quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Um final de semana em Belém do Pará: minha primeira viagem à surpreendente região norte do Brasil

Lindas estruturas de ferro pintadas no Mercado de Carnes de Belém

A famosa castanha-do-pará em seu invólucro natural e pronta para consumo

Aves e lagartos convivendo harmoniosamente no Mangal das Garças

O curioso pássaro Guará, que tem uma coloração avermelhada intensa

Barcos navegando lentamente pela baía do Guajará

Deliciosa e exótica cerveja de trigo com taperebá da Amazon Beer

O “filhote” com camarões e arroz de jambu que desmancha na boca de tão macio

Interior do Theatro da Paz

Fiz questão de acrescentar o adjetivo “surpreendente” ao título desse post porque foi exatamente esse atributo que tornou a viagem à Belém uma das mais interessantes do ano. Belém é uma metrópole emoldurada pela floresta!!!! Foi a primeira vez que estive na região norte do Brasil e descobri uma fauna riquíssima, além da flora exuberante, das paisagens impressionantes e dos sabores especiais da culinária paraense, fortemente influenciada pela cultura indígena.

Achei tudo bem diferente do que costumo encontrar em outras regiões do Brasil e, como quem me acompanha há algum tempo já sabe, adoro me surpreender e experimentar coisas novas: quanto mais “exótico” e inusitado, maior é o meu interesse e curiosidade!!!!!

Fachadas cobertas com azulejos decorados, janelas altas e pequenas varandas podem ser encontradas em diversas partes da cidade

Chegamos por volta das 3 horas da manhã de sábado em Belém, depois que o voo atrasou uma hora. Fomos direto para o hotel dormir e acordamos algumas horas depois dispostos a conhecer o mercado Ver-O-Peso, passando pelo centro histórico (Cidade Velha). Mas antes disso, comemos uma suculenta tapioca recheada no café da manhã, que delícia!!!!!

Barcos de passeio ancourados no porto da baía de Guajará

Parte da fachada do mercado Ver-O-Peso

O “Veropa”, como é carinhosamente conhecido o maior mercado ao ar livre da América Latina, é uma feira tipicamente brasileira onde é possível encontrar tudo o que a gente procura e muito mais. A variedade de frutas, sementes, grãos, ervas medicinais, essências, peixes e artesanato em geral me deixou boquiaberta! O local foi candidato à uma das 7 Maravilhas do Brasil.

Segundo a blogueira Constance Escobar: “Num primeiro momento, o Ver-o-Peso pode causar espanto pela sujeira e pelo descuido. Mas mais espanto causa pelas maravilhas que há ali. Não é difícil entender o porquê de, apesar de toda a desordem, chefs brasileiros e estrangeiros se encantarem com aquele lugar. Há algo muito brasileiro naquilo tudo, no pior e no melhor sentido. Desde a bagunça que impera até a natureza de beleza acachapante que emoldura o mercado, passando pela arquitetura do entorno e pelo jeito da gente que trabalha ali. Se tenho razão não sei, mas não concebo Belém sem aquele mercado.”

Localizado na área da Cidade Velha às margens do Rio Guajará, o “Veropa” foi construído em 1625 no porto do Pirí, assim chamado na época. Seu nome tem origem nas Casas do Ver-o-Peso, projetadas no Brasil em 1614 com a finalidade de conferir o peso exato das mercadorias e cobrar os respectivos impostos para a coroa portuguesa.

Eu não tinha ideia da dificuldade de preparar a famosa castanha-do-pará para consumo. O menino da foto acima usava esse aparato para ajudar a retirar a casca super dura da fruta, mas a maioria do pessoal usa somente facas e leva um bom tempo para encher um saquinho.

Depois de presenciar essa cena, entendi porque a castanha-do-pará normalmente chega aos mercados com preços elevados. O processo de produção manual é bastante trabalhoso.

O mercado apresenta uma grande variedade de texturas e cores: imagino que seja um prato cheio para os fotógrafos profissionais! Eu, que não tenho nenhuma formação nem pretensão nessa área, fiquei encantada com tanta riqueza visual e saí clicando tudo o que me chamava a atenção, como a mistura de pimentas da foto acima.

O Ver-O-Peso é dividido em setores e estes são bem organizados e delimitados. Existe uma área dedicada somente às “poções mágicas”, vendidas em garrafinhas com nomes sugestivos como “Chama dinheiro”, “Pega e não larga”, “Hei de vencer”, “Abre o caminho da felicidade”, “Amansa corno”, “Viagra natural” e por aí vai.

A variedade de tipos de farinha de tapioca também me deixou impressionada: tem finíssima, fina, grossa, em pedaços etc.

A folha de maniva (foto acima) é utilizada na elaboração da maniçoba, uma espécie de feijoada paraense em que folhas de mandioca são usadas no lugar do feijão. Depois de lavada, a maniva é moída e cozida em água abundante por sete dias. Somente assim as folhas perdem o ácido cianídrico, um veneno que pode levar à morte por intoxicação. Os índios foram os primeiros a domesticarem a mandioca, aprendendo a eliminar o seu veneno mortal e a utilizá-la em diversas preparações. Com a chegada dos portugueses, a maniva cozida pelos índios foi incrementada com paio, pé de porco, linguiça, costelinha, lombinho etc., transformando-se na maniçoba. Na hora de comer, o ideal é acrescentar ao prato algumas gotas de pimenta-de-cheiro e farinha de mandioca torrada.

Gente, eu adorei a maniçoba!!!!! O aspecto pode assustar os desavisados, mas convenhamos que a feijoada de feijão preto também não é esteticamente muito atraente, né? O fato é que estamos acostumados a alguns pratos e muitas vezes oferecemos resistência quando precisamos sair da nossa zona de conforto para experimentar algo novo e de aparência exótica. Mais tarde nesse mesmo dia, tive a oportunidade de provar a feijoada paraense e simplesmente A-M-E-I! O sabor é muito parecido com o da feijoada tradicional, mas ao invés de grãos, a base do prato são folhas.

Além da famosa cerâmica marajoara, encontramos diversos objetos decorativos feitos de fibras, sementes e até escamas de peixes como cestos, jogos americanos, chapéus, bolsas, balaios, colares etc. A fibra de miriti é utilizada para confeccionar brinquedos que reproduzem barquinhos, bonecos e bichos da região como jacarés, pacas, cobras e onças. É um material bem levinho que se assemelha ao isopor.

Durante o passeio pelo Ver-O-Peso, encontramos a queridíssima Cath Vale (do blog UTENSÍLIOS), que sabe tudo sobre o mercado, as comidas típicas, o artesanato e as tradições de sua terra natal. Na foto à esquerda, vocês podem observá-la explicando ao Marcelo os efeitos do jambu. Foi uma delícia reencontrá-la em Belém depois de conhecê-la pessoalmente no Rio esse ano. Passamos a manhã muito bem acompanhados por uma super mulher que admiro e com quem descobri várias afinidades. Resumindo, a Cath é o máximo e espero ter muitas outras oportunidades de revê-la!!!! Na foto à direita, vocês podem ver um cacho de pupunha.

Para terminar o passeio, entramos no mercado de peixes e descobrimos que o pirarucu, que comeríamos mais tarde nesse mesmo dia, é gigantesco!!!! Trata-se de um dos maiores peixes de água doce do Brasil, podendo atingir até três metros e 200 Kg.

Do mercado de peixes, partimos para o mercado de carnes e eu fiquei apaixonada pela elegante estrutura de ferro que se tornou a marca registrada do local.

