniversário foram assim.
A única diferença é que eu e o meus pais tinhamos um acordo de que eu poderia ganhar uma festa maior e mais cara nos meus aniversários de 5, 10 e de 15 anos.
Aqui em SC, principalmente na região onde a cultura germânica é muito forte (Blumenau, Pomerode, Joinville, etc), esse estilo de festa se mantêm, porém vem perdendo força nos últimos tempos. Não temos tantas opções de casas de festas, mas o pessoal acaba comemorando em clubes ou nas casas de amigos.
Acho ótima a ideia de fazer uma festa pequena, com poucos convidados onde as crianças possam brincar entre si e fazer atividades manuais. E adorei a ideia da criança ajudar na decoração da festa.
Parabéns! Adorei o post
;)

Francine M. Stein disse... [Responder comentário]

Tudo bem Bonfa? Adorei a convidada especial de hoje pois concordo com o que ela diz, também sou totalmente contra super festas para as crianças, tanto que sempre fiz as festinhas dos meus filhos em casa só para poucas pessoas e para as quais realmente fazem parte do dia-a-dia deles. Conheço umas mães que gastam mais com as festas dos filhos do que com o próprio casamento rs coisa que eu jamais faria e não é por eles não merecerem mas por estabelecer prioridades e necessidades, na minha opinião não é necessário oferecer uma mega festa para um filho se sentir querido por todos. Esse ano por exemplo não faremos festa, eles mesmo escolheram uma viagem em família a qual estamos nos preparando e estão contando os dias para acontecer. Talvez no dia do aniversário eu até faça um cafezinho para os avós e padrinhos mas será isso no máximo. Um beijão

Dany disse... [Responder comentário]

Eu amei a participação da Geórgia e compartilho do mesmo pensando de vocês duas. As festas viraram mega eventos, onde pessoas saem insatisfeitas pq o garçom não passou em suas mesas exatamente no momento em que sentiram sede. :o
Acho tudo isso estranhíssimo! Grávida do meu primeiro bebê, quero cultivar a simplicidade nas nossas vidas, inclusive nas festinhas.

Sempre teremos muitos convidados, pq são muitos amigos, família, igreja. Mas com comida simples, cada um se servindo, decoração leve e muuito brincadeira. Vejo mães e pais contratando festas com 5 mil balões! É lixo demais pra depois, credo. O meio ambiente paga o pato, ao final.

Essa questão de deixar os filhos na festa e sair não é mais viável, eu acredito. A não ser que não exista NENHUM estranho na festa. Se houver um fotógrafo contratado, já prefiro deixar os pais com suas crianças. Esse mundo tá doido...

Enfim, ameii a postagem! Que bom que ainda existem pessoas assim.

Beijosss

Aline - Receitazada disse... [Responder comentário]

Realmente as festas hoje são muuuito diferentes, todas chiques, pomposas e parecem muito mais festa de 15 anos ou para adultos. No meu tempo também era só brincadeira, esconde esconde,pega pega, jogar bola na rua, ledoleta, amarelinha e tals....uma mesa com cavaletes, uma toalha de plástico com o desenho que a gente adorava, chapeuzinho e dois bancos eram o suficiente. E de comida era sempre nega maluca, canudinho recheado com maionese, chips de palitinhos em alguns copos distribuídos na mesa, um bolo principal onde ia a vela e sanduiches, e para tomar era garrafas pequenas de laranjinha pra cada convidado. Tudo muito simples mas muito gostoso! Ah que saudade. Infelizmente hoje em dia se perdeu esse contato da infância e já desde pequenos já estão acostumados com o mundo virtual e muitos nem sabem o que é se sujar, correr, brincar na rua. Adorei esse levantamento. Beijãooooo

Claudia disse... [Responder comentário]

oi Katia querida! adorei o post,aqui em casa as festinhas sempre fora assim, para poucos e bons - cerca de 30 pessoas em média, docinhos caseiros, bolo e salgadinhos. Nasa de exagero, nada de alugar a decoração que custa uma fortuna, nada de buffet requintado, nada disso. Por sorte, tenho um quintal enorme e posso me dar ao luco das festas caseira,s sim porque acho que estas festas são mesmo um luxo, as pessoas que convido são nossas amigas e amigas das crianças (nestas festas de 200 pessoas todos conhecem o aniversariante? acho que não) e isso é luxo! Neste ano, pro aniversário de 7 anos do meu filho, aluguei uma van para buscar as crianças na escola, trouxe 19 amiguinhos pra casa, aluguei uma cama elásticas e espalhei brinquedos pelo quintal, tinha sanduichinhos, cachorro quente, salgadinhos, suco, bolo e brigadeiro. As crianças amaram, brincaram das 12h30 até as 18h e disserem que foi a melhor festa da vida delas. A decoração era um vulcão que marido fez, arvorezinhas e dinossauros do meu filho e bexigas, é claro! quanto gastei? menos de 400 reais. Bom, né?

