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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Blog tour da Anete + dez técnicas de escrita criativa de presente pra vocês

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Hoje recebo mais uma vez nesse cantinho a amiga Ronize, uma mulher inteligente, linda e criativa que traz uma proposta bem interessante. Aproveitando o blog tour do lançamento de seu mais novo livro, ela presenteia os leitores do Casos & Coisas com uma lista de dez técnicas de escrita criativa. São dicas preciosas para qualquer pessoa, não importa qual seja seu ramo de trabalho.

E tem mais: no final do post, há uma surpresa que vai agradar muito um dos leitores do blog… vamos conferir?

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Aqui estou para ocupar, pela segunda vez, este espaço delicioso, repleto de gente criativa. Da primeira vez, vim falar um pouco sobre meu primeiro livro infantil, O dono da Lua, que eu havia acabado de lançar, e também compartilhar um pouco das minhas experimentações criativas – principalmente sobre decoração de festas. O post de hoje faz parte do blog tour da Anete, uma ação online de divulgação do meu novo livro infantil, Anete, nariz de chiclete, com a participação de vários blogs. E a doce Katia, mais uma vez, carinhosamente abriu as portas do seu blog para me receber.

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Para quem não me conhece, sou escritora, tradutora, jornalista, crítica literária e professora universitária. Além de mãe de um apaixonante garoto de 5 anos e mulher de um matemático, analista de sistemas e astrônomo amador que me leva, literalmente, para ver estrelas. No início de dezembro lancei Anete, nariz de chiclete, a história de Anete, uma ruivinha para lá de simpática, que tem um talento especial: faz bolas de chiclete como ninguém. O problema é que essa habilidade a coloca em enrascadas. Porque, quando as bolas ficam muito grandes, estouram e deixam o seu nariz todo melado. A garotada na escola faz troça: Anete tem nariz de chiclete! Mas é justamente esse nariz de chiclete que vai levá-la à maior aventura de todas.

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No final de janeiro, participei de um café da manhã com Anete, em uma livraria da zona sul carioca. Em uma manhã ensolada de domingo, encontrei-me com crianças e adultos interessados em ouvir a história de Anete, acompanhada de um delicioso café da manhã. Agora, estou fazendo este tour literário pelos blogs com minha ruivinha, compartilhando com os amigos virtuais algumas poucas coisas que já aprendi nessa vida.

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Uma de minhas grandes paixões é a escrita – não por menos, fui ser escritora e jornalista. Sempre acreditei que, não importa a profissão que você exerça, tendo o domínio do seu idioma você tem muito mais chances ter sucesso no que faz. Afinal, comunicação é a alma do negócio, não? Por conta disso criei um blog voltado para criação literária, mas que traz inúmeros recursos mesmo para quem não tem interesse em aventurar-se na literatura e, sim, aprimorar e tirar melhor proveito da escrita. O blog da Ronize Aline (www.ronizealine.com) traz técnicas de escrita criativa, dicas do mercado editorial, passos da criação literária, entrevistas com profissionais da área e muito mais.

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Então, quando pensei neste post, logo me veio a ideia de compartilhar com vocês um pouco da minha experiência com escrita criativa, algo que vocês possam usar para seu benefício, não importa com o que trabalham – ou mesmo por prazer, por que não? Foi a partir disso que resolvi escrever:

Dez técnicas de escrita criativa que irão alavancar o seu texto

1. Faça um parágrafo para cada tópico: se o assunto sobre o qual você está falando é relativamente extenso, divida-o em tópicos. Para cada tópico, inicie um parágrafo diferente. Isso faz o texto respirar e facilita a leitura para o leitor. Depois de pronto, leia novamente e veja se não é possível subdividir mais um pouco.

2. Fale sobre pessoas, e não sobre produtos e serviços: pessoas não estão interessadas no que você tem para vender (ou até mesmo dar) se não perceberem que terão algum benefício com aquilo. Então, em vez de ficar falando do seu produto ou serviço (ou ideia, o que quer que seja), fale o que elas ganharão com isso. Encontre uma necessidade e mostre que você tem algo que preenche perfeitamente essa necessidade.

3. Conte histórias: não há quem não se envolva com uma boa história. Elas servem para ilustrar ideias e conceitos, tornando-os muito mais palpáveis. Elas mostram do que as pessoas são capazes, criam estímulos, inspiram e emocionam. Sua história pode ser muito mais envolvente do que dados estatísticos e outros tipos informações técnicas.

4. Faça uma promessa: hoje em dia as pessoas andam com muita pressa, não querem perder tempo com algo que não lhes acrescentará nada. Coloque uma promessa no seu texto (e, claro, cumpra-a). Mostre que você tem algo a oferecer e a pessoa, algo a ganhar. E pode ser qualquer coisa que vá ao encontro do que ela deseja: revelar uma nova informação, ensinar a fazer algo ou até mesmo alguns momentos de diversão e prazer – como é o caso da literatura (embora muitos insistam em dizer o contrário).

5. Crie títulos fisgadores: capture a atenção já no título. Não corra o risco de perder o leitor porque seu título não diz exatamente o que você vai mostrar no texto. Faça-o querer continuar lendo, agarre-o logo de saída. Lembra da promessa do item anterior? Então, o título é um ótimo local para você apresentá-la.

6. Inclua palavras poderosas: ao longo do texto, distribua palavras que estimulam o envolvimento. “Grátis”, “original”, “incomparável”, “inesquecível”, “sucesso” e outras tantas que saltam aos olhos do leitor. Ao deparar-se com elas, é bem provável que se sintam mais estimulados a se envolverem com sua narrativa.

7. Prefira frase afirmativas: estudos já mostraram que frase afirmativas são mais eficazes do que negativas. Prefira sempre “Visite nosso site” do que “Não se esqueça de visitar nosso site”. Pode parecer que não há diferença entre elas, mas a sentença afirmativa impulsiona a ação, enquanto a negativa estabelece uma espécie de bloqueio subliminar com o uso do “não”.

8. Use analogias e comparações: quando você está falando de algo completamente novo, ou ainda pouquíssimo conhecido, é comum haver um certo grau de resistência. Portanto, uma técnica que dá resultado é estabelecer analogias ou comparações com outras situações, mesmo que de áreas completamente diferentes. Por exemplo: “Sabe aquela sensação de que o mundo acabou quando você não consegue encontrar uma única roupa que caia bem para aquele encontro tão esperado de sábado à noite?”. Pronto, você já estabeleceu a conexão. Sua leitora já entendeu qual é a sensação a qual você está se referindo. Agora é só prosseguir com o texto.

9. Explore imagens com seu texto: um de nossos recursos mais poderosos é a imaginação. Por conta disso, tantas vezes nos decepcionamos ao assistirmos a um filme depois de termos lido o livro que o originou. Afinal, em nossa imaginação o galã era muito mais bonito, o cenário era mais interessante e a cena de amor, bem, você entendeu o que quero dizer. Por isso, crie imagens com seu texto. Sugira elementos visuais que ajudarão o leitor a entrar no clima esperado.