O conjunto arquitetônico foi importado da Escócia e é composto de quatro grandes pavilhões, um pequeno chalé e uma estrutura construída para suportar o reservatório de água, que se transformou, depois de desativada, em um mirante com escada em caracol.

Depois de passearmos bastante pelo “Veropa” e de descobrirmos um monte de curiosidades, resolvemos dar uma pausa para comer uma porção de camarões empanados com molho tártaro na barraca da Lúcia, indicada pela Cath.

Apesar de adorar bater perna e visitar lugares novos, fico feliz quando chega a hora da pausa para beliscar alguma coisa, tomar uma cervejinha e conversar sobre o que já vimos e o que ainda falta conhecer. Foi ótimo bater um longo papo com a Cath e saber das novidades!

Nos despedimos de nossa amiga e seguimos para a Praça Frei Caetano Brandão, onde visitamos a Casa das Onze Janelas e o Forte do Presépio, local onde a cidade de Belém foi fundada. A Catedral da Sé, infelizmente, estava fechada.

Entramos no Museu de Arte Sacra/Igreja e Colégio de Santo Alexandre, uma bela construção que ficou fechada durante décadas com centenas de obras de arte. A visita à igreja é obrigatoriamente guiada, mas o visitante pode passear pela área do museu por quanto tempo desejar. Não é possível fotografar o interior do edifício, que é bem bonito.

Na outra extremidade da praça, avistamos a Casa das Onze Janelas, um ponto turístico da cidade construída no século XVIII para ser a moradia de Domingos da Costa Barcelar, um rico senhor do engenho.

O edifício faz parte do conjunto arquitetônico e paisagístico denominado Feliz Lusitânia. Ele abriga, além do espaço museológico, o “Boteco das Onze” que, apesar do nome, é um dos restaurantes mais qualificados de Belém. A área que envolve a Casa das Onze Janelas possui um conjunto de equipamentos culturais, como o Jardim de Esculturas, o Navio Corveta e o palco, que se projeta sobre a baía.*

Em 1768, a casa foi adquirida pelo governo do Grão-Pará para abrigar o Hospital Real, que funcionou até 1870 e mais tarde a casa passou a ter funções militares. Em 2001, o Governo do Estado do Pará assinou um convênio com o Exército Brasileiro, alienando os terrenos da Casa das Onze Janelas e do Forte do Presépio em favor do turismo em Belém. Hoje o palacete é um dos cartões postais da capital paraense e um dos pontos turísticos mais visitados da Cidade Velha.*

Fizemos uma breve visita às salas de exposições (sem direito a fotos) e, em seguida, fomos conhecer o Forte do Presépio, que fica logo ao lado.

Inaugurado em janeiro de 1616, o Forte do Presépio foi o marco inicial da colonização da Amazônia por Portugal, que mais tarde, daria origem à cidade de Belém.

O lugar é bem preservado e foi integrado ao projeto Feliz Lusitânia em 2001, quando o Governo do Estado do Pará conseguiu sua alienação, tranformando-o em um museu  com exposição de longa duração. Seu acervo é amparado em pesquisas históricas, arquitetônicas e arqueológicas.

Chegamos exatamente na hora em que o museu estava fechando, mas pudemos passear pela parte externa do forte, apreciando a vista do rio e do mercado Ver-O-Peso.

De lá, seguimos para o Mangal das Garças, um dos lugares mais impressionantes da cidade! A entrada no parque é grátis, mas existem 4 atrações pagas que valem muito a pena: o Farol de Belém, o borboletário, o viveiro de aves e o Memorial Amazônico de Navegação. Cada ingresso custa 3 reais, mas se você preferir o pacote completo, ganha um desconto e paga somente 9 reais.

O espaço foi criado pelo Governo do Pará em 2005 e é o resultado da revitalização de uma área de cerca de 40 mil metros quadrados às margens do rio Guamá.

O parque foi concebido com o objetivo de representar as diferentes paisagens naturais do Pará:  as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos, além de sua fauna característica.

Com lagos, aves, vegetação típica, áreas de lazer, restaurante e vistas espetaculares do rio, o Mangal das Garças é um dos pontos turísticos imperdíveis de Belém!!!!

A torre (Farol de Belém) de onde é possível observar lindas vistas do parque e do rio.

O mirante do Farol de Belém

Para quem tem medo de altura, ficar em uma das extremidades do mirante pode gerar algum desconforto, mas vale muito a pena observar as lindas paisagens que se descortinam lá embaixo, mesmo que seja por um curto espaço de tempo!

Vista do Mangal a partir do mirante
Vista do lago, do borboletário, do deque de madeira e dos guarás a partir do mirante

Quando avistei esses pássaros de cor vermelha, fiquei encantada! A intensidade do tom era tanta que eles pareciam ter sido pintados. Comentei com o Marcelo que Belém foi provavelmente o lugar que mais fotografei esse ano e os guarás ocuparam boa parte do meu cartão de memória!!!!

O guará é considerado uma das mais belas aves brasileiras justamente por causa de sua cor. Ele mede cerca de 50 a 60 cm, tem bico fino, longo e levemente curvado para baixo. Sua plumagem possui esse vermelho extra forte por causa da alimentação à base de caranguejo chama-maré, responsável pela produção do pigmento que tinge as penas.

É curioso descobrir que a alimentação influencia na coloração das penas das aves, né? Mas essa não foi a primeira vez que ouvi falar nisso. Quando estive no Deserto do Atacama, descobri que o mesmo acontecia com os flamingos cor de rosa.

Aliás, também tem flamingos no Mangal das Garças

…e patinhos coloridos muito fofos!

O que eu achei mais curioso foi a convivência pacífica entre iguanas, garças, patos etc. Eram vários espalhados por todo o parque e a bicharada parecia não se importar com a nossa presença, a não ser que nos aproximássemos muito…

Os patinhos e eu

A garça e eu

Marcelo encarando uma iguana

Foi só no borboletário que eu fiquei tensa porque… EU TENHO MEDO DE BORBOLETA!!!!! Pronto, confessei. Imaginem isso: eu perseguia as iguanas, mas dava gritinhos e fugia das borboletas mais ousadas que tentavam pousar em mim. É sério, gente, sinto o maior desconforto quando percebo um desses insetos por perto, quanto mais, centenas!!!!

Mas o lugar é bem bonito e abriga diversas espécies, incluindo esse tipo que parece ter olhos de coruja estampados em suas asas.

No viveiro de aves, encontramos essa espécie bem quietinha descansando alheia à nossa presença…

…e também o pássaro da foto acima, que tinha um vistoso topete cacheado muito engraçado!

Antes de visitarmos o Memorial Amazônico de Navegação, caminhamos pelo deque que avistamos lá de cima do farol e apreciamos em silêncio a bela vista do rio tranquilo e da exuberante vegetação em seu entorno.

O Memorial Amazônico de Navegação é pequeno e a visita é rápida, mas interessante. Lá os turistas aprendem sobre a evolução dos meios de transporte de navegação na Amazônia por meio do aspecto militar, comercial e regional. Este último é representado pela exposição dos tipos de barcos mais comumente utilizados na região norte.

Do Mangal, seguimos para o Espaço São José Liberto, que atualmente abriga o Museu de Gemas do Pará, o Pólo Joalheiro, uma capela em estilo barroco e a Casa do Artesão. No passado, funcionou como presídio e cada antiga cela foi transformada em uma loja de jóias.