Estas festas de milhares de reais são para os pais mostrarem que estão podendo, quando na verdade não estão, né? ou passar 12 meses pagando uma festa para depois começar a pagar a outra é estar podendo? na minha terra não!

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

@Marcela

Oi Marcela, se vc tivesse me convidado para a tua festa de casamento na cantina eu teria ido e teria gostado demais. Adorei!

Quando fiz 50 anos, eu nao quis uma festa, nós viajamos para a Turquia e passei o dia do meu aniversário lá. Com massagem, com cabeleireiro e tudo o que eu tinha direito.

Esse negócio de Mega Festa, você só paga a conta porque vc nem tem tempo de aproveitar a festa e nem os convidados.

Bjos

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

@Dany

Dany, menina vc tocou num outro "X" da questao. E a natureza como é que fica com tantos lixos. perfeita a tua colocacao.

Bjos

Maria disse... [Responder comentário]

Gosto muito de festa de criança, onde as meninas querem ser princesas e os meninos heróis. Nunca gastei muito com minha filha (nem podia) mas ela foi todas as princesas que quis em casa mesmo e com nossos amigos e familia. Acho que hoje é muito fácil preparar uma festa sem muito gasto. O ruim é o tipo de festa que tem que agradar os adultos e não as crianças. Temos espaço no condominio e sempre aluguei pula pula para que as crianças brincassem e corressem muito. Hj. minha filha tem 13 anosa e não quer mais ser princesa.Ela chama apenas alguns amigos e fazem um baile na sala com direito a bolo e refrigerante e no final (como é muito calor) um pulo na piscina é o ideal rsrsrs. Não gasto, com isso, nada que saia do orçamento e ela fica feliz.

Leni disse... [Responder comentário]

Olá Bonfa!! comentários bombando nesse post, acertou em cheio o assunto!! rs
eu amo comemorar aniversário, mais sempre faço as festas em casa no jardim com a família, esse ano minha filha iniciou na escola e falando com outras mães e minhas primas que tbem tem filhos pequenos me parece uma obrigação fazer festa em buffet, fiquei passada com isso e já decidi que não vou entrar nessa porque acho que a festa fica muito "genérica" e caríssima!! gosto de botar a mão na massa e fazer as coisas e tbem planejar alguma coisa pras crianças fazerem (já coloquei mesinhas baixas com figuras pra colorir, pula-pula sempre tem, já dei latas de leite em pó com tintas e acessorios pra cada um criar sua própria lata) vou inventando alguma coisa pra eles se divertirem!
Todos os anos é uma briga com minha irmã pro aniversário da minha sobrinha porque a lista dela é imensa e eu tento convencê-la de que não é casamento, é só um aniversário de criança!! rs
festa simples e em casa é festa original, pelo mens essa é minha opinião!!
beijos
LEni

Suellen Lança disse... [Responder comentário]

Oiiiii, adorei esse post!!!! ótimo tema!
Eu acho simplicidade tudo, também estou achando um ABSURDO os preços para fazer uma festa de 4h, vamos supor, sendo que a criança muitas vezes não se diverte!
Na minha casa eu sempre tive todos os aniversários, tinha brincadeira com as crianças, historinhas, sacolinhas de surpresas, coisas bem simples e eu aproveitei tudo, que eu acho o mais importante, e continua assim até hoje comigo e minha irmã, mesmom maiores de idade.
Beijinhos!!! ♥

http://suellen-ll.blogspot.com.br/

Tucha disse... [Responder comentário]

Também sou adepta da simplicidade, da criatividade e da alegria. A Georgia é especialista, sabe com criar uma festa animada, com a ajuda dos filhos. Realmente criou-se no Brasil um esquema de ostentação com festas de aniversario e casamento, mas nem todos estão nesta "loucura", tem quem seja criativa.

Ana Maria Braga disse... [Responder comentário]

As festas grandes são feitas para agradar os adultos, pois as crianças não precisam de muito pra se divertirem.
Lembro dos meus aniversarios, quando era criança, eram bem simples e eu adorava.
Bjs

Cris Caetano disse... [Responder comentário]

Realmente as casas de festas estão carésimas, as crianças da minha família faziam por conta da infraestrutura e não fazem mais, voltaram aos plays, aos parques infantis e como sempre, o bolo no colégio. Acham um acinte esse preço absurdo. Se todo mundo fizesse o mesmo, o preço abaixaria, sem dúvida.