10. Utilize a estrutura de itens: lembra da técnica de explorar um tópico em cada parágrafo, descrita no primeiro item? Pois uma forma de ir além é utilizar a estrutura de itens, exatamente a que estou usando nessa parte do texto. Quando você tem uma lista de coisas a apresentar, colocá-las em estilo de item, seja numerado ou não, torna a leitura mais fluida e agradável.

Agora que já sabem como alavancar um texto com o uso de algumas técnicas, que tal colocar em prática? E se quiserem mais dicas para melhorar a escrita, meu blog está à disposição. E ainda há um ebook gratuito com técnicas de desbloqueio criativo para quem quiser assinar as atualizações por e-mail.

Mas ainda tem mais, para quem me acompanhou até o final. Em agradecimento a vocês e a Katia, por sua imensa generosidade, vou dar um calendário e um marcador de livro, ambos da Anete, para a primeira pessoa a deixar um comentário aí embaixo.

Ronize Aline

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Querida Ronize, você será sempre muito bem-vinda aqui no meu cantinho! Esse espaço é dedicado a pessoas criativas e talentosas como você e fico feliz que tenha voltado para nos contar uma nova história. Obrigadíssima pelo carinho e pelo presente que ofereceu aos leitores do blog! Adoro escrever e com certeza vou me beneficiar muito das suas dicas. Acho que algumas coisas eu já fazia sem me dar conta, mas outras foram novidade e pretendo colocá-las em prática na primeira oportunidade.

Um beijão pra você e sucesso para a Anete!

Para rever a primeira participação da Ronize no “Bonfa Convida”, basta clicar no seguinte link:

http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2013/02/a-dona-da-lua-e-de-muitas-festas.html

E para conhecer melhor o trabalho da Ronize, além de acompanhar as novidades, clique aqui:

http://www.ronizealine.com/

Um grande beijo pra todos com votos de uma semana cheia de energia!!!!

Bonfa-ass

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Sempre existem soluções simples para problemas complexos

“Todo final de ano meu pai elabora um texto no qual reflete sobre os 365 dias que se passaram e a influência que os acontecimentos recentes tiveram em sua forma de pensar e ver o mundo. Sou filha coruja assumidíssima, mas a verdade é que meu pai é um dos homens mais inteligentes e cultos que conheço e criou suas três filhas enfatizando a importância dos estudos, da educação e do pensamento crítico. Eu o agradeço muito por isso! Recebemos dos meus pais lições de vida que não tem preço. Sabemos que o que conta mesmo é a forma como agimos na prática, é a maneira como tratamos nossos semelhantes no dia a dia. É assim que revelamos quem somos”.

O texto acima foi copiado de um post que publiquei no início de 2013 com a mensagem de fim de ano do meu pai. Hoje tenho o prazer de recebê-lo novamente nesse cantinho para compartilhar com vocês seus pensamentos para 2014.

Seja bem-vindo mais uma vez, “Beto”!

 

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Caros amigos,

Mais uma vez ao se aproximarem os festejos de natal e ano novo, como faço há dez anos, eu gostaria de compartilhar algumas reflexões a partir de meu aprendizado adquirido em mais esse ano de caminhada.

Continuei nesse ano a buscar leituras que me ampliassem o conhecimento do funcionamento da mente humana, para entender melhor os comportamentos e atitudes de pessoas e organizações.

A partir de um livro de um médico estudioso dos princípios orientais do budismo e da Yoga que minha filha Flávia me presenteou (Buddha´s Brain, de Rick Hansen), pude fazer um interessante link entre o que já tinha aprendido com estudiosos ocidentais sobre os mecanismos de funcionamento do cérebro (Damasio, Ariely, Kahneman) com os milenares conhecimentos orientais sobre o funcionamento do nosso corpo e mente, e seu reflexo no processo decisório de pessoas e organizações.

Gostei tanto dos princípios que comecei a praticar yoga e as técnicas de respiração e meditação com reflexos bastante positivos para minha saúde física e mental. Passei nas outras leituras usar esses princípios de funcionamento da mente humana na interpretação dos textos.

Uma das últimas leituras do ano foi o livro de Cristiane Correia “Sonho Grande”, no qual ela relata a história de sucesso de três empresários brasileiros que fizeram o que parecia impossível para um grupo que se iniciou no mercado financeiro sem nenhum conhecimento específico sobre a indústria cervejeira, ou seja, controlarem a maior empresa do ramo em termos globais, a InBev, uma fusão das antigas Brahma, Antártica, a argentina Quilmes, a belga Interbrew e a americana Anheuser-Busch (Budweiser).

Lendo o conjunto de valores que esse grupo de empresários introduziu em todas as empresas que controlaram, pude destacar alguns que tem muito a ver com o tema da minha reflexão desse ano. A base do modelo de gestão do grupo é gente competente, treinamento, remuneração adequada, controle de custos e simplicidade. Porém, eu creio que o fator diferencial principal foi justamente a simplicidade.  “O simples é sempre melhor do que o complicado”, princípio que já aparece nessa frase do ainda jovem estudante de Harvard Jorge Paulo Lemann, que depois seria o líder desse grupo de empresários, e em outra frase já mais adiante  em sua carreira: “A verdadeira genialidade não é tornar uma ideia complexa, mas o contrário: transformar um mundo complexo em uma ideia bem simples”.

Esse princípio teve nas organizações que comandou um poder multiplicador enorme, moldando outros valores como: “As inovações que criam valor são úteis, mas copiar o que funciona é bem mais prático”. “O bom senso vale mais do que ideias complexas e sofisticadas”. “A principal função dos chefes é escolher pessoas melhores do que eles para a organização”.

Porque um princípio tão óbvio, a simplicidade, e tão difundido por várias filosofias, orientais e ocidentais torna-se um fator diferencial? A questão tem a ver com o mecanismo de funcionamento de nosso cérebro, que tende a rejeitar ideias simples como solução para problemas sejam eles simples ou complexos, e se o problema é simples, o nosso modo de pensar introduz restrições que não estavam no enunciado para torna-lo mais complexo, e aí então é que as soluções simples serão rejeitadas.

Vejam por exemplo o poder de soluções simples para resolver problemas complexos. O princípio da não violência de Ghandi conseguiu  libertar a  Índia do domínio da então toda poderosa Inglaterra. As ideias simples de Jesus subjugaram a filosofia helenista do império romano e ainda reverberam até hoje, tendo sido fonte de inspiração para as grandes mudanças sociais das revoluções francesa e americana.

As grandes inovações criadoras de valor partem sempre de princípios simples. Existe algo mais simples do que a invenção da roda, importante até hoje para a mobilidade humana?

E o que dizer do princípio que permitiu toda a revolução dos computadores, a linguagem binária com somente dois dígitos elementares, (0 e 1), (presença ou ausência), (luz ou sombra), (faz sentido, não faz sentido).

Principalmente nós latinos ao invés de raciocinar binariamente diante de uma decisão a ser tomada: (faz sentido, ou não faz sentido), preferimos raciocinar de forma mais complexa (faz sentido, faz um pouco mais de sentido, dependendo de tal circunstância faz bem mais sentido, se tal condição estiver presente faz muito mais sentido, e etc...) tornando o processo decisório muito mais lento e ineficaz.