O paisagismo do jardim é muito bonito e a primeira coisa que se vê ao chegar lá é uma rocha gigante de cristais de quartzo que pesa 2,5 toneladas. Entrando no edifício, o visitante descobre uma extensa área central que é utilizada para abrigar eventos como casamentos, coquetéis e desfiles de moda. Ao redor desse espaço, vimos várias lojas de artesanato típico e uma sorveteria.

Voltamos em direção à Estação das Docas à pé, passando pela simpática Praça Batista Campos, uma charmosa área de lazer para a família que tem coreto, laguinho, pequenas pontes e muito verde.

A Estação das Docas fica ao lado das Docas do Pará e surgiu a partir da revitalização do antigo porto da capital paraense depois de uma grande reforma. Os armazéns mantiveram suas características originais, mas receberam decoração, iluminação e climatização especiais.

Eu A-M-E-I a atmosfera desse lugar e o achei parecidíssimo com o Puerto Madero, em Buenos Aires. O ambiente é super agradável e descontraído.

Mesmo que a gente não quisesse se sentar e beliscar alguma coisa em um dos diversos restaurantes do complexo, um passeio pelas margens do rio já seria motivo suficiente para nos deslocarmos até lá e passar um bom tempo observando o vai-e-vem dos pequenos barcos…

…ou dos barcos maiores que partem com turistas para outros destinos.

O Marcelo já havia pesquisado sobre a AMAZON BEER, uma cervejaria artesanal inaugurada em 2000 na Estação das Docas. Lá são produzidos seis tipos de cervejas, que atendem aos mais variados gostos e estilos.

Como bons apreciadores de cerveja, experimentamos todos os tipos oferecidos pela casa. Eu gostei muito da Black, Red e Forest Bacuri, já o Marcelo preferiu a River e a Weiss. Também provamos a Witbier Taperebá, uma exótica mistura de cerveja de trigo com cajá.

Gostamos tanto da experiência que resolvemos levar pra casa quatro garrafinhas: duas da Forest Bacuri e duas da Witbier Taperebá.

Os tonéis da cervejaria ficam expostos na parte interna da Estação das Docas e possuem um projeto de iluminação bem bonito.

O espaço amplo tem dois andares e tirei essa foto lá de cima. O Armazém 1 é conhecido como o Boulevard das Artes, o Armazém 2 é o Boulevard da Gastronomia e o Armazém 3 é o Boulevard das Feiras e Exposições. Além de restaurantes variados, há também lojas de roupas, artesanato, cinema, teatro, agência de turismo e uma exposição permanente com a história do porto.

O grupo de músicos da foto acima tocava clássicos da MPB nessa espécie de mezanino flutuante, que se deslocava de ponta a ponta no Boulevard da Gastronomia entretendo os visitantes. Eu nunca tinha visto nada parecido, mas meus pais estiveram em Belém há dez anos e já conheciam essa atração. Achei o máximo!!!!!

Depois de bebericarmos na Amazon Beer, pagamos a conta e fomos procurar algum lugar para jantar na Estação das Docas mesmo.

Na lista das sugestões que recebemos, havia um restaurante chamado LÁ EM CASA, muito bem recomendado. Apesar do conforto do ar condicionado do lado de dentro, preferimos aproveitar a brisa que soprava lá fora e escolhemos uma mesa ao ar livre.

Gostei do restaurante assim que vi o cardápio e nem estou me referindo aos pratos oferecidos pela casa, mas ao design da peça.

A primeira página era toda ilustrada e havia breves textos explicativos sobre cada uma das matérias primas utilizadas na elaboração dos pratos típicos da culinária paraense.

A gente queria provar de tudo um pouco e havia uma opção perfeita para isso: o combinado paraense. O pedido inclui uma série de degustações que ilustram o que há de mais representativo entre as receitas regionais. Para começar, recebemos um prato contendo dois pedaços de pirarucu frito (conhecido como “bacalhau da Amazônia”), uma salada de feijão manteiguinha de Santarém, um pouco de farofa de pirarucu, uma porção de muçuã de botequim (feito com músculo bovino) e camarão temperado. No potinho branco foi servido molho de leite de coco e cebola para regar as entradas.

Como o Marcelo não come frutos do mar, eu ganhei duas porções de camarão temperado e fiquei super feliz, mas ironicamente, foi o que menos gostei no prato! O tempero estava bom, mas esse tipo de camarão pequenininho não agrada o meu paladar. De resto, estava tudo D-E-L-I-C-I-O-S-O!!!!

O prato principal incluiu os tradicionalíssimos pato no tucupi e maniçoba. Acompanhados de arroz branco e farinha de mandioca, os dois foram servidos em panelinhas de barro.

Eu já havia experimentado pato umas três vezes na vida, mas não gostava muito do sabor meio amargo da carne. Na versão paraense, o pato estava saborosíssimo, desmanchava na boca de tão macio e eu não senti nenhum amargor. O tucupi é um molho de cor amarela extraído da raiz da mandioca brava e o jambu é uma erva típica da região norte que tem propriedades anestésicas e deixa a boca um pouquinho dormente…super interessante! Adorei o prato!!!!

Eu estava meio reticente com relação à maniçoba, também conhecida como “feijoada paraense”, conforme relatei no início do post. Sua aparência não é das mais agradáveis, mas o sabor… hummmmmm, me conquistou na primeira garfada!!!!

Eu só consegui perceber uma diferença entre a feijoada paraense e a tradicional: a substituição dos grãos de feijão pela folha de maniva. É claro que isso influencia na textura, mas o sabor é exatamente o mesmo da feijoada que conhecemos. Ou, pelo menos, essa foi a minha impressão. Dei nota dez pra tudo, mas a nossa aventura gastronômica não parou por aí…

Para fechar a degustação, foram servidos sorvete e suco de cupuaçu. Eu já conhecia e gostava muito da fruta, mas nunca comi um sorvete tão cremoso!!!! Recomendo muito o Lá em Casa e saí do restaurante satisfeitíssima.

Aliás, eu estava tão satisfeita que só consegui provar o famoso sorvete CAIRU no dia seguinte, mas também tirei o atraso: tomei duas bolas e depois pedi mais duas!!!!

Lá você encontra sorvetes de taperebá, bacaba, tapioca, bacuri, açaí, uxi e outros sabores tão raros quanto deliciosos. O meu preferido foi o CARIMBÓ, que é uma mistura de  castanha do pará com doce de cupuaçu… simplesmente sensacional!

No dia seguinte (domingo), fomos passear na Praça da República, onde acontece uma feirinha de artesanato pela manhã. Depois visitamos o belíssimo Theatro da Paz, que fica ali na praça mesmo.

O Theatro da Paz foi fundado em 15 de fevereiro de 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, quando ocorreu um grande crescimento econômico na região. Belém viveu um significativo processo de transformação sócio-econômico nesse período, chegando a ser chamada de “A Capital da Borracha”. Mas, apesar desse progresso, a cidade ainda não possuía um teatro de grande porte, capaz de receber espetáculos do gênero lírico. Buscando satisfazer o anseio da sociedade da época, o governo da província contrata o engenheiro militar José Tiburcio de Magalhães que dá inicio ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itália).*

Detalhe do lustre de cristal francês e da pintura no teto representandoo as artes gregas

Detalhe do piso de mosaicos feitos com pedras portuguesas coladas com o grude do Gurijuba (peixe encontrado na região)

A Sala de Espetáculos que originalmente possuía 1.100 lugares, hoje comporta 900. As cadeiras conservam o estilo da época em madeira e palhinha adequadas ao clima da região. A balaustrada é toda em ferro inglês folheado a ouro. A pintura em afresco do teto central apresenta elementos da mitologia greco-romana fazendo uma alusão ao Deus Apolo conduzindo a Deusa Afrodite e as musas das artes à Amazônia.*

No centro do teto foi adaptado o lustre em bronze americano que substituiu um grande ventilador que ajudava amenizar o calor. Nas paredes, com motivos florais, as pinturas imitam o papel de parede.*

O pano de boca pintado na França no ateliê Carpezat intitulado “Alegoria à República“ foi inaugurado em 1890 em celebração a República Brasileira.*

O interior do teatro é realmente muito bonito e cheio de detalhes, como essas curiosas peças de metal fixadas nos degraus da escadaria e o piso em marchetaria.