Beijos às duas

Pêtra disse... [Responder comentário]

Que legal essa abertura desse assunto!!
Obrigada pelo convite ao blog Georgia, eu amei!! E parabéns pelo blog Bonfa, super criativo e eu acho muito legal debater sobre esse assunto com pessoas de diferentes culturas!
Bom, eu nao sou mae, mas sou tia, daquelas que sempre fez tudo para os sobrinhos! Nas festas de criancas lá em casa a gente sempre fez tudo em casa (menos os salgadinhos), o bolo, os docinhos, a decoracao, a gente fazia sempre junto e o mais legal era a preparacao da festa do que a própria festa, hehehe!!
Eu sempre gostei de agito, de receber um monte de gente só que sempre em casa! Nao concordo com essa questao de gastar o que nao tem para fazer uma festa bonita pra criancas que nem vao lembrar direito!
Penso que para os meus filhos eu vou seguir essa linha de Alemanha, até porque estamos aqui agora! Mas eu acho mais sensato mesmo fazer algo simples e aconchegante!
Uma vez eu vi um casal que para comemorar o aniversário de 1 ano do filho, chamou a família e os amigos bem íntimos e chamaram uma pizza em casa, cantaram parabéns com a vela em cima da pizza e nao do bolo! Os adultos com certeza curtiram muito e o neném também curtiu muito o colinho e o paparico da família!
Acho que a gente tem que fazer aquilo que deixa a gente feliz, mas sem prejudicar o financeiro e as emocoes!!
Um beijo grande!!

Thaís disse... [Responder comentário]

Sou casada e ainda não tenho filhos, mas esse é um post que eu vou gravar na minha pasta para quando tiver!
Super concordo e fico muito feliz quando leio posts que vão na contramão das grandes festas. Seja de aniversário de criança ou de casamentos!
Espero ser criativa para comemorar de forma tão especial quanto a Georgia!
Beijosss

Jack Lins disse... [Responder comentário]

Olá meninas,
Olha, eu sempre gostei de comemorar o aniversário dos meus filhos, com festinha e tal, mas nunca gastei o que não podia, nem me endividei para fazer a festa, tanto que a maioria foi em casa mesmo, tínhamos quintal, isso foi até os 10 /11 anos.
Sempre achei besteira se endividar pra "fazer bonito por outros".
Esse ano minha filha fará 15 anos, e não vou fazer festa, iremos viajar. Com certeza é bem melhor. Sem contar que, no nosso caso, a festa já estava causando brigas entre nós, pois da minha parte, não faria festa pra família do pai, eles não iriam participar, e ela insistia, até que comecei a falar sobre viagens e tal, e é o que vai acontecer.
Sem contar que, com uma festa de 15 anos, que gastaria uma "fortuna", na viajem vou gastar menos da metade do que gastaria com a festa.
Iremos sim comemorar, apenas, a família do meu lado ( minha mãe, irmã, sobrinho) e alguns amigos dela. E, com o pai e a família eles deverão fazer uma comemoração entre eles também.
Mas, sem gastar o que não temos, e não queremos, e principalmente, sem aborrecimentos e stress desnecessários.
Tenham um ótimo final de semana, beijos.

Lúcia Soares disse... [Responder comentário]

Oi, Kátia. Que bom ler sobre um assunto que me interessa e me implica muito, que são as festas nababescas que se andam fazendo para as crianças, no Brasil. Claro que cada um faz o que quer, se puder e quiser gastar, tem mais é que fazer mesmo. Mas criança gosta de ter os amiguinhos, um bolo, refrigerante, docinhos e balões. Esta é a verdadeira festa para eles.
Hoje é aniversário de 5 anos da minha neta (a única menininha, dos 5 netos que tenho) e vai ser comemorado em casa, com um bolo, 2 tipos de salgados, alguns docinhos. Ela fica empolgada e acha natural, mesmo indo a festas grandes e caras, dos amiguinhos.
Festas em salões, com jogos, monitores, atividades, são para os adultos se mostrarem, em primeiro lugar.
Sou amiga da Georgia e vim a convite dela, mas sempre leio seu blog e já comentei muito aqui.
Gosto muito do seu bom gosto.
Beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

Pessoal, muito obrigada por todos os comentários! Fico muito feliz em saber que mais gente pensa como eu e como a Georgia!!!!! Infelizmente, hoje está difícil responder a todos, foi um dia cheio e estou de partida para mais um fim de semana fora do Rio! Na segunda-feira estarei de volta e vou tentar moderar os comentários lá de Alagoas na medida do possível, quando a conexão permitir! Um super beijo e ótimo fim de semana pra todos!