Convidando-os a colocar mais simplicidade nos seus processos decisórios e na maneira de desfrutar desse milagre que é a vida para que se revele a felicidade que está dentro de todos nós e cuja revelação só depende de nós, desejo que todos vocês tenham um Natal com muita paz e alegria e um novo ano pleno de felizes realizações, todas “simples e eficazes”.

Deixo um exercício para vcs tirarem suas conclusões:

Procurem completar essa lista de animais quadrúpedes cujo nome termine em “ Í “.

JABOTI

SAGUI

JAVALI

QUATI

OKAPI

Procurem em 20 segundos completar a lista com mais um animal. Só desçam a página após esses 20 segundos.

BOI

Você aceitou ou rejeitou essa solução simples de um animal tão conhecido? Se rejeitou ou não veio à sua memória, analise o porquê, e veja se a causa não foi o tema de minha mensagem…

Públio Roberto Bonfadini

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Adoro os textos do meu pai porque, além de serem refexões úteis sobre temas cotidianos, vocês podem observar que há um embasamento sólido em tudo o que ele relata. Meu pai lê muito e está sempre estudando. É um cara de 66 anos que eu duvido que se aposente algum dia. Ele ama o trabalho e possui uma energia produtiva invejável!

O que eu achei mais interessante nesse texto foi a questão da simplicidade. Como designer, percebi há muito tempo que as ideias aparentemente simples são as mais geniais. Isso acontece na minha área de trabalho e em todas as outras. Perdi as contas de quantas vezes eu disse pra mim mesma: “Que demais, que ideia sensacional e, ao mesmo tempo, tão acessível… como é que eu não pensei nisso antes?”.

Concordo plenamente que o ser humano tem a tendência de complicar as coisas. Muitas vezes a melhor solução para um problema é a mais óbvia, a mais palpável e que está logo ali ao nosso alcance. Mas a mente gosta de divagar, de buscar formas complexas de lidar com as adversidades ou novidades, o que diversas vezes gera mais sofrimento e gasto de energia.

Vou tentar aplicar esse aprendizado na minha rotina em 2014 e, apesar de estar sempre dizendo (e escrevendo aqui no blog) que pretendo desacelerar, até hoje nunca consegui. Não vou prometer nada, mas espero que eu consiga me tornar uma pessoa mais “zen” esse ano. A viagem aos Estados Unidos em dezembro e a convivência com minha irmã do meio, que é budista, me fez rever alguns aspectos da minha vida e sentir uma imensa vontade de mudar, de procurar uma nova forma de vivenciar experiências e de valorizar na prática o que realmente importa, me preocupando menos com o que não vale a pena.

Um grande beijo pra todos com votos de um final de semana de boas reflexões!

Bonfa-ass

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Minha mãe me ensinou a sonhar

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Hoje eu gostaria de compartilhar com vocês meu mais recente trabalho, a capa do livro MINHA MÃE ME ENSINOU A SONHAR, uma história autobiográfica escrita pela jornalista Flavia Mariano. Fiquei super feliz com o convite para trabalhar na criação da capa dessa publicação que prendeu a minha atenção e que fez com que eu questionasse alguns aspectos da minha personalidade. Acho que a maioria de nós já pensou em desistir no meio do caminho de algum projeto que não correspondeu às expectativas no prazo desejado, né? Pessoalmente, não penso que desistir seja assumir um fracasso, mas a incrível história da Flavia me levou a pensar se algumas vezes eu não desisti cedo demais dos meus sonhos…

MINHA MÃE ME ENSINOU A SONHAR é uma verdadeira lição de vida… e de uma vida real, sem firulas nem maquiagem.

A resenha oficial do livro é a seguinte:

“Minha mãe sempre disse que quando queremos algo, de verdade, o universo conspira a nosso favor. Mas, para isso, temos que desejar muito. E ela desejou”.

Em Minha Mãe me Ensinou a Sonhar, Flavia Mariano discorre sobre a sua história e a de sua mãe divorciada, uma mulher obstinada a quebrar o ciclo de pobreza no qual viviam por meio do estudo.

Moradora de uma comunidade carente do Rio de Janeiro, Miriam, a mãe, decide que não quer este futuro para a filha. Mas como mudar esta sina que já acompanhava a família a gerações? A sua escolha são os livros, sobre os quais ela se debruça anos a fio, parecendo alheia aos altos e baixos da sua vida, o que inclui morar de favor, passar fome, mudar de casa mais de uma dezena de vezes e ainda ser vítima de discriminação social.

Sob o lema de que “é preciso estar aberto ao novo, pois a ignorância aprisiona” e sem jamais deixar de acreditar que o estudo traz oportunidades, esta mãe aprendeu e cresceu com as adversidades e nunca desistiu de investir em seu sonho e na educação de Flavia, apesar de por vezes ter tido que lidar com o descrédito da família, amigos e mesmo da filha, já adolescente na época.

O reconhecimento tardou, mas veio. E com a frase “a minha mãe não via as pedras, ela só via o caminho”, Flavia descreve bem a persistência e o otimismo inabalável de Miriam, que perseguiu o seu sonho “impossível” e chegou muito além do que poderia imaginar. Hoje ela é professora de pós-graduação nas áreas de marketing e gerenciamento de projetos, além de diretora executiva de uma empresa que realiza consultorias, treinamentos e palestras nas áreas de educação corporativa, gerenciamento de projetos e marketing.

Flavia também venceu. Depois de viver toda a trajetória que levou à concretização dos sonhos da mãe, neste livro ela discorre a respeito do maior legado que uma mãe pode deixar a uma filha: o seu próprio exemplo, que ela segue e agora divide com os seus leitores em Minha Mãe me Ensinou a Sonhar.

Sobre a autora: Flavia Mariano nasceu no Rio de Janeiro, mas foi “pelo mundo” que encontrou inspiração para escrever os seus livros e blogs (Viagem para Mulheres e Depois do 25 – Dilemas femininos).

Formada em jornalismo e pós-graduada em jornalismo literário, já trabalhou como radialista e também em televisão. É autora de outros dois livros: Intercâmbio – Aí vou eu, e Equilíbrio – A vida não faz acordos.

Dados técnicos do livro: Minha Mãe me Ensinou a Sonhar

Autor: Flavia Mariano

Preço de capa: R$ 29,75

ISBN: 978-85-88098-76-3

Ano: 2013

Edição: 1ª edição

Número de páginas: 184

Formato: 160 x 230 mm

Contato: Artliber Editora (Ana Paula Ribeiro / 11 3643-0300 / www.artliber.com.br)

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Fica aqui a dica, pessoal! Preciso dizer mais alguma coisa? Acho que a resenha é perfeita. MINHA MÃE ME ENSINOU A SONHAR é uma verdadeira injeção de ânimo e de esperança para aqueles momentos em que a luz no fim do túnel parece bem fraquinha… é bom saber que ela ainda está lá e que a gente pode e deve caminhar em sua direção visando um futuro melhor!

Um grande beijo pra todos com votos de um final de semana inspirador!!!! E lá vou eu conhecer mais um pedacinho de Santa Catarina!