Detalhe das placas de metal com desenhos

O Salão Nobre (Foyer), local onde a nobreza costumava se reunir para bailes, pequenos recitais e durantes os intervalos dos espetáculos, é um espaço ricamente decorado com espelhos, lustres em cristal francês e bustos em mármore de carrara de dois grandes compositores da época: Carlos Gomes e Henrique Gurjão. Quanto à pintura do teto feita em 1960, é do pernambucano Armando Baloni, que se inspira nas musas da música ladeadas pela fauna e flora amazônica. As paredes, pintadas pelos italianos, retratam motivos neoclássicos com buquês de flores.*

Detalhe de uma das estátuas que ficam na fachada do teatro

Depois da visita guiada ao teatro, seguimos em direção à Basílica Santuário de Nazaré, o local onde termina a procissão do famoso Círio de Nazaré.

A Basílica de Nazaré foi inspirada na Basílica de São Paulo, em Roma e seu interior é todo de mármore com um belo forro de madeira e vitrais coloridos.

Na fachada, um painel em mosaico mostra a Virgem de Nazaré como Rainha da Amazônia, num cenário regional onde estão índios, negros, Jesuítas, Capuchinhos, e, também, as figuras de Pedro Álvares Cabral, Castelo Branco (fundador da cidade de Belém), Dom Bartolomeu (primeiro Bispo de Belém), o caboclo Plácido, Dionísio Ausier Bentes (governador à época da inauguração) e uma família de operários, entre outros personagens.*

Detalhes da arquitetura interna da basílica

A Basílica Santuário tem o conjunto de sinos mais antigo e completo do Brasil. Os sinos, que datam de 1966, foram os primeiros eletrificados do país.*

Chegamos no meio de uma missa e discretamente tiramos algumas fotos antes de partirmos para a próxima atração.

O Museu Emilio Goeldi é um parque zoobotânico, onde pode-se caminhar por trilhas cercadas de verde e espiar animais em jaulas ou mesmo soltos. Dentro da construção principal, há uma exposição sobre o trabalho realizado pelos biólogos do parque, curiosidades sobre a fauna e a flora da região e alguns bichos empalhados.

Vimos muitas tartarugas e jacarés durante o passeio e alguns deles eram enormes!

Detalhe do jacarezinho entre dezenas de tartarugas

A Vitória-régia sempre me impressionou pelo seu tamanho e caráter exótico. Pesquisando para esse post, descobri que ela pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.

A parada seguinte foi no Parque da Residência, para uma rápida visita. O local funcionou como residência dos governadores do estado. É um parque pequeno, porém bonito e bem cuidado.

O parque possui pavimentação de pedras portuguesas, belas luminárias de ferro, estátuas delicadas, um palacete do início do século XX, um coreto e um orquidário, além de um pavilhão para exposições e eventos que estava fechado no dia da nossa visita.

De lá, seguimos para o Jardim Botânico da Amazônia, ou Bosque Rodrigues Alves, outro parque para se caminhar em meio à exuberante vegetação.

O bosque é bem maior que o do Museu Emilio Goeldi e vimos muitas famílias aproveitando o domingo para passear e fazer piqueniques, uma delícia!

O parque contém algo em torno de 85 mil espécimes de animais e plantas, além de algumas construções interessantes como a fonte acima e a gruta artificial da foto abaixo.

Encontramos trilhas, lagos, animais, uma área com brinquedos e até alguns quiosques servindo comida típica dentro do parque.

Com certeza, é um local bem agradável para se passar o fim de semana com a família, mas eu estava meio cansada e sugeri ao Marcelo que a gente voltasse à Estação das Docas para experimentar mais algumas comidinhas e passar o resto do tempo antes da hora do embarque relaxando nesse lugar tão aconchegante! Pensamos em conhecer o REMANSO DO BOSQUE, restaurante conceituado e recomendadíssimo comandado pelos chefs Thiago e Felipe Castanho, que fica perto do jardim botânico, mas confesso que eu estava mais a fim de uma comidinha simples em um ambiente despojado. Bom, fica pra próxima!!!!

Voltar à Estação das Docas foi tudo de bom!!!! Assim como eu acho que Puerto Madero é um dos lugares mais charmosos de Buenos Aires, posso dizer o mesmo da Estação com relação à Belém.

Não estávamos com muita fome, mas queríamos saborear outros pratos da cozinha paraense antes de voltar ao Rio. Então decidimos pedir uma porção de bolinhos de pato no tucupi na AMAZON BEER.

Apesar de sentir o tal amargor da carne de pato, achei os bolinhos bem gostosos, crocantes e sequinhos.

Como prato principal, optei pelo “filhote”, também conhecido como Piraíba-filhote ou Piraíba. Trata-se de um peixe de água doce da região amazônica que pode atingir até 2,50 m de comprimento e 300 kg de peso. Ele é muito apreciado na culinária paraense e sua carne é tão tenra que desmancha na boca.

O Filhote com crosta de parmesão veio acompanhado de camarões e arroz de jambu. Até o Marcelo (que não gosta de frutos do mar) experimentou o prato e repetiu!

Na lista de comidinhas que gostaríamos de provar, só faltou mesmo o tacacá.

Depois do almoço, provamos alguns sabores do sorvete CAIRU e seguimos para o aeroporto com um gostinho de “quero mais”.

Na decolagem, pudemos admirar toda a exuberância dos rios e florestas lá de cima e eu, que nunca tinha sonhado em conhecer a Amazônia, fiquei com uma imensa vontade de voltar à região norte no ano que vem. Se tudo correr conforme o esperado, Manaus está no topo da nossa lista!

Um grande beijo pra todos com um agradecimento especial à Danyella Colares, simpaticíssima blogueira em cujo blog ISSO É BELÉM me inspirei para escrever esse post. Hoje em dia ela mora na Espanha e edita o ótimo FERIADO PESSOAL, no qual dá muitas dicas do que ver e fazer por lá. É claro que também preciso agradecer à Cath Vale (do blog UTENSÍLIOS), que nos recebeu de forma tão empolgada e calorosa no “Veropa”!!!!

*Fontes:
http://www.mochileiros.com/fim-de-semana-em-belem-pa-t74310.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ver-o-Peso
http://www.slowfoodbrasil.com/textos/alimentacao-e-cultura/398-um-olhar-sobre-o-mercado-ver-o-peso-comida-cultura-e-brasilidade
http://brasilsabor.com.br/por/iguarias/item/20
http://issoebelem.wordpress.com/
http://eradoferro.diarioonline.com.br/textomercadodecarne/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Palacete_das_Onze_Janelas
http://www.mangalpa.com.br/
http://www.wikiaves.com.br/guara
http://brasilsabor.com.br/por/roteiros/artigo/33
http://www.theatrodapaz.com.br/
http://www.basilicadenazare.com.br/portal/historico-basilica.html

Bonfa-ass

74 comentários:

Dani Hoffmam disse... [Responder comentário]

Que lugar lindo Bonfa! E o mais legal é saber que fica no Brasil! Nosso país é tão rico de belezas!!!