Mara Azevedo disse... [Responder comentário]

Olá Kátia!
Sempre gostei de festinhas simples, minha mãe fazia assim e eu amava, tenho ótimas recordações! Mesmo no Brasil minhas filhas comemoravam na escola.Aqui em Portugal ainda se faz em casa. Já existem lugares com brinquedos como cama elástica, insufláveis, etc, mas na dimensão das festas infantis no Brasil, que eu tenha conhecimento, só as festas de casamento daqui. Minha filhota que fará 15 anos próximo ano já me pediu uma viagem e a de 08 quer uma festinha em casa com direito a noite do pijama. Nosso hot-dog fez sucesso no aniversário passado da mais velha com as portuguesas. Amei a toalha de mesa da Georgia e o mug de lembrancinha temos um da Ikea, uma gracinha! Beijinhos!

Elaine Biscuit disse... [Responder comentário]

Oi Katia,achei bem interessante o post,até concordo com vc e com a colega,eu amoo fazer festa,mas tbm acho um exagero gastar mundos de dinheiro,e todos nós sabemos q pra deixar uma criança feliz ñ é preciso muita coisa,mas aki ni Brasil a cultura é outra por aki é quando mais melhor,nem q se pegue empréstimo e se fique todo índividado depois.
Eu sou sou do time,do faça em casa e do faça vc mesmo.
Agora mesmo estou preparando uma festinha com o tema chapeuzinho vermelho pra minha enteada na minha casa,tudo muito simples,pra poucas pessoas e jeita com muito amor e carinho.
E é claro inspirada nas suas lindas festas.

bjinhooss

Iza disse... [Responder comentário]

Oi!

Vim a convite da Georgia.

Como não sou de festas grandiosas gostei muito da forma como organizam as festividades na Alemanha.

Um abraço para as duas e obrigada por partilhar tão preciosas informações.

Fernanda Alves disse... [Responder comentário]

Oi Kátia!

Estou lendo esse post às vésperas da mega festa de aniversário de um ano do meu filho...mega, por conta do número de convidados que ultrapassam os 120 e mega nos gastos também.
Sendo bem sincera - comigo mesma - chego à conclusão de que esse "evento" é mais uma obrigação para com as famílias, do que realmente algo feito para a figurinha principal que é o aniversariante. O medo de se arrepender futuramente e a ideia de que não podemos "selecionar" nossos convidados pensando no bem-estar da criança nos levam a fazer esse tipo de festa.
Confesso que apesar de ter concordado em fazer esse mega evento, me sinto desconfortável, pq o estresse gerado é grande pra que tudo saia impecavelmente perfeito, esquecendo que somos humanos e perfeição não faz parte da nossa natureza.
Aprendi uma coisa com você, acompanhando o seu blog ao longo desses anos, que é seguir o coração e a intuição, e tenho sido feliz quando decido reconhecer os meus limites e deixar que as opiniões alheias não gritem mais alto do que aquilo que me faz sorrir independente de estar ou não seguindo as convenções sociais.
Não tenho nada contra grandes festas, mas minha memória está recheada de pequenas comemorações caseiras, feitas à mão, sem grandes produções, mas com muita autenticidade. E são essas memórias que quero gerar no coração do meu pequeno.

Ótimo post, ótima reflexão!

Sheila disse... [Responder comentário]

Oi Kátia, te acompanho sempre e adoro seu blog. Nunca comentei, mas hoje não resisti. Acho a maior besteira os pais gastarem horrores com festas para satisfazerem seus próprios egos. A melhor festinha de aniversário do meu filho mais novo (11 anos) foi feita de manhã, na área da piscina. O tema da festa foi "Exército". Imagina só o tanto de brincadeiras que rolou. Cabo de guerra, "grana quente", corrida entre pneus, resgate de soldados e mais um monte de coisas. Tudo acompanhado de muito picolé de saquinho, gelatina, cachorro quente, suco, água de coco e para finalizar, almoço e parabéns. Tudo terminou por volta das 15 horas. As crianças amaram e até hoje comentam que a festinha do Arthur foi a melhor que eles já foram. Me inspirei nos Europeus e nos Americanos e valeu muito à pena.
Já nos 15 anos da minha filha, fomos todos pra o Canadá. Segundo ela, foi o melhor aniversário da vida dela. Inesquecível!
Como você vê, não há necessidade de se gastar o que não se tem (muitas vezes).
Pais de verdade, se importam é com a alegria de seus filhos e com as recordações que vão deixar na memória deles.
Poderia escrever mais um monte, porém já registrei minha opinião.
Beijos, querida e sou sua fã!