Até segunda-feira, pessoal!!!!

Bonfa-ass

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pensar rápido ou devagar? Como melhorar a qualidade de nossas decisões para a construção de um mundo melhor

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Foto: Shutterstock

Todo final de ano meu pai elabora um texto no qual reflete sobre os 365 dias que se passaram e a influência que os acontecimentos recentes tiveram em sua forma de pensar e ver o mundo. Sou filha coruja assumidíssima, mas a verdade é que meu pai é um dos homens mais inteligentes e cultos que conheço e criou suas três filhas enfatizando a importância dos estudos, da educação e do pensamento crítico. Eu o agradeço muito por isso! Recebemos dos meus pais lições de vida que não tem preço. Sabemos que o que conta mesmo é a forma como agimos na prática, é a maneira como tratamos nossos semelhantes no dia a dia. É assim que revelamos quem somos.

Hoje tenho o prazer de recebê-lo novamente nesse cantinho para compartilhar com vocês o texto que ele enviou aos amigos e familiares no fim de 2012.

Seja bem-vindo mais uma vez, “Beto”!

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Caros amigos,

Aproxima-se o fim do calendário Maia, que alguns místicos entenderam que seria uma previsão de fim do mundo, mas que na verdade é simplesmente o fim do ciclo de longo prazo do calendário que foi concebido pelos Maias para poderem fazer previsões sobre os ciclos da natureza ajudando-os principalmente nas atividades agrícolas e religiosas.

Ao mesmo tempo chegamos a mais um fim de ano no nosso calendário que, ao contrário dos Maias, preferimos não ter um ciclo de longo prazo, onde a contagem volta ao zero. Esses momentos são propícios a reflexões e por isso na minha mensagem de Natal para os colegas e amigos mais íntimos, eu tomo a liberdade de impor um tempo maior de leitura para compartilhar algumas de minhas reflexões de fim de ano, fruto do que consegui de aprendizado em mais esse ano de caminhada.

Continuei nesse ano minhas leituras buscando um maior entendimento do funcionamento de nossa mente, procurando entender o porquê de algumas tomadas de decisão individuais ou coletivas se revelarem tão afastadas do que seria o mais racional, ou seja, o que logicamente seria o que traria mais benefícios tanto para o indivíduo como para um grupo de indivíduos.

Nesse sentido, li o segundo livro do Dan Ariely, o livro mais pesado do Antonio Damásio e finalizei com a leitura do livro do prêmio Nobel de economia Daniel Kahneman “Rápido e Devagar – duas formas de pensar”.

O que achei mais interessante nesse último que recomendo a todos é que de uma forma fácil de entender, ele sintetiza tudo o que os outros autores mostraram sobre o comportamento de nossa mente combinando os aspectos fisiológicos com os psicológicos, dividindo didaticamente o funcionamento de nossa mente nessas duas formas de pensar, uma rápida e intuitiva e outra lenta e racional.

O bom disso é que nos facilita o entendimento de algumas decisões humanas que impactam sobremaneira outras pessoas e que por uma análise racional nos parece tão injusta. Um exemplo forte disso é como entender a injustiça das turbas enfurecidas em Jerusalém que bradavam pedindo a crucificação de Jesus, que em sua passagem pela terra só pregara o bem a justiça e igualdade entre os homens.

Esse entendimento nos ajuda em determinadas situações a suportar melhor eventuais injustiças que entendemos estar nos afetando, livrando-nos de uma possível depressão mais ou menos na linha do que Jesus na Cruz disse com relação a seus algozes: “Pai perdoai-os, porque eles não sabem o que fazem”.

Uma das assertivas que encontrei no livro do Antônio Damásio, um médico estudioso da fisiologia do cérebro buscando entender o processo cognitivo e a definição do “EU”, é que o cérebro humano é uma máquina que busca sempre o mínimo consumo de energia para a realização de determinada tarefa, isso é o que torna tão forte a conhecida lei do menor esforço, que alguns acabam chamando de preguiça.

Com base nessa premissa torna-se mais fácil entender o porquê dos dois mecanismos de pensar apresentados com farta evidência experimental por Kahneman em seu livro.

Se para todas as tomadas de decisão nosso cérebro precisasse usar o modo devagar, mais racional e lógico, a energia gasta seria incomensuravelmente maior, pois muito mais sinapses precisariam ser utilizadas e mais neurônios precisariam ser ativados para buscar todas as informações necessárias para aquela tomada de decisão, e também muito mais tempo seria necessário para a tomada de decisão, prejudicando sobremaneira sua eficácia.

Por isso o HOMO SAPIENS em sua evolução criou um mecanismo mais eficiente de tomada de decisão a partir do aprendizado contínuo. É assim que um motorista experiente toma decisões ultrarrápidas para evitar uma colisão quando sua visão periférica percebe a aproximação perigosa de outro veículo, ou um piloto de caça supersônico foge de um míssil. Em nenhuma dessas tomadas de decisão o modo lento racional foi acionado, o modo rápido intuitivo é sempre muito mais eficaz para essas decisões.

O problema surge quando devido ao seu menor consumo energético, nossa mente prefere sempre esse modo rápido e intuitivo para as tomadas de decisão. Mesmo decisões onde o aprendizado repetitivo, que molda algoritmos decisórios baseados em experiências anteriores e muitas vezes em preconceitos na sua acepção (Conceitos Prévios), nos leva a tomada de decisões emocionais e as vezes completamente irracionais, que virão a causar malefícios para terceiros e muitas vezes para nós mesmos.

O efeito manada que motiva investidores no mercado financeiro a massivamente vender ativos na baixa e comprar também massivamente na alta, provocando perdas bilionárias é um exemplo de tomada de decisão coletiva baseada em PRÉ-CONCEITOS gravados geneticamente na nossa mente desde nossos ancestrais que viviam em cavernas, o MEDO da perda e a EUFORIA do prazer de ganhar. Esses elementos emocionais estão gravados em áreas diferentes do cérebro, e por isso os pesquisadores do pensamento cognitivo puderam observar através de equipamentos de ressonância magnética nuclear quais as áreas do cérebro foram acionadas quando esses elementos emocionais de “medo” e “euforia” foram importantes na tomada de uma decisão completamente irracional.

Desejo portanto a todos vocês, um natal pleno de alegria e felicidade junto aos seus e um ano novo cheio de realizações e tomadas de decisão que tragam mais felicidade, paz e harmonia para vocês e os que os cercam.

Procurem ficar atentos em suas decisões de quaisquer naturezas para verificar se estão usando o mecanismo correto em cada caso. Será que preconceitos culturais, religiosos e de experiências anteriores em situações apenas similares não estão levando-os a um processo decisório que no final farão a vocês e a outros mais infelizes, sem atingir a eficácia pretendida?

Com melhor qualidade no nosso processo de tomada de decisão, certamente estaremos construindo um mundo melhor.

Públio Roberto Bonfadini

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Adorei esse resumão de três livros escritos por autores renomados em suas áreas de atuação! Eu me reconheci na seguinte afirmação: “O problema surge quando devido ao seu menor consumo energético, nossa mente prefere sempre esse modo rápido e intuitivo para as tomadas de decisão”.