Quanto orgulho de ser brasileira!


Amei o post!

Bjão,
Dani

Brenda disse... [Responder comentário]

Éééééégua Bonfa, que bacana! Acompanho seu blog há tanto tempo e estou muito feliz de vc ter conhecido meu cantinho (: Belém é quente, mas é uma delícia, né? Temos paisagens que não nos deixam negar nossas raízes amazônicas. Ontem mesmo fui passear num espaço próximo ao Mangal, chamado Portal da Amazônia. Assim, sem motivo, só pra ver o por-do-sol na beira do rio. A Estação também é o meu local preferido! Agora você vai ficar se coçando pra voltar e tomar um tacacá paidégua(chega minha boca encheu de água só de lembrar) e tomar um banho de rio, que nesse calor constante é tudo de booom! hahahahahaha Beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Dani HoffmamDani, o Brasil é mesmo lindo demais e toda vez que viajo me surpreendo com tanta variedade e riqueza de paisagens!!!!! Amei conhecer o norte do Brasil!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@BrendaBrenda, vou adorar provar o tacacá, deve ser delicioso! Realmente Belém é muito quente e essa ideia do banho de rio deve ser tudo de bom! Eu escrevi que essa viagem foi uma das mais interessantes do ano, né? Mas eu acho que foi A MAIS INTERESSANTE! Estou doida pra conhecer Manaus agora! Um grande beijo!

Bia Jubiart disse... [Responder comentário]

Bom dia Bonfa!

"Meio cansadinha", nossa impressionante como vcs foram em tantos lugares em tão pouco tempo, são turistas "porreta!", como falam os nordestinos.
As imagens ficaram belas! No meu blog no tema "Comidinhas" tem o tacacá e a maniçoba.
Sua amiga tem razão, o Vêr-O-Peso, sem o cheiro os urubus, e a muvuca perde um pouco a identidade, afinal é uma feira e um mercado de peixe, o que impressiona nela é a diversidade e a exuberância nas cores e sabores, é uma festa para todos os sentidos. Amei a postagem!
Tenho orgulho de ser uma cabocla Nortista paraense.

Tenha um dia maravilhoso!

Beijooooooooo

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Bia JubiartBia, vc é uma grande querida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Sua terra é linda demais! Quero muito voltar e te conhecer pessoalmente algum dia! Te peço mil desculpas pelo sumiço, vc está sempre presente, me incentivando, elogiando e acarinhando! Sou muito agradecida por tudo isso! Essa viagem foi incrível! É tudo muito diferente do sudeste e sul do Brasil. Fiquei encantada com a variedade de paisagens, fauna e flora do nosso incrível país! Um beijo enorme e cheio de saudades de Belém! Ah, pois é... o Marcelo tem um pique incrível! Acho que também tenho bastante energia, mas tem uma hora que a bateria acaba, rsrsrs!

Heloísa disse... [Responder comentário]

katia,
Tenho uma ligação afetiva muito grande com Belém.
Mas estive lá há bastante tempo, e alguns desses pontos turísticos que você nos mostra não existiam.
Não preciso dizer que fiquei morrendo de vontade de ir até lá.
Beijos.

Bianca de Neve disse... [Responder comentário]

Mais uma paraense aqui.
Meu Deus, esse post tá incrível, fiquei super emocionada de rever minha terrinha, moro em Belo Horizonte (uso muito seu post de BH como roteiro, rs), e estive lá no início do mês de Outubro, para o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, você precisa conhecer também. Ainda bem que passei na Cairu e tomei meu sorvete de queijo, senão ia bater um desejo agora.
Também quero muito conhecer Manaus, meu sonho é fazer um Cruzeiro pelo Rio Amazonas.
Obrigada por mostrar Belém tão lindamente no seu blog, até chorei ao ver o Santuário, a Casa das 11 Janelas que foi onde comecei a namorar meu marido, rs.

Muitos bjs

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@HeloísaHelô, eu sempre digo que não gosto de repetir viagens, mas quando a gente fica muito tempo sem voltar a algum lugar, muita coisa muda, né? Aí eu fico louca pra voltar e conhecer as novidades! Dou a maior força pra vc voltar a Belém, a cidade tem muitas atrações especiais! Um grande beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Bianca de NeveBianca, arrancar lágrimas não era exatamente o meu objetivo, rsrsrs, mas isso me deixa super emocionada e muito feliz! Eu fiquei simplesmente apaixonada por Belém e cada dia mais, me sinto muito privilegiada por ser brasileira e por nascer em uma terra tão rica culturalmente e com um povo tão caloroso e criativo!!!!! Agradeço demais seu comentário, elogios e carinho!!!! Eu também quero voltar e experimentar o tacacá!!!!! Bjs!

Eu que fiz... ou quase isso disse... [Responder comentário]

Caracas Katia este post foi especial rsrs, bem detalhado mesmo rsrs. Fiquei enlouquecida com as experiências gastronômicas Pato no Tucupi lembre do Fantástico.
Que Vitórias Regias enorme coisas de livros de histórias infantis, muito lindo Parabéns pelo relato maravilhoso.

Bjs

Gélia

Paula Henderson disse... [Responder comentário]

Que lindo, Bonfa!!!! No fim de semana que vocês estiveram aqui fiquei rezando para não chover e fiquei comentando, de tempos em tempos, com meu namorado: onde será que eles estão agora??? rsrs
Que bom que vocês aproveitaram e gostaram tanto da minha cidade!
E que venha Manaus!!! :D

Beijo enorme!!

Gina disse... [Responder comentário]

Kátia,
Que post completíssimo!!
O "Verupa", a arquitetura do mercado de carnes e o pirarucu (que, por sinal, adoro!) me chamaram atenção.
A região norte é a única que não conheço, mas já visitei 17 Estados e o DF. Viajar é uma delícia, né?
Bjs.

Veronica Kraemer disse... [Responder comentário]

Ká querida, que viagem mais linda, e que post espetacular! Foi uma delícia viajar com vocês, sonho em conhecer este lugar!
O Brasil é mará!!! Obrigada por sempre compartilhar com a gente!
Beijossssssssssss
Vero

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Eu que fiz... ou quase issoQue bom que gostou do post, Gélia! Ah, menina, as coidas são bem diferentes e eu estava um pouco receosa, mas não deixaria de experimentar e que bom que amei tudo! Um beijão!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Paula HendersonPaula, que legal! Obrigada pelos pensamentos positivos! Choveu um pouco no fim da tarde de domingo e acho que no Sábado também, mas foi ótimo porque refrescou e não prejudicou nenhum passeio! Aproveitamos bastante o final de semana! Beijão!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@GinaGina, viajar é mesmo MARAVILHOSO! E conhecer as coisas de perto, sentir, tocar, cheirar, observar é bom demais! Não é como ler sobre o lugar, a gente precisa estar lá para realmente "respirar" a cidade!!!!!! Um beijão!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Veronica KraemerVero, o Brasil me surpreende a cada viagem! Uma coisa é ver fotos, outra é estar lá e sentir o clima do lugar. Fico muito feliz que tenha gostado do meu relato, Belém me deixou encantada!!!!! Um beijão!