Milene Galvão disse... [Responder comentário]

Adorei a festa da Vivi e vou propor às minhas filhas pra fazermos uma festa assim...
Quem sabe dá certo?

bjo

Claudia Kazete disse... [Responder comentário]

Oi Geo!

Gostei muito da decoração da festa! Assim como você, gosto muito de fazer eu mesma toda a decoração.

Quanto mais artesanal, mais bonita fica.

Moro no Brasil, como tu sabe, e como a Bonfa, ainda preservo a tradição das festas da minha infância.
Fazemos várias gincanas e brincadeiras, e as crianças simplismente adoram!

Adorei as fotos e a idéia do "mapa do tesouro" para a Vivi encontrar o presente :)

Beijos Grandes :)

Claudia Kazete disse... [Responder comentário]

Oi Geo!

Gostei muito da decoração da festa! Assim como você, gosto muito de fazer eu mesma toda a decoração.

Quanto mais artesanal, mais bonita fica.

Moro no Brasil, como tu sabe, e como a Bonfa, ainda preservo a tradição das festas da minha infância.
Fazemos várias gincanas e brincadeiras, e as crianças simplismente adoram!

Adorei as fotos e a idéia do "mapa do tesouro" para a Vivi encontrar o presente :)

Beijos Grandes :)

Vivi TodoDia disse... [Responder comentário]

Bonfa eu AMEI esse post. O primeiro casamento que eu fui na Inglaterra foi o meu!!! Achei muito esquisito pq os convidados pagavam pela sua propria bebida, a festa foi para apenas 20 pessoas. Fiquei achando que o meu casamento foi o pior do mundo, ate ir no segundo, no terceiro e perceber que o meu foi ate chique, ja que a comida foi feita pelo hotel. Aqui eh comum a familia fazer a comida, nao tem garcons, nao tem mesa de docinhos. O ultimo que eu fui depois do buffet preparado pela familia teve cha e cafe com scones e uma torta de maracuja, so. Eu guardava esse sonho de ter um casamento pra 200 pessoas no Brasil, hoje penso completamente diferente. Nesse ultimo casamento que fui o pai do noivo nos disse que a festa nao era pra fulano ou sicrano ver, mas sim para a familia se confraternizar, esse eh bem o espirito da coisa. Hoje eu ainda tenho o sonho de casar no Brasil, mas de fazer algo pequeno para no maximo 15 pessoas e leva-los a um hotel para passar um fds legal. Esse sim eh meu sonho! Se vc tiver curiosidade, me diz por email que eu te mostro as fotos desses casamentos que eu falei. Beijos

Vivi TodoDia disse... [Responder comentário]

Bonfa eu AMEI esse post. O primeiro casamento que eu fui na Inglaterra foi o meu!!! Achei muito esquisito pq os convidados pagavam pela sua propria bebida, a festa foi para apenas 20 pessoas. Fiquei achando que o meu casamento foi o pior do mundo, ate ir no segundo, no terceiro e perceber que o meu foi ate chique, ja que a comida foi feita pelo hotel. Aqui eh comum a familia fazer a comida, nao tem garcons, nao tem mesa de docinhos. O ultimo que eu fui depois do buffet preparado pela familia teve cha e cafe com scones e uma torta de maracuja, so. Eu guardava esse sonho de ter um casamento pra 200 pessoas no Brasil, hoje penso completamente diferente. Nesse ultimo casamento que fui o pai do noivo nos disse que a festa nao era pra fulano ou sicrano ver, mas sim para a familia se confraternizar, esse eh bem o espirito da coisa. Hoje eu ainda tenho o sonho de casar no Brasil, mas de fazer algo pequeno para no maximo 15 pessoas e leva-los a um hotel para passar um fds legal. Esse sim eh meu sonho! Se vc tiver curiosidade, me diz por email que eu te mostro as fotos desses casamentos que eu falei. Beijos

Flavia Mariano disse... [Responder comentário]

Muito legal ver a Geórgia aqui! Muito legal a ideia de esconder os presentes. A Vivi é uma figura, mesmo. E linda.

Aqui no Brasil muitas mães já estão fazendo festa só na escola. Acho que há uma grande diferença cultural. Nós gostamos de celebrar, de festa e o aniversário de uma criança é a oportunidade de uma confraternização também dos pais.