Como sou uma pessoa bastante ansiosa e tenho dificuldade de pensar em um assunto de cada vez, volta e meia me encontro tomando decisões apressadas ou impulsivas. O objetivo normalmente é: “Vou resolver isso logo porque é menos uma coisa pra me preocupar”. Em muitos casos, o resultado é positivo e eu tenho confiado cada vez mais na minha intuição. Porém, em algumas situações do passado, precisei rever as decisões que tomei por medo de desagradar ou porque me sentia intimidada e pressionada. Em uma fase bem difícil, fui obrigada a assumir a covardia que fez com que a vida me levasse para onde eu não queria ir. E o arrependimento foi gigantesco!

Entretanto, penso que a capacidade de se arrepender, de assumir as falhas e aprender com os próprios erros é algo bom que nos impulsiona em direção a nos tornarmos pessoas melhores. Fiz as pazes com meu passado e recuperei minha paz de espírito. É por isso que tenho lutado constantemente contra a minha natureza ansiosa e, ao invés de responder sempre “Sim, claro. OK, vamos lá. Tô dentro, conta comigo. Tudo o que você pedir, eu faço.”, penso duas vezes e não tenho mais o mesmo receio de dizer “NÃO”.

Mudar não é fácil e infelizmente não viemos ao mundo com um botão que liga ou desliga um certo comportamento ou forma de pensar. Leva tempo para nos livrarmos de certos preconceitos arraigados. É por isso que gosto de ler mensagens como essa do meu pai, na qual me reconheço em alguns exemplos e consigo extrair uma lição positiva para a vida!

Um grande beijo pra todos com votos de um final de semana de reflexões e boas atitudes!

Bonfa-ass

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Quem ganhou o livro “O Dono da Lua”?

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Bom dia, pessoal! Hoje é dia de divulgar o resultado do sorteio de um exemplar do livro O DONO DA LUA, com dedicatória de sua autora, a querida Ronize Aline. Ela participou do último “Bonfa Convida” antes do Carnaval e ofereceu esse presente aos leitores do blog que deixaram um comentário no post até o dia 22 de fevereiro. Vamos conferir a lista de participantes e o nome do sortudo(a)?

1. Deborah Eller Rocha

2. Francine

3. Gleici Gonçalves

4. Dani Hoffmam

5. Pri Montanher

6. Talita Marques

7. Alice Gussoni

8. Carol Vieira

9. Hakesh

10. Lia Christo

11. Heloísa

12.Carmen Ferreira

13. Fernanda Alves

14. Bethânia

15. Aninha Muniz

16. Tais

17. Cris Bachmann

18. Nicinha

19. Simone Scharamm

20. Leni

21. Aurea Sá

22. Maria Célia

23. Gélia

24. Meg

25. Eliete

26. Sheilinha

27. Nathalia Brito

28. Renata RZ

29. Crika

30. Elenara

31. Flávio

Foram contabilizadas 31 participações válidas, excluindo os comentários repetidos, os meus e os da Ronize. Sendo assim, inseri os números de 1 a 31 nos campos indicados no site RANDOM.ORG e o programa de sorteio aleatório gerou o seguinte número:

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O número 22 corresponde à leitora Maria Célia. Parabéns, Maria!!!! Você pode enviar seu endereço para o meu e-mail (katiabonfadini@gmail.com) e dentro de alguns dias receberá em casa seu livro com a dedicatória da autora!

Para rever o post sobre a Ronize e algumas fotos das festas criativas e caprichadas que ela produz, basta clicar na imagem abaixo.

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Muito obrigada a todos os que participaram do sorteio! Em breve teremos novas promoções e concursos aqui no blog. Espero vocês!!!!!

Um grande beijo com votos de um dia criativo!

Bonfa-ass

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A Dona da Lua e de muitas festas criativas!

Não lembro bem quando começamos a trocar e-mails, mas logo percebi que a Ronize tinha muita coisa em comum comigo. Gostamos de experimentar novas atividades nas quais seja possível exercitar a criatividade e colocar ideias em prática. Ela se aventura na costura, na cozinha, na organização de festas e no artesanato, além de ser escritora, jornalista e professora universitária. Ufa, dá pra imaginar a energia que essa mulher tem? Isso sem falar que ela capricha nos detalhes e se propõe a fazer o melhor em todas as áreas em que atua. Basta ver suas fotos e ler seu blog (O DONO DA LUA) para confirmar o que acabei de escrever. Vamos conhecê-la melhor?

ronize

É um prazer estar aqui nesse espaço sempre ocupado por tanta gente criativa. Sou uma catarinense que por morar há tanto tempo no Rio nem mais sotaque tem. Sagitariana que adora inventar coisas novas para fazer (só me falta inventar uma forma de esticar o tempo para caber tanta coisa), o que eu mais gosto é de contar histórias – e qualquer forma de contar história vale a pena.

Além de escritora, atuo como jornalista free lance, sou crítica literária do jornal O Globo (suplemento literário Prosa &Verso), preparadora de originais para editoras e professora universitária.

Desde pequena soube que queria escrever. Escrever muito. Mas como no Brasil escritor não é uma profissão que seja considerada viável como projeto de vida, tomei o atalho do jornalismo para poder ficar perto da escrita. Depois disso, muito mais coisa veio pela frente: trabalhei em jornal, tomei gosto pela carreira acadêmica, fui fazer mestrado, doutorado, pesquisa científica, dar aula para futuros jornalistas... Sempre continuando a contar histórias com palavras. Mas não apenas.

Sou apaixonada por papel, linha, tecido, agulha, gastronomia, qualquer coisa com a qual seja possível criar. Então, enquanto exercia minhas atividades profissionais e tentava um lugar ao sol da literatura, ia também fazendo crochê, tricô, costurando, cozinhando, recortando, colando... nesse ponto, só tenho uma frustração: não tenho o mínimo talento para o desenho. A facilidade com as palavras me falta aos traços.

Estou sempre ávida por aprender alguma coisa nova, diferente, que me desafie a superar meus limites. Foi assim que, por exemplo, há alguns anos mergulhei em livros japoneses para aprender a fazer “amigurumis”, bonecos feitos de crochê a partir de uma técnica japonesa, que aprendi a decifrar com a ajuda do maridão amante da cultura nipônica, mesmo sem saber ler nada de kanjis.

ami_leaozinho

Há uns dois, quando assinei contrato com uma editora, meu projeto literário começou a tornar-se realidade e, no início de 2012, lancei meu primeiro livro infantil, “O dono da Lua”. A fim de romper a barreira do desconhecimento, aproveitei minha experiência como professora de Mídias Digitais e montei por conta própria uma campanha online para o pré-lançamento do livro: blog, página no Facebook, Twitter, videocontos, sorteios, brincadeiras... Foi-se o tempo em que escritor apenas produzia seus livros. As mídias digitais colocaram à disposição de qualquer profissional as ferramentas necessárias para trabalhar sua imagem sem depender das empresas. O resultado obtido foi tão bom que acabou gerando mídia espontânea e conquistei também a mídia tradicional, com aparições em jornais, revistas, programas de rádio, entre outros. Depois disso tudo, o livro começou a render outros resultados maravilhosos: foi selecionado pelo Estado de São Paulo para fazer parte do kit escolar 2013 de todas as escolas de ensino fundamental do estado, o mesmo ocorrendo com a Prefeitura de Contagem (MG), e recebeu o prêmio Werner Klatt de Excelência Gráfica na categoria livro infantil. Além disso, já assinei contrato para o lançamento do segundo livro infantil, previsto para esse ano.