Gerliane disse... [Responder comentário]

Ai Katia que bom que vc gostou desta terrinha que amo tanto! Alguns belenenses chegam a ser um tanto "bairristas" mas depois que fui morar lá entendi as razões, por mim eu não teria saído de lá.
Mas de vez em quando volto pra matar as saudades, irei no feriado do dia 15 para aproveitar a Casa Cor e ver se ainda pego um pedacinho do Festival da Amazônia...
Fiquei pasma pelo fato de vc ter conseguido visitar tantos lugares em tão pouco tempo e provar tanta coisa boa!! De típico mesmo parece que só faltou o tacacá! Mas em Manaus vc prova...
Tb sou louca pra conhecer Manaus, meu marido foi uma vez, só que a trabalho e nunca foi possível me levar a passeio! Mas tá na minha lista tb!

Suas fotos ficaram lindas...

Super beijos queridona!!!

Márcia Carvalho de Souza disse... [Responder comentário]

Delícia!!! Estive em Belém duas vezes e amei também!!! Belém é muito linda e tem coisas maravilhosas! Tenho muitas saudades do tacacá, que foi o prato que mais gostei de comer! Mas as outras coisas que provei, são maravilhosas também!! Tenho muitas saudades de tudo lá, principalmente da fartura de água, haja vista que aqui em Cuiabá, onde moro, falta água demais da conta!!!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@GerlianeGerliane, quem sabe a gente não vai à Manaus na mesma época??? Seria ótimo! POis é, já coloquei o tacacá na minha lista de comidinhas a provar por lá! Menina, nosso ritmo é mesmo bastante acelerado! Eu não consigo ficar muito tempo em um só lugar, a não ser quando fazemos as pausas do dia e nos sentamos para comer e beber! Deu pra aproveitar bastante a cidade em um único fim de semana e voltamos satisfeitíssimos! Mil beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Márcia Carvalho de SouzaMárcia, realmente água é o que não falta em Belém, que é uma cidade super úmida! Es os rios? Acho linda aquela quantidade toda de água em movimento! Fiquei com muita vontade de experimentar o tacacá, fica pra próxima!!!! Um beijão!

Sandra Lima disse... [Responder comentário]

Kátia, essa é uma Belém que realmente me surpreendeu!
Claro que eu não imaginava que fosse um monte de casas no meio da selva, mas também não imaginava tantas belezas.
Passei, a partir de agora, a pensar em Belém de outra maneira.
Beijos

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Sandra LimaSandra, que legal que teve essa impressão porque foi a mesma que eu tive!!!!! É claro que a cidade tem partes pouco conservadas e com muita sujeira, como mutas cidades brasileiras, mas existem parques lindos, bem tratados e com manutebção constante. A Estação das Docas é algo surpreendente e espero que o porto do Rio algum dia receba o mesmo tratamento. A culinária é um capítulo à parte: provei e aprovei tudo o que comi e fiquei com gostinho de "Quero mais"! Um beijão!

utensilios disse... [Responder comentário]

Escrevi um monte e perdi :(
O que importa é que AMEI o post e o carinho demonstrado <3
Voltem logo pela Norte, mas como boa paraense, vou logo avisando que Belém é mais legal que Manaus, hihihihi. E aproveitem para incluir Santarém na lista nortista de vocês.
Beijos,
CathVale

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@utensiliosCath, vc é muito querida e especial e espero que a gente consiga se encontrar muitas outras vezes no Rio, em Belém ou no meio do caminho! Adoramos a cidade, a culinária, os passeios e a ótima companhia! Beijão!

Sílvia :} disse... [Responder comentário]

Nooooooooooooossa, adorei que vieste na minha cidade!!! Sempre leio teu blog, mas meu único contato contigo foi via email (foi em julho, pedindo tua opinião sobre a pousada mikolay em gramado. por acaso, obrigada! eu adorei!).

Acho que foste nos lugares certos! Adorei! Realmente, a Estação das Docas é perfeita! Sempre vou lá, desde que inaugurou e não enjoo. A escolha pelo "Lá em Casa" foi acertadíssima! É o melhor restaurante pra comida regional mesmo! Eu adoro!

Ainda, incluiria na lista o restaurante do Hotel Beira Rio. O cliente tem a opção de pegar um barquinho e ir comer lá do outro lado do rio. É suuuuuper legal!

Tacacá é um absurdo de tão bom. TUDO que tem tucupi eu adoro! hahahaha

Nasci e moro aqui, há 24 anos, e nunca fui no Ver-o-Peso hahahahahaha! Que horror! Ah! O certo é dizer "Veropa" =) Infelizmente, é um lugar ainda muito mal tratado tanto pela população quanto pelos nossos governantes. Mas a riqueza de lá é incontestável mesmo.

Cairu, cairu... ontem mesmo fui lá e pelo amor de Deus... que sorvete perfeito! O Carimbó é um dos meus preferidos!


Enfim, ameeeeei o post! Quando voltares, faz um post pedindo dicas que eu te encho de ideias hahahaha!

Beijos!!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Sílvia :}Sílvia, é claro que lembro de você!!!! E que bom que gostou da pousada Mikolay! É simples, mas bem aconchegante e com café da manhã caprichado, né? Super obrigada pela dica do VEROPA, já mmudei no texto! Ah, menina, depois do seu comentário, fiquei ainda com mais vontade de comer tacacá!!!!!!! Puxa, que arrependimento! Mas algum dia eu volto, rsrsrs! E vc nunca foi no Veropa, que coisa!!!!! Vai sim, tem de tudo o que vc quiser procurar! Um grande beijo!

Laísa disse... [Responder comentário]

Acho que vc é a única pessoa que 'conheço' que assim como eu, tem medo de borboletas! hahahahah fico agoniada.
Sobre o post, uma coisa que eu tenho vontade de fazer é conhecer algum lugar na Amazônia, eu pensava em Manaus, mas depois do seu post Belém entrou na lista mais fortemente! Adorei. O Brasil é realmente riquíssimo...

Casar é assim... disse... [Responder comentário]

Bonfaaaa, quanta riqueza cultural brasileira nesse post...quanta cor....quanto sabor....quantos aromas.....senti tudo isso daqui!!!!

Acho tão linda vitória-régia....!!

E esse Theatro da Paz eu sempre via nos livros escolares de história e tinha vontade de conhecer...quem sabe um dia, com esse post animador :)

E a vista do mirante é realmente linda!!

Tb adorei o "clima" da Estação das Docas, parece ser um lugar mto agradável!!!

Beijos!!!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@LaísaQue legal, Laísa!!!! O melhor é conhecer as duas capitais, rsrs! Sobre borboletas, eu tenho o maior nervoso do bichinho, assim como de outros insetos voadores. Eu mato barata comum, mas tenho medo das que voam porque vc não tem como controlar a trajetória delas e parece que sempre vào pousar em cima de vc! Ui, que medo!!!!! Bjs!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Casar é assim...Gábi, realmente Belém tem um clima bem diferente de tudo o que eu já havia conhecido no Brasil. Essa diversidade me encanta no nosso país! Um grande beijo!

Confeitos e Efeitos disse... [Responder comentário]

Adorei a postagem, li tu-di-nho....rs
Parabéns pela forma como mostraste minha amada cidade !!!!

Confeitos e Efeitos disse... [Responder comentário]

Adorei a forma como narraste o passeio por minha cidade.
Belém é isso e muito mais...rs

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Confeitos e EfeitosPuxa, super obrigada pelos Parabéns! Sou eu que fico feliz quando percebo que alguém que mora nas cidades por onde passei gosta dos meus relatos! Isso é um baita elogio! Sobre Belém, eu simplesmente adorei e, se tiver a oportunidade de voltar, vou correndo experimentar o tacacá e um jantar no Remanso do Bosque, além de voltar na Estação das Docas!!!! Mil beijos!