Porém... Tenho ido a alguns aniversários de criança e está virando tendência, onde os pais deixam os filhos no cerimonial e só buscam na saída.

Enfim, acho que toda comemoração é válida.

Beijos

Mimirabolante disse... [Responder comentário]

oi,adorei esta postagem sobre a festa infantil...há mt que não frequento,pois tenho filhos adultos...mas, gosto mais de festas como estas que a Georgia organiza !!!Aliás , adoro ler o blog dela....rsrsrsr...bjcas

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

Hey meninas amigas e novas amigas que acabei fazendo por aqui.
Muito obrigada por seus comentários e opinioes.
Gostei muito da sinceridade de muitas que escreveram aqui suas experiências.

Muito obrigada a Katia por esta abertura sobre este tema complicado para muita gente, para o bolso de muita gente, mas o ser principal mesmo de uma festa é a crianca e para a crianca o que importa mesmo é brincaaaaaaaaaaarrrr!

Um grande abraco

Cris Paiva disse... [Responder comentário]

Concordo totalmente com o exagero das festas infantis de hoje em dia. Principalmente, porque os pais fazem uma mega festa quando a pobrezinha da criança só tem 1 aninho. Todo mundo falando alto, beijando o bebê, apertando e o coitado só chorando. Aí, com 2 anos, eles fazem de novo. Com 3 anos, a festa já é um pouco menor. Aí quando a criança já tá com uma idade boa pra curtir a sua festa, o que os pais fazem? Desistem de fazer uma festinha porque gastaram muito nas anteriores. Também há quem sempre exagere, todo ano é um mega evento. E felizmente, existem as pessoas q todo ano comemoram, mas a criançada é o foco principal. Bjssss.

Cris Paiva disse... [Responder comentário]

Concordo totalmente com o exagero das festas infantis de hoje em dia. Principalmente, porque os pais fazem uma mega festa quando a pobrezinha da criança só tem 1 aninho. Todo mundo falando alto, beijando o bebê, apertando e o coitado só chorando. Aí, com 2 anos, eles fazem de novo. Com 3 anos, a festa já é um pouco menor. Aí quando a criança já tá com uma idade boa pra curtir a sua festa, o que os pais fazem? Desistem de fazer uma festinha porque gastaram muito nas anteriores. Também há quem sempre exagere, todo ano é um mega evento. E felizmente, existem as pessoas q todo ano comemoram, mas a criançada é o foco principal. Bjssss.

Giselle Cardoso disse... [Responder comentário]

Apoiado!!!
Como tenho um bebê de s anos, estou nessa fase de festas e mais festas infantis....fiz a de um ano do Danilo no play do prédio em que morava e a de dois anos no "quintal" da nova casa e amei o resultado....dê uma espiada no meu blog e veja....aliás, iria amar se vc o seguissse tb !!! Acho que vou escrever algo a respeito tb!!!
wwww.bordandominhavida.blogspot.com

Thalita disse... [Responder comentário]

muito legal essa discussão. Eu não tenho problema com festa grande, mas sim com festa cara.
O aniversário de 1 ano do meu filho foi pra um monte de gente, não contamos mas foram cerca de 100 pessoas, mas cozinhamos quase tudo e o gasto foi ridículo. Decidi pelo festão pq moramos completamente isolados da família e dos amigos, em outra cidade. Então foi uma maneira de apresentar o filhote a um monte de gente querida que mora na nossa cidade natal e que não tinha tido a oportunidade de conhecê-lo ainda. Tenho perfeita noção de que a festa era para adultos mesmo.
Aos dois, estou planejando algo bem menor e sempre no sentido de preparar boa parte das comidas em casa. Temo muito pelo dia que ele pedir uma festa em buffet pq os amiguinhos todos fazem. Espero que a turma dele não seja dessas :)

Maya Segers disse... [Responder comentário]

Bonfa.... hoje posso dizer que vc acertou em cima e me deu mais animo para continuar na minha corrida a contra mão... acho festas criativas com mesas lindas uma maravilha mas não suporto receber mais pessoas que consigo dar atenção, isso vale para td ... Fiz a festa da minha filha de um ano para 40 convidados foram 25 e caprichei na mesa amei mas ela nao entendeu nada alias queria saber dos doces pois nunc atinha visto e nem comido nada e eu cedi ... Bom chegando aniversario de 2 anos e lá vem td de novo ... dessa vez tenho 20 convidados adultos, avós, tios e 2 amigos e 4 crianças mas vai ser mais simples e quero investir em bricadeiras estou confeccionado alguns brinquedos com material reciclado ... vamos ver como vai ficar ... mas obrigada por saber que não sou a unica bjsss

cintiaustin disse... [Responder comentário]

Amei esse blog e principalmente o post sobre festinhas de aniversario.