capa pequena 300dpi 5 out 2011

Mas o motivo pelo qual recebi o convite para estar aqui é outro. Da minha mãe, que foi culinarista e confeiteira em Santa Catarina, herdei o gosto por festas. Gosto de planejar, buscar inspiração, criar, seguir dicas... Costumam dizer que o melhor da festa é esperar por ela. Pois esse período de preparação é um dos meus preferidos, pois tento juntar um pouco de tudo aquilo que gosto de fazer: trabalhar com papel, decoração, gastronomia... E no último mês do ano foram três festas, uma em seguida da outra: meu aniversário, Natal e Reveillon.

Sempre gostei de comemorar meu aniversário e, esse ano, em vez de marcar em algum barzinho ou restaurante, resolvi fazer algo em casa mesmo, petit comité. Mas para incrementar a pequena reunião entre amigos, resolvi ambientá-la em Paris. Quer dizer, uma Paris imaginária. A preparação começou com a escolha das cores dessa “viagem” festiva à Cidade Luz. Adorei a combinação de rosa, preto e branco que a Katia usou na festa do seu aniversário, então resolvi seguir a inspiração.

Para decorar a mesa principal, onde ficaram os salgados, fiz um arranjo de flores de papel crepom que apoiei em um castiçal, além de outros elementos figurativos, como velas que coloquei dentro de copos baixos envoltos em renda nas cores preta e rosa e cartões que indicavam quais eram os acepipes servidos. Os doces ficaram no buffet, ao fundo, onde a torta dividiu espaço com cupcakes, docinhos decorados e mousses de chocolate com menta.

Para o Natal, usei o lindo kit feito pela Katia, já que era nas cores tradicionais do Natal, que eu havia escolhido para a comemoração desse ano. Além disso, tinha as figuras de Papai Noel, Boneco de Gengibre e Boneco de Neve, ideal para uma festa com crianças. Como Nicholas está com quatro anos e já sabe escrever algumas palavras, a primeira peça a ser utilizada foi a cartinha para o Papai Noel.

Como o kit vinha com muitas opções, me diverti criando peças novas a partir do que era oferecido. E, seguindo a ideia de desafiar meus limites, resolvi esse ano, além dos tradicionais biscoitos de natal e de boneco de gengibre, fazer uma casinha de gengibre. Entre erros e acertos, ela ficou de pé e acabou merecendo uma boa atenção por parte dos convidados.

Já na última festa do ano, a do Reveillon, decidi inovar mais um pouquinho. Juntei preto à decoração em branco, amarelo e prata (o que muitos considerariam inadequado para uma celebração de ano novo) e fiz uma “photo booth”, que é uma simulação de cabine fotográfica para que os convidados tirem fotos divertidas com adereços, especialmente de papel. Com isso, encerrei o ano, já na expectativa de novas criações para 2013.

Um beijão imenso para Katia, obrigada pelo delicioso convite, e para todos que acompanham esse blog inspirador.

Ronize Aline

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Assim que vi o post sobre a festa parisiense da Ronize, fiquei encantada com tanto capricho e a chamei para participar dessa seção torcendo para que aceitasse o convite. Fico feliz de poder compartilhar com vocês seus múltiplos talentos!

Ahhhhhh, eu também adoraria ter a habilidade de esticar o tempo!!!! Na verdade, acho que a gente até consegue produzir bastante coisa no tempo que tem, mas como somos parecidas, aposto que a Ronize também nunca acha que fez o suficiente, rsrsrs!

Ronize, muito obrigada pelo carinho, elogios e pelo mimo que está oferecendo aos leitores do blog: um exemplar do livro O DONO DA LUA com dedicatória. Para participar, basta deixar um comentário com e-mail nesse post até o dia 22 de fevereiro e torcer para ser sorteado!

capa pequena 300dpi 5 out 2011

Sinopse: À primeira vista, Nick é um menino como todos os outros. Detesta os legumes que os outros garotos também odeiam, e adora as mesmas brincadeiras das quais as outras crianças também gostam. Mas, chegando um pouco mais perto, vê-se que ele é especial. Muito mais do que curioso, ele é um menino que enxerga coisas que ninguém vê; que descobre coisas que ninguém descobre; e que adora passar horas debruçado sob a janela, vidrado nos segredos do céu. Por isso só ele consegue reparar, numa noite, que a Lua simplesmente desapareceu.

Para conhecer melhor a Ronize e participar virtualmente de suas festas divertidas, basta clicar no seguinte link:

https://odonodalua.wordpress.com/

Um grande beijo pra todos com votos de uma ótima quinta-feira pré-carnavalesca!!!!

Bonfa-ass

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A Arma Escarlate – o “Harry Potter brasileiro”

Fênix

Minha convidada de hoje é a escritora Renata Ventura, que está chamando a atenção com o livro A ARMA ESCARLATE e já ganhou o apelido de “Harry Potter brasileiro”. Porém, essa alcunha fica muito aquém da história protagonizada por Hugo, um menino de 13 anos que cresceu na favela e que se descobre bruxo. Essa não é simplesmente uma versão abrasileirada do clássico de J.K. Rowling, mas uma visão bastante criativa, realista e intrigante de como seria uma escola de magia do Brasil. Segundo Ismael do Nascimento, “provavelmente não teria nada a ver com o castelo de Hogwarts. Nem mesmo os bruxos conseguem escapar da corrupção e da má distribuição de renda que assolam nosso país”.

Vamos saber mais sobre o livro?

renata

Oi, pessoal! Meu nome é Renata Ventura e sou autora do livro A ARMA ESCARLATE, que conta a seguinte história:

O ano é 1997. Em meio a um intenso tiroteio, durante uma das épocas mais sangrentas da favela Santa Marta, um menino de 13 anos descobre que é bruxo. Jurado de morte pelos chefes do tráfico, Hugo foge com apenas um objetivo em mente: aprender magia o suficiente para voltar e enfrentar o bandido que está ameaçando sua família. Neste processo de aprendizado, no entanto, ele pode acabar descobrindo o quanto de bandido há dentro dele mesmo.

Capa 1 
Deixo aqui algumas resenhas de leitores sobre A ARMA ESCARLATE.

RESENHA do blog "CAÇADORAS DE LIVROS", por ISMAEL DO NASCIMENTO:

Desde a primeira vez em que ouvi falar desse livro, senti uma grande curiosidade sobre ele. Na época, só haviam comentários sobre o lançamento do “Harry Potter brasileiro”, como as pessoas costumavam chamar, e isso me intrigou muito. Depois que pesquisei mais a respeito, acabei com a mesma pulguinha atrás da orelha que impulsionou a autora a escrever essa maravilhosa estória: Como seria uma escola de magia do Brasil? Provavelmente não teria nada a ver com o castelo de Hogwarts. Nem mesmo os bruxos conseguem escapar da corrupção e da má distribuição de renda que assolam nosso país.