Renata disse... [Responder comentário]

Uau!!!!!!!!

Mais um post que preciso imprimir pra servir de guia numa viagem futura.

estamos planejando uma viagem em março. Destinos: Machu Picchu ou Pantanal. Mas acredite, no pantanal, criança de 4 anos é proibida! a partir dos 10 anos pode...então vamos adiar essa viagem ao resort do pantanal para 2019..rs...em 2013 o destino é Machu Picchu.

Linda viagem, um verdadeiro passeio pelo norte do país tão lindo e tão desconhecido por nós!!!!!

PARABÉNS PELO RELATO COMPLETO!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Confeitos e EfeitosCom certeza!!!!! Não fomos a todos os lugares que poderíamos visitar, mas aproveitamos bastante o fim de semana! Mais um motivo pra voltar, rsrs! Beijào!

Cereja Festas & Cupcakes disse... [Responder comentário]

Adorei as fotos! Que viagem bacana! Nunca me animei por Belém do Pará, mas agora fiquei morrendo de vontade!!!
Ah! adoro seu blog, já leio faz tempo mas é primeira vez que comento.
Grande beijo e muito sucesso
Thais Prado

Luana Peçanha disse... [Responder comentário]

Bonfa,
como sempre os seus post acabam comigo, rsrs.
Duas coisas chamaram minha atenção:
1. Não imaginava como a linda Belém é bem projetada para o turismo;
2. Os guarás são lindos demais, e me entristece em saber q na minha cidade (Guarapari - presa de Guará) tinha um monte deles.
Ainda bem que eles são preservados em outros cantos do Brasil.

Amo demais o seu blog, e o meu marido morre de ri quando conto uma viagem sua para ele. Parece que estou falando de uma amiga, kkkk...
Fique com DEUS!
Bjs

Aninha Muniz disse... [Responder comentário]

Ainda estou encantada com as fotos... Eu imaginava que o Pará fosse um local bonito, mas não que fosse tão bonito!!! *__*
Vai para a minha lista de lugares desejados, com direito a passar outros para trás... rsrsrsrsrsrs
Beijão, Katia!!!

Milena disse... [Responder comentário]

Maravilhoso esse post,Bonfa!!
Estava com saudades de viajar por aqui e nada melhor que esse,bem escrito,bem fotografado,amei!!
Estou ainda em falta com a Turquia,mas preciso de tempo para ler e ver tudo com calma,pois vale a pena!
Mil beijos

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@RenataRenata, que legal que gostou do meu relato! Puxa, quero muito conhecer esses dois lugares! O Marcelo já foi sozinho a Machu Pichu e dificilmente vai querer voltar tão cedo, mas eu adoraria ir! A Chapada dos Guimaràes me deixou empolgadíssima pra conhecer o Pantanal!!!! Puxa, que pena que nào aceitam crianças pequenas... mas é só adiar a viagem, né? Um dia vocês vào todos juntos! Um grande beijo!

Kelly Nomura disse... [Responder comentário]

Kátia, que belíssimo post sobre a minha querida região norte.
Manaus?!?!
To te esperando por aqui viu !!!

http://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/manaus-alem-do-encontro-das-aguas/n1597202727581.html

bjs
Kelly Nomura

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Kelly NomuraKelly, eu vou querer te conhecer pessoalmente, com certeza!!!! Vc é uma fofa e Manaus está na nossa lista pro ano que vem, vamos torcer! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MilenaOba, Mi! Que bom que gostou! Eu adoro esses relatos de viagem, apesar do trabalho de escolher as fotos, tratá-las, escrever o texto depois de pesquisar sobre as atraçoes etc... é bom demais registrar esses momentos especiais! E esses comentários lindos com elogios e incentivos só me deixam com mais vontade de preparar esse tipo de post! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Aninha MunizQue legal, Aninha! Eu nào tinha muitas expectativas e, assim como a maioria das cidades brasileiras, também tem muita sujeira, casas históricas abandonadas e descaso, mas existe um lado maravilhoso e que me encantou! Sou fã de Belém e adoraria voltar! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Luana PeçanhaLuana, quando pesquisei sobre os guarás, fiquei surpresa de saber que havia alguns exemplares na região sudeste. Realmente eles são lindos, a coloração parece irreal de tào intensa! Eu achei Belém bem preparada para o turismo. Amei a estação das Docas e os centros culturais. É tudo bem organizado para o turismo, essa parte é nota dez mesmo! Um beijào!

CROCHET DA HELOISA disse... [Responder comentário]

Oi Katia
Vc realmente mostrou a regiao norte como ela é. Morei em Manaus, meu marido é amazonense e sou paixonada por esta regiao. Tenho jambu plantado do meu quintal e ja oferci jantar na minha cas onde fiz risoto desta folha tao intrigante. No meu freezer tem sempre Tambaqui que considero o melhor peixe da regiao e farinha do Arini ( feito umas bolinhas).Vc precisa conhecer a Ilha de Parintins que vai ficar pasma com a beleza do festival do boi vermelho e azul e com a riqueza da diversidade amazonica. Todo ano levo amigos de Floripa para ver esse festival em junho e retornam encantados. Vamos de aviao ate Manaus e depois um dia e uma noite de barco pelo rio ate chegar na ilha. E um sonho. Se vc gostou de Belem, vai se apaixonar por Manaus.Voce conheceu os pratos a base de tartaruga? Bjs Heloisa

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@CROCHET DA HELOISApuxa, que legal ler seu comentário, Heloísa!!!!! Nào provei tambaqui e não conheci farinha de Arini... tem tanta coisa diferente no norte do país! Ah, o festival de Parintins, eu já ouvi falar sim. Nos anos 90, teve uma música que fez sucesso e falava do festival! Queremos muito ir à Manaus no ano que vem, estou torcendo pra dar tudo certo! Mil beijos e ótimo feriado!

K disse... [Responder comentário]

Sou louca, louca para provar o pato no tucupi e a maniçoba.Cupuaçu eu amo.Minha prima paraense me traz todo ano a polpa além de bonbons deliciosos.Amei as fotos, como sempre!

Vivi disse... [Responder comentário]

Menina, estive lá num congresso mês passado. Tive overdose de sorvete Carimbó!!! Eta coisa boa!!!
Não deu para conhecer todos os lugares pq estava estudando, mas vi o principal (do seu post, n vi do parque zoobotânico adiante).

BJim

Claudia Liechavicius disse... [Responder comentário]

Katia e Marcelo,

Vocês não param mais. Estão impossíveis!!!! Trilhando o mundo de verdade. Muito bom.

Taí um lugar que ainda não conheço no Brasil. O relato está super empolgante, deu uma vontade!!!

Adoro ler seus relatos de viagem. Eles tem alma e isso é muito difícil de passar. Poucos são os autores que conseguem contagiar dessa forma.

Parabéns!!

Um beijo enorme!