Aqui nos Estados Unidos como sempre existem os dois extremos, gente que comemora como no brasil e gente que nem comemora.
O bom e que com isso voce fica livre para fazer o que quer.
Meu esposo teve festas no estilo da alemanha e algumas vezes preferia ir pro cinema com alguns amigos.

Eu digo a verdade, entre 1 e 4 anos de idade tive festas para no minimo 50 pessoas. So que as minhas festas nao eram caras. Na minha memoria eram festas gigantescas mais pensando bem, elas eram feitas no quintal da minha casa. A minha mae decorava tudo, uma avo fazio o bolo, a outra a minha roupa de festa. E como eu morava numa vila militar tinha muitos vizinhos. Amei e para minha mae nao foi nada pesado.
Aos 5 fui para Florianopolis, morava em apartamento e tinha poucos amigos. Por isso minhas festas eram menores. Numca me preocupei com isso.
Cintia
Blogger, A Saving Love…that will change a Child’s Life!
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Daiane Pereira Rodrigues disse... [Responder comentário]

Amei o post, tem muito a ver com a maneira como eu faço os aniversarios do meu filho. nós moramos em Assuncao e eu acho os aniversarios aqui até piores que no Brasil, porque além de serem megalomaniacos, com games eletronicos, pula-pula, piscina de bolinha, cabeleireiro mirim e afins, na maioria das vezes contratam o serviço da Ms donald para a comida e enchem as criancas de hamburguer e batata frita regados à coca-cola. Aqui em casa nos nos negamos a fazer tudo isso, as comidas sao sempre caseiras, eu faço até o bolo, e a decoracao é toda artesanal tambem feita por mim e acredito que a partir do proximo ano o meu filho já vai se envolver mais porque nesse ano, fazendo 3, ele já pegou o pincel e cola e se divertiu muito ajudando em tudo. Sempre convidamos poucos amigos nossos e os amiguinhos do bairro, esse ano fizemos uma comemoracao na escolinha tambem. No primeiro ano o motivo foi fundo do mar e alem de enfeites de e.v.a fiz cursos de decoracao com baloes pelo youtube e fiz polvos, peixes e cavalos-marinhos de bexiga; no segundo ano o motivo foi carrinhos e decoramos reciclando tubos de papelao e rolinhos de papel higienico; esse ano tambem usamos rolinhos e potes de vidro, alem de alguns tubos de batata para fazer monstrinhos, as criancas levaram de lembranca monstrinhos feito com restos de tecido. fiquei morrendo de vontade de te mostrar fotos e conversar mais sobre isso.

Alessandra disse... [Responder comentário]

Olá, tenho dois filhos e compartilho algumas angústias relacionadas à forma que estamos educando nossas crianças, incluindo aí, como lidamos com as comemorações de aniversários... tenho um blog e nele escrevi um post sobre as festinhas aqui de casa. Taí o link: http://oratoquesaidatv.blogspot.com.br/2013/08/sobre-festas-de-aniversarios-de-criancas.html

Aldrin Cobbett disse... [Responder comentário]

Desculpe-me, mas não tem coisa mais chata que festinha pra 2, 3... festa tem que ter uma combinação básica: comida, música e gente. Nós um povo calorento e receptivo e você enaltecendo as festinhas sem vida dos alemães... tem dó, né????

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Aldrin CobbettAldrin, que interessante a sua opinião! Minhas festas nunca tem música e recebo normalmente de 4 a 8 convidados. Posso te garantir que são muito divertidas e animadas! Diferente de você, penso que não é a quantidade que conta e sim a qualidade! Beijos!

Georgia Aegerter disse... [Responder comentário]

Aldrin Cobbett, em primeiro lugar eu nao sou alema.
Sou uma brasileira casada com alemao.

As festas de aniversario dos meus filhos, sao para ele, baseada na vontade deles e nao na minha vontade.

E quando recebemos amigos para uma festa de adultos, penso como a Kátia, gosto de ter tempo para os meus amigos e esse tempo já comeca quando eu penso quem vou chamar para uma noite calorosa entre comes e bebes direcionadas aos meus convidados.

Já pergunto de antemao se tem alguma coisa que eles nao podem comer ou por nao gostarem ou por serem alérgicos. Quando eu recebo amigos, em meu aconchego quero aproveitar esse momento com eles.