A Arma Escarlate conta a história de Hugo, um menino da periferia que cresceu no meio de toda a violência e descaso que existiam (e ainda hoje existem) nas favelas do Rio de Janeiro. Esqueça o bruxinho órfão que só faz o que é certo, esqueça o professor vilão que no fundo é bonzinho, e esqueça o vilão que no fundo sofria apenas de “falta de amor”, A Arma Escarlate vai muito além nisso. Nesse livro temos um protagonista completamente antagonista de sua própria história. Confesso que pra mim, particularmente, foi muito difícil gostar do Hugo. Ele é um menino todo esquentadinho, que não leva desaforo pra casa e tem um “Complexo de Porco-Espinho”, como seu próprio professor o classifica. Resumindo, Hugo não tem nada de santinho, ele é só mais um menino que cresceu vendo pessoas sofrerem - e morrerem - sem nenhum auxílio (de quem quer que seja) e todos podemos imaginar o que isso causou. As circunstâncias que levam Hugo até a escola de magia “Nossa Senhora do Korkovado” são praticamente nosso guia durante toda a história, e por mais que ele tente fugir delas, no fim ele é obrigado a enfrentá-las.

Na escola de Hugo encontramos um ambiente tipicamente brasileiro, que inclui todo o nepotismo, incompetência e ignorância que vemos em qualquer outra escola pública do nosso país. Mas no meio disso tudo, Hugo consegue encontrar quatro figuras que estão dispostas a enfrentar todo esse sistema e lutar pelo que é certo. Esses são os pixies, mais precisamente: Vinícius Y-Ipiranga (Viny), Caimana Ipanema, Ítalo Twice (Capí) e Virgílio OuroPreto (Índio). Esses quatro representam a revolução. São eles que ajudam Hugo a abrir seus olhos e questionar o que realmente é certo, sem contar que são um dos meus personagens favoritos. Eu adorei a figura dos pixies e tudo o que eles representam, e acho que nos dias de hoje nosso mundo precisa de mais pixies!

No decorrer da história, vemos nosso heroi/anti-heroi cometer erros teríveis várias vezes, o que só mostra o quão humano ele é. Acho que uma das coisas que mais impressiona no livro é que, mesmo se tratando de uma escola de magia e bruxaria, o tema principal tratado nele é a própria natureza humana. A importância da amizade, as chagas que uma pessoa carrega e as formas que isso afeta a cada um, até onde nós iriamos para salvar aqueles a quem amamos? Essas e outras perguntas nos são apresentadas de uma forma muito tocante, intercalada com unicórnios, feitiços e uma escola localizada dentro do morro do Corcovado!

Gostei muito da forma como o Rio é retratado, e também o morro Dona Marta. Percebemos nitidamente o desempenho da autora em registrar cada detalhe, nem todos coisas bonitas de se ver, e retratá-los perfeitamente da ótica de um garoto de treze anos. O livro deixa claro seu objetivo de recriar o mundo que J.K. Rowling uma vez retratou, descontruir esse mundo e transformá-lo em algo mais próximo de nós, valorizando a nossa cultura, e por maiores que sejam as semelhanças, nunca poderia se dizer que A Arma Escarlate é um “plágio” aos livros da autora britânica. A própria autora faz algumas referências (algumas muito engraçadas) ao modo de vida dos bruxos europeus que J.K. descreve em seus livros, mas eles apenas nos mostram o quão diferente são os dois mundos. A valorização da cultura, realmente, é um dos melhores pontos do livro.

Resumindo, através de suas 549 páginas, Renata consegue nos introduzir à seu mundo, tão diferente da plataforma 9 3/4 que um dia conhecemos, e com isso somos seduzidos novamente e compelidos a descobrir esse mundo novo junto com Hugo.

Se você é um fã de Harry Potter como eu, ouça meu conselho e leia o livro! Tenho certeza que nada nele irá te desapontar. E para aqueles que entortam o nariz até hoje quando ouvem falar de Harry Potter e não querem nem saber de livros sobre escolas de magia, se preparem para se surpreender com um mundo novo que tenho certeza que muitos de nós gostaríamos de fazer parte!

Harry Potter brasileiro que nada! Hugo Escarlate tem sua própria identidade e está pronto para mostrá-la!

OUTRAS RESENHAS:

›Blog ‘Caçadora de Livros’ (28/02/2012): resenha de Ismael do Nascimento
›Blog ‘Mágica Literária’ (13/03/2012):
resenha de Paty Algayer
›Blog ‘O Hipster Online’ (14/02/2012): Favela Potter – uma leitura que vale a pena
›Blog ‘Frango com Batatas’ (29/01/2012):
Grandes Livros – A Arma Escarlate

Muito obrigada pela oportunidade, Katia!

Beijos,

Renata Ventura

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Renata, sou eu que agradeço a sua participação nesse cantinho e fico muito feliz com a oportunidade de divulgar um bom trabalho, nitidamente feito com paixão e vocação. Normalmente recebo na seção Bonfa Convida pessoas inteligentes, criativas e talentosas que correm atrás de seus sonhos sem medo dos trancos e barrancos no caminho porque, além de terem confiança em seu potencial, são dedicadas, batalhadoras e persistentes. Admiro muito essa conduta que serve de exemplo e incentivo nos momentos mais difíceis em que a gente tem vontade de desistir dos sonhos.

Renata, tenho certeza de que A ARMA ESCARLATE te trará muitas realizações e que seus fãs já estão ansiosos pela parte 2!!!!

Para conhecer um projeto bem bacana idealizado pela Renata (Potter em Orfanatos), basta clicar no seguinte link:

http://oglobo.globo.com/rio/harry-potter-inspira-pocao-magica-de-incentivo-leitura-6552254

E para se encantar com o mundo mágico de Hugo, o livro está à venda em duas versões (impressa e digital) aqui:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3691401/a-arma-escarlate/

Um grande beijo pra todos com votos de sucesso e muitas conquistas ao longo da vida!!!!

Bonfa-ass

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A leitora que receberá em casa um exemplar de “Olivia” é a…

…Eliana!!!!, que deixou o seguinte comentário NESSE POST:

Eliana disse... Oi Katia! Oi Alexandre Borim (Frozen...Stolichnaya)! Oi Arianni Milano! Gostaria de ganhar o livro porque sou apaixonada por uma boa leitura e gostaria muito de conhecer esse escritor que me está sendo tão lindamente apresentado, por ti Kátia. Mas, principalmente por considerar um livro como uma verdadeira jóia, um presente para quem escreve, e para quem tem o privilégio de tê-lo em mãos e poder apreciar cada linha, cada parágrafo e cada página. Obrigada pela oportunidade! Parabéns pelo livro!