Francy disse... [Responder comentário]

Katia,
Que coisa boa reviver lugares onde estive pela primeira vez, há exatos 39 anos atrás, acho que nem eras nascida...O Teatro da Paz era azul... e já ffoi verde!!!
A Região Norte é belíssima!!! O Amazonas, o Pará, O Maranhão, o Amapá são lugares onde vc vai uma vez e quer voltar... eu já retornei algumas vezes e ainda não estávamos na era dos blogs...
Bom proveito e felizes viagens...
abs,

Francy disse... [Responder comentário]

Katia,
Que coisa boa reviver lugares onde estive pela primeira vez, há exatos 39 anos atrás, acho que nem eras nascida...O Teatro da Paz era azul... e já ffoi verde!!!
A Região Norte é belíssima!!! O Amazonas, o Pará, O Maranhão, o Amapá são lugares onde vc vai uma vez e quer voltar... eu já retornei algumas vezes e ainda não estávamos na era dos blogs...
Bom proveito e felizes viagens...
abs,

Patricia disse... [Responder comentário]

Katia,
fui a Belém a trabalho há uns 3 anos atrás, e me surpreendi muito tb! Não esperava encontrar tanta beleza, locais de visitação tão bem conservados e tanta coisa legal pra ver. E olha que não consegui visitar nem metade das coisas que vc visitou.
Tirei uma foto linda no Mangal, vou mandar pra vc! Ela é meu fundo de tela do computador.
Beijao,
Patricia Oliva

Marta disse... [Responder comentário]

Que viagem linda! Uma outra cultura e paisagem!!! Diariamente falo com o pessoal do Norte, mas ainda não tive oportunidade de conhecer! Bjs

Mariacininha disse... [Responder comentário]

Nossa, juro que vou conhecer Belém do Pará. QUE MARAVILHA. Parabéns pelas fotos e dicas.

Beijos

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MariacininhaObrigada, querida! Sou eu que fico feliz por vc ter gostado do post!!!!! Um beijão!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MartaAh, Martinha, aproveita pra conhecer essa regiào! Já estou doida pra voltar, é bem diferente do Rio: surpreendente e deliciosa! Beijos!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@PatriciaAmei a foto do Mangal, patricia! Linda mesmo, obrigada por ter enviado! Já vi que tivemos impressões bem parecidas! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@FrancyQue legal, Francy! Eu tenho exatos 39 anos, rsrsrs! Puxa, Belém deve ter mudado bastante desde entào, acho que vale a pena voltar! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Claudia LiechaviciusClaudia, vc que é a mulher mais viajada que eu conheço e adora passear pelos 4 cantos do mundo, acho que vai adorar Belém! Eu adoraria ver um post seu sobre a cidade e comparar nossas impressões! Um super beijo!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@ViviVivi, esse sorvete me deizou maluca!!!!! É delicioso mesmo e tem uma cremosidade bem diferente! Um beijào!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@KAi, aqueles bombons são maravilhosos mesmo! Também já gostava muito de cupuaçu, mas o resto eu nào conhecia! Não sei se eu encontro essas comidinhas aqui no Rio, mas vou pesquisar! Beijào!

BaladasFashioncomLoren disse... [Responder comentário]

Parabéns por Divulgar a nossa cidade Belém e o nosso estado Pará que muitas vezes é muito discriminado pelo restante do país!Visto como um lugar que "não tem nada pra oferecer" e um lugar"atrasado"!São de pessoas como você que o Pará precisa pra mostrar pra o Brasil que temos o nosso valor!Lindas fotos,maravilhosas!Através delas pode-se fazer uma"viagem" a nossa cidade e mostrar tudo de bom que tempos a oferecer!Tenho um blog que divulga a cidade/estado,acesse e muito obrigada por divulga a nossa cidade!Volte Sempre!

obs:Qual o modelo da máquina que você tirou essas fotos?Amei!

BaladasFashioncomLoren disse... [Responder comentário]

Maravilha!Parabéns por divulgar a nossa cidade e estado que é tão discriminado dentro do nosso própio país mesmo!Muitas pessoas que nunca nem vieram aqui,a veem como um lugar que não tem nada pra oferecer e vivem falando mal do norte e dos nortistas!Suas fotos são perfeitas e retratam essa Maravilha que é a nossa cidade/estado!E pricipalmente mostra pra o Brasil inteiro que a nossa cidade/estado é rica,exótica e muito linda!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@BaladasFashioncomLorenQue comentário lindo e generoso! Puxa, fico muito feliz que tenha gostado do poste e da maneira com que enxerguei e curti a cidade de Belém! Como escrevi, foi a cidade que mais gostei de conhecer no Brasil no ano passado e olha que viajei bastante em 2012, rsrsrs! Além da fauna e flora riquíssimas, Belém tem uma deliciosa culinária, ótimos restaurantes e opções de lazer para os turistas. Foi um final de semana maravilhoso! Sobre a minha máquina, ela é simples, o que faço é dar um "upgrade" nas imagens no Photoshop, conforme mostrei no seguinte post: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2012/09/bonfa-convida-designer-katia-bonfadini.html

Um grande beijo, obrigada pelo comentário, seja muito bem-vinda e vamos trocar ideias!!!!

MIRO DESIGNER GRÁFICO disse... [Responder comentário]

Fico muito feliz em saber que nossa região está sendo reconhecida como um excelente roteiro turístico. vou fazer com que todos os paraenses vejam o seu blog, que ficou rico em detalhes e informações.. te agradeço!!!!

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@MIRO DESIGNER GRÁFICOMiro, que comentário delicioso! Super obrigada pelo elogio ao post e pela divulgação! Quer dizer que somos colegas de profissão, hein? Que legal! Te desejo um 2013 cheio de boas surpresas e conquistas! Um grande beijo! Belém é apaixonante!!!!!

Mônica Pinho - Luzearte Ateliê disse... [Responder comentário]

Oi Kátia,

Que maravilha de post. Parabéns! Tuas fotos e textos retratam com precisão minha amada cidadE. Nos deste de presente um belo GUIA TURÍSTICO. Venho sempre por aqui, mas somente hoje vi esse post surpreendente! Uma verdadeira aula de história e geografia. Nossa cidade tem seus "senões" como tantas outras, mas apresenta ótimas opções de passeios,cores e sabores próprios daqui.Obrigada por esse belo presente aos paraenses. Gostaria de tua autorização para compartilhar o link do post no facebook e no meu blog.Beijos no coração.

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

@Mônica Pinho - Luzearte AteliêQUE COMENTÁRIO LINDO E GENEROSO!!!!! Sou eu que agradeço e fico muito feliz de vc ter gostado desse post!!!! Menina, eu simplesmente amei o Pará!!!! Vou te confessar que nas últimas férias fomos pra Colômbia e, apesar de ter amado Cartagena e San Andrés, nào vi nada de mais em Medellín e Bogotá. Quer dizer, Bogotá é legal no estilo São Paulo, mas lembro de ter comentado com o Marcelo na época: o Pará é tão mais diferente, empolgante, exótico e surpreendente! E fica aqui no Brasil mesmo!!!!!

Como vc falou, toda cidade tem suas mazelas, mas eu vi muita beleza no Pará e isso me deu mais vontade de conhecer o restante da região norte! A culinária e as paisagens são deslumbrantes e eu gostei muito dos pontos turísticos: todos eles!

Puxa, pode compartilhar o post sim, fico muito agradecida!!!!!!!!!!!! Fique à vontade mesmo, tá?

E mais uma vez, obrigada!!!!

fabio iantorno disse... [Responder comentário]

oi, por favor, vcs fizeram tudo isso em apenas 2 dias ?

Katia Bonfadini disse... [Responder comentário]

Oi, Fabio! Isso mesmo! Essa viagem faz parte do nosso projeto de conhecer o Brasil nos finais de semana. Deu pra fazer com calma tudo o que mostrei nesse post em dois dias. Beijao!

Ramosrocha disse... [Responder comentário]

Também fiz esse circuito em Belém. Realmente um nicho para o turismo brasileiro. Vc. foi muito feliz em postar no seu blog essa maravilha que é Belém do Pará. Voltarei lá em julho.
Parabéns.

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