Assim também penso que meus filhos ao festejarem seus aniversários, uma festa que brinda a vida, a saúde deles, eles têm o direito de festejá-la com seus amiguinhos e nao os meus.

Obrigada por sua opiniao.

Um grande abraco.

Ester Mendes disse... [Responder comentário]

OLÁ BONFA PARABÉNS PELO TEMA, LI E GOSTEI MUITO.ALGO QUE PERCEBI É QUE AS FESTAS INFANTIS NÃO SÃO MAIS DESENVOLVIDAS PARA AS CRIANÇAS, MAS SIM PARA OS ADULTOS POIS ELAS COMEÇAM A NOITE, GERALMENTE NO HORÁRIO QUE A CRIANÇA DEVERIA ESTAR DORMINDO TRANQUILAMENTE,SERVEM A VONTADE CERVEJA PARA OS ADULTOS DO QUE DE SUCOS E AGUÁ PARA OS PEQUENOS.ABRAÇOS!!!!!

Bergilde disse... [Responder comentário]

Olá,bom dia!
Vindo também conhecer o espaço através da indicação da Georgia que aqui apresenta o tema de modo muito empolgante principalmente para aqueles como nós com filhos em idade escolar.Vivo na Itália e pelo que vivencio com os meus filhos,parentes e amigos é tudo muito parecido com o relatado nesta belíssima postagem.Pessoalmente acedito que este como outros argumentos afins esteja muito ligado à questão cultural.
Abraços,

Carla sarmento disse... [Responder comentário]

Olá,

Gostei muito dessa postagem. Eu também nunca me endividei para fazer festas. Gosto das coisas mais simples. Uma vez fiz uma festa de dois anos para o meu filho que foi toda preparada pelos primos. Eles fizeram toalhas de mesa, enfeites, cartazes e até camisetas pintadas. E foi tudo muito bom.

Luciana Nascimento disse... [Responder comentário]

Olá!
Adorei essa postagem e o seu blog! Conheci através de um link publicado na revista Minha Casa de novembro/2013.
Compartilho da sua opinião em relação às festas infantis. Ano passado, quando minha filha fez 4 anos, convidei os pais das crianças, mas me arrependi. Não fizemos em buffet, foi num salão com brinquedos, mas eu, meu marido e minha mãe cuidamos de tudo: de fazer a decoração, comes, bebes... na hora da festa ficamos o tempo todo ocupados preparando tudo e fazendo sala pros convidados adultos. Resultado: Não aproveitamos a festa. Nem brinquei com a minha filha! Esse ano vamos fazer na casa da minha mãe, pq moramos em apto, contratei um palhaço e vamos convidar só as crianças. Adultos, só parentes e amigos mais chegados. Ainda assim, vai dar bastante gente, umas 50 pessoas... Antes, convidava os pais porque as crianças eram pequenas. Mas criança se diverte com qualquer brincadeira. Um passeio em um parque com os amiguinhos, um bolo e suco já se torna uma comemoração especial!

Bel disse... [Responder comentário]

@Katia Bonfadini
Kátia, só depois da notícia da revista hj no FB é que vi sua resposta.
Eu jamais serei acusada de "normose"... EU NÃO SOU NORMAL!!! kkkkkk
Mas nem ligo pras convenções que existem apenas por existir. Claro que não sou uma anarquista que quer viver sem regras, massss... é melhor viver como a gente penda e crê, não acha?

Beijoooo

tatti disse... [Responder comentário]

@Breno Arruda
Não é só festa infantil. Os casamentos lá fora (das pessoas normais) são muito menos extravagantes do que os nossos. Aliás, a festa de casamento típica da classe média até uns anos atrás, também era simples se comparada com a loucura de hoje.
É ostentação mesmo, brasileiro tem cabeça de novo rico, não tem jeito. Só gasta com bobagem, não sabe guardar dinheiro, nem investir.
Fui madrinha de um casamento na mesma época que o Príncipe William da Inglaterra se casou.
A noiva casou com um vestido 10 vezes mais caro que a média só para imitar o modelo escolhido pela Kate Middleton.
A criatura é professora de escola pública e quis casar como um membro da realeza britânica!
Prestem atenção no nível da loucura.
Resultado da história: Dívidas.

Anita Santos disse... [Responder comentário]

Lembro-me da minha tia avó criticar sua cunhada por ''bancar a rica'' e não usar papel higiênico de folha dupla. A tal cunhada ganha 20 mil de salário com comércio exterior e conhece mais de 10 países. As pessoas tão querendo impor ostentação até pra limpar o cu (desculpe pela vulgaridade).

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