Foram os próprios Alexandre e Arianni que escolheram a resposta da Eliana como a mais interessante e por isso ela receberá um exemplar de “Olivia”. Basta entrar em contato comigo através do e-mail katiabonfadini@gmail.com me passando seu endereço, OK?

Eu também vou receber a “Olivia” em casa e depois conto o que achei!!!!! A seguir, vocês podem ver uma matéria sobre o livro que saiu na Revista Contato, publicação destinada a brasileiros que vivem na Europa, em especial na Bélgica e em Portugal.

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Parabéns, Eliana!!!! Aguardo seu contato para poder te enviar o livro!!!!!

Um beijão com votos de boas leituras pra todos!!!!

Bonfa ass

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Olivia

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Alexandre Borim, mais conhecido como FROZEN… STOLICHNAYA é meu convidado de hoje e vai nos contar um pouco sobre seu último livro intitulado “Olivia”, com lançamento previsto para o dia 15 de fevereiro. Ele já esteve no “Bonfa Convida” antes e é o cara mais viajado que conheço. Cidadão do mundo, Frozen nasceu na Argentina, morou no Brasil, conheceu diversos países e fincou raízes na Alemanha. Ele é escritor e fala seis idiomas.

Minha outra convidada é a modelo Arianni Milano, que encarna a personagem Olívia na capa do livro escrito por Alexandre.

Vamos conhecê-los?

dois

Frozen...Stolichnaya (Alexandre Borim)

Olá pessoal, primeiramente quero agradecer a oportunidade e o convite da Katia Bonfadini, que sempre foi super gente fina comigo.  Já passei pelo "Casos e Coisas da Bonfa", quando lancei meu primeiro livro, o "Volta ao Mundo com Frozen... Stolichnaya 1".  Sou bastante conhecido pelos viajantes e mochileiros que sempre me pedem dicas de viagens, lugares e roteiros.  Após o lancamento do "Volta ao mundo", o tempo passou e através de uma parceria com uma empresa alemã, no ano passado, acabei firmando meus pés como escritor na Alemanha. Escrevi três contos infantis: "Thomas & Franzi", "Das Sammenkörnchen und die Sonne" (A Sementinha e o Sol) e "Pepita, die Hündin” (A cadela Pepita) - os dois últimos, me trouxeram muitos frutos e foram apresentados na VIII Märchentag de Hamburg (é como uma Bienal do livro na Alemanha) e "Pepita, die Hündin" foi indicado como o melhor livro infantil da Alemanha, em 2011.

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Mas hoje estou aqui para apresentar meu novo projeto, é bilingue e será lancado em português e espanhol, no dia 15 de fevereiro de 2012. "Olivia", é meu primeiro livro literário.  Um tiro no escuro e espero que eu alcance o alvo certo! "Olivia" conta a história de uma jovem que infelizmente foi encontrada morta e no decorrer da narrativa, o leitor vai descobrir quem era Olivia, porque ela foi morta e quem a matou.

A história se passa em Buenos Aires e a modelo Arianni Milano foi convidada para fazer as fotos do livro.  Após o lançamento, a Katia vai sortear um livro para os leitores do "Casos e Coisas da Bonfa".  Agora vou deixar a Arianni se apresentar ;)

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Arianni Milano

Meu nome é Arianni Milano, nasci em agosto de 1992, leonina nata, autêntica, avessa aos subterfúgios, com um espírito de liderança maior do que eu. Vim de uma família de classe média, muito unida e com uma sintonia incrível. Cresci em Bauru, uma cidade do interior de São Paulo. Dizer “minha família é perfeita” seria clichê! Eu prefiro dizer que sentimos muito orgulho um do outro e é exatamente isso que nos impulsiona todos os dias.

Sempre estudei em bons colégios, e foi em um deles, ainda com 14 anos que conheci o Alexandre (Frozen...Stolichnaya). Ele me deu além de aulas de espanhol, uma amizade que rendeu frutos inesquecíveis.

Ainda no colegial me interessei pela carreira de modelo. Fiz meu primeiro book e de trabalho em trabalho fui conquistando espaço.

Resolvi diminuir o ritmo em 2010, quando fui escolhida pela psicologia e comecei a faculdade.

Em agosto 2011 surgiu o convite da revista Tag de Bauru para divulgar um evento conhecido como “lingerie Day”. O que era uma equipe se tornou uma amizade e a exposição foi além do que esperado: Na mesma semana em que as fotos foram divulgadas surgiu o convite da revista VIP. Um desafio encarado com muita inspiração e determinação.

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Foto: Mariana Luz

Através do ensaio publicado na edição de setembro, surgiram trabalhos incríveis. Primeiro tive a oportunidade de participar de um quadro no “Pânico na TV”, um programa humorístico, da rede TV, e logo depois entrei pro “Super Pop” nos desfiles de lingerie. Ambos trouxeram muita coisa boa pra minha vida, as equipes são ótimas, estar ali significou muito! Uma experiência que nunca vou esquecer.

Voltei para Bauru em novembro, para concluir o semestre na faculdade e aproveitar as férias na minha cidade com a família e amigos. 2012 começou com muitos planos e oportunidades. Os convites aparecem cada vez mais e alguns contratos já estão fechados.

Divulgar “OLIVIA” sem dúvidas é minha prioridade.

Vou continuar conciliando o trabalho com as aulas, enquanto isso for possível, além de continuar entre São Paulo e Bauru. E quem sabe Argentina e Paraguai também não entrem nessa rota.

E é com prazer e paixão que eu concluo dizendo que é equilibrando satisfação e responsabilidade que eu continuo permitindo que os desafio estejam presentes. Confio muito na minha sorte, nos meus objetivos e na minha fé. Meu caráter me tornou uma aprendiz insaciável. Busco precisão dia após dia e isso faz com que meus planos e trabalhos se renovem sempre.

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Obrigada pela participação nessa seção, Alexandre e Arianni!!!! Desejo a vocês muito sucesso e conquistas tanto na carreira quanto na vida pessoal. Admiro muito quem possui o dom da escrita e a criatividade para elaborar tramas e histórias que prendem a atenção dos leitores. Parabéns pela trajetória incrível, Alexandre!!!! Seu blog de viagens é um dos meus preferidos e sua maneira de narrar aventuras em terras estrangeiras é deliciosa e cativante. Através dos seus relatos descobri lugares que eu nem sonhava que existissem. Estou esperando os outros volumes do "Volta ao Mundo com Frozen... Stolichnaya" pra viajar junto com você!!!!

Para conhecer um ótimo blog de viagens cheio de lugares fora do comum, basta clicar no seguinte link:

www.frozenstolichnaya.com

E para concorrer a um exemplar do livro a ser entregue na sua casa, basta responder à pergunta:

Porque você gostaria de ganhar Olivia?

O Alexandre e a Arianni escolherão a melhor resposta e eu vou postar o resultado aqui logo após o lançamento da publicação no dia 15 de fevereiro.

Um grande beijo pra todos com votos de um final de semana delicioso!!!! Vamos passar os próximos dois dias em Bento Gonçalves (RS) curtindo bons vinhos e a beleza da serra gaúcha!!!!

Volto na segunda!!!!

Bonfa ass

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